Leia a Política de Comentários e Princípios «Belém Livre»
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Esqueçam o FMI, Esqueçam os Engenheiros, Procurem Soluções Internas...As Mulheres São Mais Inteligentes que os Homens...!!!...???
Publicado por JAN @ 21.12.11 Etiquetas: Dívida Soberana, Grandes Homens, Lições de Vida, Ted Bunker Roy, Universidade dos Pés Descalços - Rajasthan India
Bom Dia Alegria!? Segue-se Nova Paródia...
Depois do burlesco e irreal, seguir-se-ão as contas para o anão sarko e a flácida merklas, porque hoje a roda da história anda no máximo da tensão, e, "...cá se fazem, cá se pagam....".
Os fogos que os dois maiores bandidos políticos actuais desta Europa fascizante e gauleiter têm andado a atear (para tentarem safar os respectivos coiros da ira doméstica, estilo: "...pimenta nu cu do meu vizinho "por enquanto", para mim é gelado..."), vão fatalmente retroceder e devorar estes dois pigmeus eurocráticos, não tarda, mesmo, nadaaaaaaaaaaaaaaaa.
Até lá, façam todos por serem de alguma maneira felizes, amem e sejam solidários com o próximo, mesmo em tempo de crise!
Publicado por JAN @ 26.11.11 Etiquetas: Dívida Soberana, EUjetinhos, Mario Monti, Políticos e Banqueiros de Merda
Bum - Bum!!! Boches e Colaboracionistas (nas Mãos dos Maquis) Gregos ...

A flácida andou durante meses a cagar postas de pescada, juntamente com o anão sarkoz! Cada vez que bolsavam juntos ou à vez, mercados a sacanearem as frágeis economias dos "troca-o-passo", porque não foram à tropa!
Os patrões do rating fraudulento (que andaram a esconder o regabofe da Grécia, até esta dizer que os submarinos não podiam entrar no ano fiscal que tanto queria a merklas), encheram o bandulho e deram aos patrões Soros & Cª. outra abundância execrável...
Mas eis que Papandreou se lembra de pedir aos enrabados do costume, que digam se ainda têm cu para mais entalanços, bramindo a "bomba-antónia-dos-pobres", o instrumento que todos os filhos de puta desta democracia representativa tanto fogem, O Referendo, e não é que todos os trafulhas desta europa tinhosa ficaram com os sim-senhores tef-tef...
Afinal, o que é bom é faladrar-se que representamos o povo, de que fomos eleito pela maioria, não importa qual, desde que se engane os anjinhos com milongas e promessas nunca cumpridas...
Vem aí mais merda rala, muita vai de encontro às ventoinhas dos poderosos, inclusive em Portugal, já ninguém consegue ouvir mais que 60 segundos aquele gasparzito, lábia de mandrake lélé, se cuidem...

Naturalmente que todos sabemos que a maior parte dos gregos são adoradores do sol e jolas, (coisa que nunca aprovamos), tipo, os ricos que paguem a crise! Mas vem aí turbo-lência e como diz o outro: "... pimenta no cu do parceiro, para mim é gelado..."!
Publicado por JAN @ 3.11.11 Etiquetas: Angela Merkel, Dívida Soberana, FMI, Grécia, Papandreou, Políticos de Merda, Rating, Sarkozi
Dívida Soberana e Subsídios (Demagógicos na Oposição) Para Chegar ao Poleiro (Parte I) Humor Negro...
Publicado por JAN @ 18.10.11 Etiquetas: Dívida Soberana, Estado Ladrão, Passos Coelho, Políticos e Banqueiros de Merda
Só Agora é Que Deram Pelo Buraco???? Ainda Não Viram Nada...
Publicado por JAN @ 21.9.11 Etiquetas: Dívida Não Autorizada da RAM, Dívida Soberana, Gauleiter´s e Corruptos, Portugal dos Pequeninos Políticos, Regabofe na República
Quem Pagou os Estragos de Hitler????

