Contacte-nos: belem.livre@gmail.com.................Versão para telemóvel em: http://belemlivre.mofuse.mobi/]

No Belenenses NÃO!

13 jogos oficiais disputados;

2 vitórias (1 na Taça de Portugal contra 8 jogadores do Oriental);

6 empates (1 na Carlsberg Cup, no Restelo contra o Gil Vicente);

14º lugar da Liga Sagres, (pior ataque e pior defesa);

Em 2008/2009 o Belenenses ganhou para a Carlsberg Cup em Barcelos, esta época, fomos eliminados, no Restelo, perante o mesmo adversário;
Jaime Pacheco, a título de exemplo, entre a 6ª e a 15ª jornada, na época passada, fez SÓ 12 PONTOS!

João Carlos Pereira em igual número de jogos fez APENAS 8 PONTOS!
Em 30 pontos fizeram-se os actuais e míseros 8 ou seja 26.66%;

Nas 10 primeiras jornadas de 2008/09 defrontámos os «europeus» Porto, Sporting, Guimarães, Marítimo...ninguém se queixou.

Para quem ainda tenha dúvidas, os factos, valem mais que qualquer coisa que possamos dizer.

Aproveitamos para lembrar ao Presidente Viana de Carvalho que na época passada tínhamos apenas menos 1 ponto que actualmente, mas à 12ª tínhamos, 14 pontos. Para bom entendedor...

Troféu «Jogador do Ano - Futebol 2009/10»: Classificações, Jornada 10

Nélson – Nota 10
Perder por três bolas, e o Guarda Redes, ainda ser o melhor em campo, não é um drama, é mesmo um filme de terror, nota facilmente explicada, sete valores pela exibição e três extra, pela coragem demonstrada no flash interview, em vez de fazer o papel da Avestruz (meter a cabeça na areia), assumiu e denunciou desde logo os problemas, ao contrário do treinador.

Mano – Nota 5
Começou bem, confiante, seguro, e foi sempre dos mais esclarecidos, mesmo nos momentos de turbulência, o Paços apareceu muitas vezes pelo seu lado, e esteve sempre desapoiado.

Arroz – Nota 3
Está ligado ao resultado pelos piores motivos, o lance do segundo golo, começa num mau julgamento seu, a partir daqui nunca mais se entendeu com Diakité, perdeu o norte como toda a equipa

Diakité – Nota 4
Mau dia também para Diakité, nao muito por culpa própria, mas num meio campo que não marca, os defesas centrais, acabam por ser massacrados, não souberam reagir.

Barge – Nota 3
Voltou a ser lateral-esquerdo adaptado. Entrega-se com tudo o que tem, falhou um golo feito, por falta de confiança, em vez de chutar à baliza, decidiu passar a bola, e é dele que nasce a assistência para o terceiro golo pacense, também ele esteve em dia não.

Gavilan
– Nota 5
Esteve, para receber mais um ponto, pois foi único, jogador no meio campo com lucidez e capacidade de choque, no entanto aquela triste figura no lance do livre, em que se desentendeu com Igor e Freddy, tiram-lhe o ponto a mais que merecia.

Felipe Bastos – Nota 4
Esteve melhor que o habitual, menos invejoso, no entanto continua a ser bastante ineficiente nas decisões que toma, por vezes só passa a bola mesmo em ultimo caso, estragando assim as jogadas.

Celestino– Nota 3
Muito mal, vá lá desta vez, até foi acertando uns passes, mas o resto continua na mesma, lento, marca mal a sua zona, enfim nem lances de bola parada o vão safando.

Ivan – Nota 3
Escondeu-se do jogo, o nº 10, nem sequer procurou a bola como era sua obrigação, só jogou quando ela lhe chegou, e quase sempre mal, quando bem era para trás ou para os lados.

Lima – Nota 4
Não esteve inspirado, nem teve volume de jogo suficiente para tal, descaído pela esquerda, esteve sempre muito colado à linha, em vez de estar na zona de perigo, mas isso foram ordens, e ele cumpriu

Fredy
– Nota 4
Correu muito, e esteve melhor que nos últimos jogos em casa, quase marcou a fechar a primeira pare, mas o ressalto, não foi caprichosamente para a baliza, no entanto, também ele penalizado, pelo momento triste do livre, já explicado na avaliação de Gavilan

Dani– Nota 4
Dani, foi a primeira opção, entrou para o lugar de Celestino, e entrou bem, mas o treinador fez o favor de o fazer desaparecer do jogo, colocou-o a jogar atrás dos avançados, e depois no lado direito, enfim... Ele não tem culpa.

Igor – Nota 1
Igor entrou, para se desentender com Gavilan e Freddy na execução de um livre.

André Almeida – Nota 1
O iluminado que temos no banco, achou que o André fazia falta no jogo, a três minutos do fim, com o jogo já mais que resolvido, o André não tem culpa.
____________________________
Regras:
(1) As notas são atribuídas na escala de 0 a 10 e são da responsabilidade do autor.
(2) O «Belém Livre» institui 3 troféus, um para cada das seguintes modalidades: Futebol, Andebol e Futsal
(3) No final da época o jogador vencedor do respectivo troféu é convidado de honra da cerimónia de atribuição do troféu, em local e em condições a designar.

Vamos lá «tratar» dos nossos amigos do Alpendorada...


Não sou o Sharky, mas conto convosco para festejarmos mais uma vitória dos "Conquistadores", amanhã pelas 18 horas, no Pavilhão Acácio Rosa!

Alguém viu o Belenenses?

Eu, não vi, não quero acreditar que aquilo a que assisti ontem no Estádio do Restelo seja o Belenenses, são nem mais nem menos que onze pessoas, com a camisola azul, que tem o nosso símbolo, a correrem atrás de uma bola de futebol.
O que eu realmente vi, foi, uma equipa sem rei nem roque, uma orquestra onde o maestro não sabe o que faz e cada um dos músicos toca o que sabe, isso sim vi.
Primeira parte medíocre, ainda havia quem dissesse “nem estamos a jogar mal”, segunda com bons dez minutos iniciais, e depois…outra vez a normalidade, medíocre presença em campo à qual insistimos