A flácida levou mais uma enrabadela política em Berlim, já pia mais fininho, e ainda não acabaram as auto flagelações ou futuro negro desta mijona, Angela Merkel Michael Kappeler...
O pagode não tem memória curta e apesar da merklas ser oriunda da ex-rda, há quem na ex-rfa, tenha sentido crítico...
O historiador Albrecht Ritschl evoca em entrevista ao site de Der Spiegel vários momentos na História do século XX em que a Alemanha equilibrou as suas contas à custa de generosas injecções de capital norte-americano ou do cancelamento de dívidas astronómicas, suportadas por grandes e pequenos países credores.
Ritschl começa por lembrar que a República de Weimar viveu entre 1924 e 1929 a pagar com empréstimos norte-americanos as reparações de guerra a que ficara condenada pelo Tratado de Versalhes, após a derrota sofrida na Primeira Grande Guerra. Como a crise de 1931, decorrente do crash bolsista de 1929, impediu o pagamento desses empréstimos, foram os EUA a arcar com os custos das reparações.
A Guerra Fria cancela a dívida alemã
Depois da Segunda Guerra Mundial, os EUA anteciparam-se e impediram que fossem exigidas à Alemanha reparações de guerra tão avultadas como o foram em Versalhes. Quase tudo ficou adiado até ao dia de uma eventual reunificação alemã. E, lembra Ritschl, isso significou que os trabalhadores escravizados pelo nazismo não foram compensados e que a maioria dos países europeus se viu obrigada a renunciar às indemnizações que lhe correspondiam devido à ocupação alemã.
No caso da Grécia, essa renúncia foi imposta por uma sangrenta guerra civil, ganha pelas forças pró-ocidentais já no contexto da Guerra Fria. Por muito que a Alemanha de Konrad Adenauer e Ludwig Ehrard tivesse recusado pagar indemnizações à Grécia, teria sempre à perna a reivindicação desse pagamento se não fosse por a esquerda grega ficar silenciada na sequência da guerra civil.
À pergunta do entrevistador, pressupondo a importância da primeira ajuda à Grécia, no valor de 110 mil milhões de euros, e da segunda, em valor semelhante, contrapõe Ritschl a perspectiva histórica: essas somas são peanuts ao lado do incumprimento alemão dos anos 30, apenas comparável aos custos que teve para os EUA a crise do subprime em 2008. A gravidade da crise grega, acrescenta o especialista em História económica, não reside tanto no volume da ajuda requerida pelo pequeno país, como no risco de contágio a outros países europeus.
Tiram-nos tudo - "até a camisa"
Ritschl lembra também que em 1953 os próprios EUA cancelaram uma parte substancial da dívida alemã - um haircut, segundo a moderna expressão, que reduziu a abundante cabeleira "afro" da potência devedora a uma reluzente careca. E o resultado paradoxal foi exonerar a Alemanha dos custos da guerra que tinha causado, e deixá-los aos países vítimas da ocupação.
E, finalmente, também em 1990 a Alemanha passou um calote aos seus credores, quando o chanceler Helmut Kohl decidiu ignorar o tal acordo que remetia para o dia da reunificação alemã os pagamentos devidos pela guerra. É que isso era fácil de prometer enquanto a reunificação parecia música de um futuro distante, mas difícil de cumprir quando chegasse o dia. E tinha chegado.
Ritschl conclui aconselhando os bancos alemães credores da Grécia a moderarem a sua sofreguidão cobradora, não só porque a Alemanha vive de exportações e uma crise contagiosa a arrastaria igualmente para a ruína, mas também porque o calote da Segunda Guerra Mundial, afirma, vive na memória colectiva do povo grego. Uma atitude de cobrança implacável das dívidas actuais não deixaria, segundo o historiador, de reanimar em retaliação as velhas reivindicações congeladas, da Grécia e doutros países e, nesse caso, "despojar-nos-ão de tudo, até da camisa".
Os Pobres ( I )
" ... ó geração de vapor e de pó de pedra, macadamizai estradas, fazei caminhos de ferro, construí passarolas de Ícaro, para andar a qual mais depressa, essas horas contadas de uma vida toda material, massuda e grossa como tendes feito esta que Deus nos deu tão diferente daquela que hoje vivemos. Andai, ganha-pães, andai : reduzi tudo a cifras, todas as considerações deste mundo a equações de interesse corporal, comprai, vendei, agiotai - No fim de tudo isto, o que lucrou a espécie humana ? Que há mais umas poucas dúzias de homens ricos. E eu pergunto aos economistas políticos, aos moralistas, se já calcularam o número de indivíduos que é forçoso condenar à miséria, ao trabalho desproporcionado, à desmoralização, à infâmia, à ignorância crapulosa, à desgraça invencível, à penúria absoluta, para produzir um rico ? [ ... ] cada homem rico, abastado, custa centos de infelizes, de miseráveis. "
(Almeida Garrett, in " Viagens na Minha Terra ", 1843)
Publicado por JAN @ 20.9.11 Etiquetas: A.Garret, Albrecht Ritschl, Alemanha, Angela Merkel, Der Spiegel, Dívida Soberana, EUA, Grécia, Hitler, Rating da República em 2011, União Europeia
Obama tem Razão! Por uma Vez...
Nos EUA 1/5 dos negros estão na cadeia.
Nos EUA 50% da população não tem assistência médica e 25% nem consegue tratar-se em qualquer hospital
Nos EUA a dívida pública atingiu um valor impossível de ser pago em várias gerações e já ultrapassou as centenas de milhares de US$ por família.
Nos EUA condenam-se a prisão perpétua crianças de 12 anos, por roubo de uma bicicleta.
Nos EUA 6% da população sobrevive com uma refeição diária de comida enlatada ...para animais...
A Escola Pública é completamente inútil e caminha para a extinção.
Nos EUA há mais de 450 organizações policiais e o sistema judicial não é independente do poder executivo: É nomeado por ele!
Nos EUA as duas maiores indústrias são o armamento e a pornografia.
Nos EUA 1% da população controla e recebe cerca de 90% do PIB nacional.
Nos EUA a produção de carne e de ovos utiliza legalmente promotores químicos de crescimento.
Nos EUA não há ordenado mínimo e o trabalho indiferenciado é pago a 4 euros/hora...
Os EUA estão envolvidos em dezenas de conflitos militares de carácter sujo e para levar a cabo golpes de estado favoráveis aos seus interesses e aos de Israel.
Os EUA angariam em todo o mundo os melhores cérebros para a sua indústria de armamento e obrigam os seus "aliados" a comprá-las...
Os EUA são o maior mercado mundial de drogas pesadas e um dos maiores produtores de anfetaminas e de outros químicos dopantes...
Os EUA imprimem papel-moeda e através de tratados com as suas colónias árabes transformaram o US$ no meio de pagamento internacional em substituição do ouro...
Obama tem toda a razão: Nada disto se passa em Portugal. Estamos muito atrasados e não sei se algum dia lá chegaremos...
Só um detalhe: os EUA estão completamente falidos e mais de 10% da população já vive em acampamentos sem saneamento ou serviços públicos básicos...
Nós não somos os EUA! Thanks God!
(Manuel Ferrer)
Publicado por JAN @ 29.7.11 Etiquetas: Agências de Notação Finaceira, B Obama, Dívida Soberana, Manuel Ferrer, Regabofe na República, Registos Para Memória Futura, USA
Trecho - Documentário "Let's make money" - Ex-assassino econômico John P...
PS: 1 Talvez agora alguns tótós que veneram politicuzinhos caseiros que não passam de reles pés de barro / cabeças de palha / farsantes, abram a pestana! Saddam apressou o sem fim, quando pela 2ª. vez na OPEP defendeu o fim do dollar na cotação do petróleo e com M. Kadafi, ao pretender uma União Africana livre do dollar e afecta ao €uro. Se Kadafi desaparecer do poder, França, Itália, EUA e até os "nossos" bcp e bes, rejubilarão, porque mais ninguém virá reclamar os créditos que ele comprou e só ele, terá legitimidade para reclamar...;
PS 2: Paralelamente, alguns anjinhos papam o mesmo com o ataque ao nosso solo sagrada, os putchistas à vez, apoiados por vendilhões do templo e patos bravos pacientes, quase sempre abençoados por uma nomenclatura caduca, mas ávida de manter o controle, vão dinamitando os pilares da resistência, até conseguirem os seus objectivos, razão porque Homens como Diamantino Marques, deixaram de participar na farsa, limitando-se a pagar as quotas e o parque auto...., e muito aborrecidos por terem de voltar 2 vezes ao Restelo para o efeito!...;
Publicado por JAN @ 11.7.11 Etiquetas: CFB - Restelo, Dívida Soberana, EUA, FMI, Iraque, John P, Líbia, M. Kadafi, Regabofe e Mentiras, Saddam H.
"Estamos Arrumados se a UE Não nos Emprestar Mais Dinheiro"

Para Silva Lopes o financiamento que Bruxelas e o FMI darão a Portugal nos próximos três anos é "largamente insuficiente".
(Diário Económico)
Publicado por JAN @ 4.7.11 Etiquetas: CFB - Dívidas Herdadas, Dívida Soberana, Regabofe e Mentiras, Registos Para Memória Futura, Silva Lopes
Verdades que doem, a muito analfabeto intelectual

Portugal atravessa um dos momentos mais difíceis da sua história que terá que resolver com urgência, sob o perigo de deflagrar crescentes tensões e consequentes convulsões sociais.
Importa em primeiro lugar averiguar as causas. Devem – se sobretudo à má aplicação dos dinheiros emprestados pela CE para o esforço de adesão e adaptação às exigências da união.
Foi o país onde mais a CE investiu "per capita" e o que menos proveito retirou. Não se actualizou, não melhorou as classes laborais, regrediu na qualidade da educação, vendeu ou privatizou a esmo actividades primordiais e património que poderiam hoje ser um sustentáculo.
Os dinheiros foram encaminhados para auto estradas, estádios de futebol, constituição de centenas de instituições publico - privadas, fundações e institutos, de duvidosa utilidade, auxílios financeiros a empresas que os reverteram em seu exclusivo benefício, pagamento a agricultores para deixarem os campos e aos pescadores para venderem as embarcações, apoios estrategicamente endereçados a elementos ou a próximos deles, nos principais partidos, elevados vencimentos nas classes superiores da administração publica, o tácito desinteresse da Justiça, frente à corrupção galopante e um desinteresse quase total das Finanças no que respeita à cobrança na riqueza, na Banca, na especulação, nos grandes negócios, desenvolvendo, em contrário, uma atenção especialmente persecutória junto dos pequenos comerciantes e população mais pobre.
A política lusa é um campo escorregadio onde os mais hábeis e corajosos penetram, já que os partidos cada vez mais desacreditados, funcionam essencialmente como agências de emprego que admitem os mais corruptos e incapazes, permitindo que com as alterações governativas permaneçam, transformando – se num enorme peso bruto e parasitário. Assim, a monstruosa Função Publica, ao lado da classe dos professores, assessoradas por sindicatos aguerridos, de umas Forças Armadas dispendiosas e caducas, tornaram – se não uma solução, mas um factor de peso nos problemas do país.
Não existe partido de centro já que as diferenças são apenas de retórica, entre o PS (Partido Socialista) que está no Governo e o PSD (Partido Social Democrata), de direita, agora mais conservador ainda, com a inclusão de um novo líder, que tem um suporte estratégico no PR e no tecido empresarial abastado.
Mais à direita, o CDS (Partido Popular), com uma actividade assinalável, mas com telhados de vidro e linguagem publica, diametralmente oposta ao que os seus princípios recomendam e praticarão na primeira oportunidade.
À esquerda, o BE (Bloco de Esquerda), com tantos adeptos como o anterior, mas igualmente com uma linguagem difícil de se encaixar nas recomendações ao Governo, que manifesta um horror atávico à esquerda, tal como a população em geral, laboriosamente formatada para o mesmo receio.
Mais à esquerda, o PC (Partido comunista) vilipendiado pela comunicação social, que o coloca sempre como um perigo latente e uma extensão inspirada na União Soviética, oportunamente extinta, e portanto longe das realidades actuais.
Assim, não se encontrando forças capazes de alterar o status, parece que a democracia pré – fabricada não encontra novos instrumentos.
Contudo, na génese deste beco sem aparente saída, está a impreparação, ou melhor, a ignorância de uma população deixada ao abandono, nesse fulcral e determinante aspecto. Mal preparada nos bancos das escolas, no secundário e nas faculdades, não tem capacidade de decisão, a não ser a que lhe é oferecida pelos órgãos de Comunicação.
Ora e aqui está o grande problema deste pequeno país; as TVs as Rádios e os Jornais, são na sua totalidade, pertença de privados ligados à alta finança, à industria e comercio, à banca e com infiltrações accionistas de vários países.
Ora, é bem de ver que com este caldo, não se pode cozinhar uma alimentação saudável, mas apenas os pratos que o "chefe" recomenda. Daí a estagnação que tem sido cómoda para a crescente distância entre ricos e pobres.
A RTP, a estação que agora engloba a Rádio e Tv oficiais, está dominada por elementos dos dois partidos principais, com notório assento dos sociais democratas, especialistas em silenciar posições esclarecedoras e calar quem lenta o mínimo problema ou dúvida. A selecção dos gestores, dos directores e dos principais jornalistas é feita exclusivamente por via partidária. Os jovens jornalistas, são condicionados pelos problemas já descritos e ainda pelos contratos a prazo determinantes para o posto de trabalho enquanto, o afastamento dos jornalistas seniores, a quem é mais difícil formatar o processo a pôr em prática, está a chegar ao fim. A deserção destes, foi notória.
Não há um único meio ao alcance das pessoas mais esclarecidas e por isso, "non gratas" pelo establishment, onde possam dar luz a novas ideias e à realidade do seu país, envolto no conveniente manto diáfano que apenas deixa ver os vendedores de ideias já feitas e as cenas recomendáveis para a manutenção da sensação de liberdade e da prática da apregoada democracia.
Só uma comunicação não vendida e alienante, pode ajudar a população, a fugir da banca, o cancro endémico de que padece, a exigir uma justiça mais célere e justa, umas finanças atentas e cumpridoras, enfim, a ganhar consciência e lucidez sobre os seus desígnios.
(Prosa esclarecedora do conhecido sociólogo e filosofo francês, Jaques Amaury, professor na Universidade de Estrasburgo, publicou recentemente um estudo sobre "A crise Portuguesa", onde elenca alguns caminhos, tendentes a soluciona – la.)
PS : Qualquer semelhança entre o povo deste país e alguns adeptos do CFB, é mera coincidência...;
Publicado por JAN @ 25.4.11 Etiquetas: 7, Dívida Soberana, Eusinhos, Gestão Moderna da Treta, JAN, Jaques Amaury, Regabofe na República, Registos Para Memória Futura
A Traição Finlandesa?! Resposta de Seixas Santos...
Por estes dias, recordo as noitadas em que nos cruzávamos nos salões dos Maias, no Ramalhete, às Janelas Verdes, nas tertúlias que o José Maria retratou no livro a que deu o nome daquela família.
Lembro-me da generosidade com que você, diplomata finlandês, era recebido naquele cenáculo, onde, com carinho lusitano mas cosmopolita, entre mesas de whisky ou numa ronda de bilhar, ou ouvindo-o a si como "barítono plenipotenciário", procurávamos atenuar a sua nórdica solidão.
Muita água passou sob as pontes. Você regressou aos gelos da sua Finlândia, eu por aqui fiquei, com a escassa fortuna que Celorico me deixou.
Há uns anos, caro Steinbroken, você escreveu-me para Lisboa, dizendo do agrado com que vira Portugal apoiar, com entusiasmo, a entrada do seu país na União Europeia. Elogiou o facto de, ao contrário de outros, não termos achado que a "finlandização" havia sido um imperdoável pecado histórico de agnosticismo estratégico, um genérico triste da "realpolitik". E recordar-se-á de eu lhe ter respondido, na volta do correio, que, conhecendo-o a si, nunca o tivera por seguidor do "better red than dead".
Noutra ocasião, você veio bater-me epistolarmente à porta, pedindo que deixasse cair uma palavra nas Necessidades, com vista a evitar que Portugal cedesse a um compreensível egoísmo, por mor dos fundos estruturais, a ponto de poder criar obstáculos aos Estados bálticos, “primos” da Escandinávia, que queriam então aceder à NATO e à União Europeia. A resposta da nossa diplomacia foi, reconheça, soberba: embora o alargamento fosse um passo que tinha em Portugal um dos países mais prejudicados, adoptávamos uma visão solidária da Europa, pelo que entendíamos que um mínimo de respeito histórico nos obrigava a acolher aqueles Estados no nosso seio. Da caixa de vodka que você me mandou, com um cartão catita, a agradecer a diligência, ainda me resta uma botelha.
Pensava partilhá-la consigo, Steinbroken, numa sua próxima vinda a Portugal, à cata de sol e de olho nos corpos morenos, Chiado abaixo. Passaríamos pelo Grémio, jantaríamos no Tavares e iríamos degustar o resto dos álcoois no meu terraço, Tejo à vista. Eu contar-lhe-ia a poética aventura eleitoral do Alencar, a carreira como banqueiro da besta do Dâmaso, o folhetim da venda da “Corneta do Diabo” à Prisa, a colaboração do Cruges com os “Deolinda”, a agitação do Gouvarinho e de outros tantos, nas lides que levam às Cortes.
Mas, agora, o que me chega? Que você foi ouvido, num dos últimos dias, passeando sob as árvores onde o verde já brota, ali na Promenade, no centro de Helsínquia, recém-saído do spa do vizinho Kämp, de braço dado com um alemão, com tiradas muito pouco simpáticas sobre Portugal e os portugueses. E que dizia você? Que, afinal, o compromisso político que a Finlândia havia dado à estabilidade do euro, que servira para a Grécia e para a Irlanda, poderia já não valer para Portugal. Ao seu lado, o alemão ecoava coisas parecidas, quiçá esquecido que o meu país, como todos os outros parceiros europeus, andou anos a pagar elevadas taxas de juro, para liquidar a fatura da reunificação da Alemanha, que hoje é, como sempre foi, o grande beneficiário do mercado interno europeu.
É triste, caro Steinbroken, é muito triste que a frieza do vosso egoísmo lhes faça esquecer que a solidariedade é uma estrada de dois sentidos. Aqui, por Portugal, estamos a atravessar uma conjuntura difícil. Outras já tivemos, todas ultrapassámos. Mais recentemente, cometemos alguns erros, revelámos fragilidades que a crise sublinhou. Pensávamos poder contar com os amigos. Ao longo dos tempos, aprendemos a ser gratos a quem nos ajuda, a ser-lhes leais quando de nós necessitam. Não somos rancorosos, porque alimentar ressentimentos mesquinhos não está na nossa maneira de ser. E sabe porquê? Porque, na vida internacional, mantemos alguns sólidos valores, os mesmos que nos permitiram sobreviver nove séculos como país, um dos mais antigos do mundo, sabia?
A vossa atitude, a vossa quebra de solidariedade, porque revela o conceito instrumental que têm da Europa, para utilizar uma frase que você repetia, entre outras platitudes árticas, pelas noites do Ramalhete, “c’est très grave, c'est excessivement grave…”.
Receba um abraço, ainda amigo, orgulhosamente (quase) mediterrânico do João da Ega.
Publicado por JAN @ 22.4.11 Etiquetas: CEE a 27, Dívida Soberana, Eça de Queiroz, Finlândia, Regabofe na República, Registos Para Memória Futura, Seixas Santos, Steinbroken
Vamos Perder ou Reconquistar As "Nossas" Praias Azuis ...???

Parece que os auditores da troika já estimaram o buraco dos swaps governamentais contínuos durante 7 anos em +410MM€!!! Era impossível Teixeira dos Santos fazer constante rollover nos mercados internacionais e não levantar suspeitas, apesar das meiguices do menino Constâncio. E ainda não chegaram aos fundilhos da marosca??? Murmuram assustados (durante o seus breves breakfast wiht bacon an eggs, porque há ainda muito trabalho pela frente), mas longe da CS...
Também parece que anda para aí um movimento de personalidades que quer um pacto de regime antes das eleições!!! E foram entregar ao sôr Silva (ex-patrono das célebres e longas AE a 5M€/km), a sua petição!!!
Otelo Saraiva de Carvalho diz que está na altura de outro levantamento pra-pular!!! Ou será de rancho???
D. José Policarpo, Digníssimo Cardeal de Lisboa, completou 75 anos a 26FEV passado e lá ditou para o Pio que está farto de ver riquezas desnecessárias no berço da igreja e fome sobre quase todas as mesas. Saravá D. Policarpo. Vai um copo de tinto reserva 2005 da Herdade do Meio? Que o Belmiro ajudou a foder depois de sabiamente cumprir o dec. lei arquitectado?
O ex-bispo de Setúbal, D. Manuel Martins já anteriormente dissera que se considerava chocado: "...com a miséria extrema actualmente existente em Portugal, que só os governantes não enxergavam, apesar de quase toda a CS desmascarar vezes sem conta..."? Saravá Homem! Muito Homem!!!
Alexandre Soares dos Santos, presidente da holding Jerónimo Martins, talvez o melhor e mais sério empresário português, diz que para sair da crise é preciso dar cordas aos sapatos!!! Entretanto o governo de alguns portugueses queria taxar os resultados da sua empresa na Polónia, país que também é membro dos 27 tristes da europa, alguns de tanga, que já o haviam legitimamente taxado!!! Dá para acreditar??? Só porque a holding está sediada em Portugal??? Tentar Sacar em duplicado a quem tem visão empresarial e sensatez, pratica solidariedade social activa no grupo e fora dele, produz riqueza como poucos e depois será sempre o alvo predilecto dos vigaristas que aterram de para-quedas na administração fiscal para os amigalhaços poderem viver à grande e à conta dos nossos impostos!!! este mesmo homem que com os filhos ofertou 1M€ para os fundo da catástrofe Madeirense, enquanto outros que roubam o país assobiavam convenientemente para o lado!!! Claro que ASS não pode ser uma figura benquista, quando afirma : "...só deviam poder ir para a política pessoas devidamente habilitadas e com reconhecido CV validado pela sociedade civil antes de..."!!! E que trabalho daríamos aos ratos políticos profissionais Companheiro ASS??? Quem é que fazia depois os buracos do gigantesco queijo gruyere que é esta dívida soberana, e não só a portuguesa??? Saravá Alexandre dos Santos. Dá-lhes Falâncio...
O FMI parece que quer cobrar juros mais baratos a Portugal que BCE e FEEF!!! Embora fique também a ganhar com os juros dos resgastes!!! Mas que merda é esta??? Agora percebem o regabofe que por aí anda com flácidas e anões, chernes e minões e outros poltrões amigalhaços, cujos rostos não convém aparecer, e que na prática são quem alavanca e ganha com toda esta estrumeira? Que redeiam as agências de rating por eles sustentadas a seu belo prazer? Cujos directores também sacam particularmente porque antecipam negócios nas bolsas mundiais com informações financeiras previlegiadas?
Pois calculem que a troika numa das medidas mais espectaculares que irá impor para mais rapidamente reaver o seu pilim é "vender as nossas praias!!!
Porreiro pá! Bom para o Belenenses!!! Ainda não perceberam? Eu explico: - ...os gajos só querem "vender" ou melhor, cobrar os acessos às praias com bandeira AZUL, como se faz em boa parte da estranja onde os zézes camarinhas da chunga não metem as patas..., a não ser cas gajas sejam meninas finas e endinheiradas, tipo, paris dos hiltons, mas muito porcas, os arreboquem lá pra dentro...!!!
Ainda não entenderam?! Pombas, que são de compreensão retardada...Bandeira Azul! Lol!!! Isso mesmo!!!
Como só azuis, somos nós, os do Belenenses! Tamos safos, o FMI veio dar-nos finalmente a paridade com a estarolagem que sucessivos governos e câmaras nos negaram, ajudando-nos a vencer a crise, também à conta de todos os portugueses que gostam de praia!
Assim livra-mo-nos de vez de todos aqueles que sem ideias e escrúpulos querem vender ou abocanhar os 12,8 htc. do Restelo. Temos é de dar corda aos sapatos e registar na loja do cidadão mais próxima, a marca "bandeira-azul-é-do-CFB-só". Sugiro a inaugurada esta semana em Gondomar, de certeza que nos safamos..., se persistirem dúvidas?! Chamem o léllo ...
Claro que este feito foi conseguido graças aos extraordinários esforços do nosso dedicado ex-agente anteriormente infiltrado nas seitas das fífias, aquando do caso Mateus, e que o promovemos a agente infiltrado de novo, agora no FMI, visto já prevermos a crise financeira que iríamos também provocar! Trata-se, como claramente é claro de ver-se, uma distinção e promoção conseguida pela nossa influência sécular em todo o mundo.
Estamos a falar do Poul Thomsen, Nosso Homem de Olhos Azuis No Exterior. Que não passam de reles lentes de contactos da multiópticas fornecidas por nós para não o conectarem com a fífia. Chiuuuuuuuuuu, para ninguém desconfiar. Porque o coxo malhado João Rodrigues, é muito ciumento e vingativo....
Apostilha: Timo Soini, o filandês de extrema direita que emergiu nestas recentes eleições, lá vai bolsando que é católico, gosta de futebol e de Figo, e que até viu ao vivo o recente Real - Barcelona, repleto de portugueses, mas no que toca ao empréstimo europeu a Portugal, a Filândia apenas diz, emprestem, façam com que haja cortes de 20 e 30% nos salários desses gajos, mas nós não pagamos nada! Registado, cabeça de porco nº. 251.
No Japão, os franciús que venderam o veneno, leiam-se centrais atómicas, foram manter a mama murcha, mas a pingar, entregando tecnologia para "reciclar" água despejada a esmo e radioactiva, Dassss. Que já foram erros maiores que em Charnobil. A ganância do lucro extremo não tem cartilha de honra.
Paulo Portas, de forma sóbria, inteligente e responsável, acaba de dizer em directo para quem o quis ouvir, que está preocupado com a situação de Portugal e dos portugueses mais desfavorecidos, que impôs aos homens da troika o não agravamento das condições de vida destes. Pareceu-me sincero e atitude de grande estadista. Aguardemos pela distribuição dos tachos no futuro desgoverno.
Publicado por JAN @ 19.4.11 Etiquetas: 7, Alexandre Soares dos Santos, BCE, D. José Policarpo, D. Manuel Martins, Dívida Soberana, Eusinhos, FEEF, FMI, JAN, Otelo Saraiva, Regabofe na República, Registos Para Memória Futura
Dívida Às Costas de "Todos Nós", Graças a Todos Estes...
Publicado por JAN @ 4.4.11 Etiquetas: 7, Dívida Soberana, Geração à Rasca - 2010, JAN, Partidos, Portugal 2011, Regabofe na República, Registos Para Memória Futura
Phecundem estes dois...
Publicado por JAN @ 9.1.11 Etiquetas: CEE, Dívida Soberana, JAN, JetEUsinhos, Regabofe na República, Registos Para Memória Futura







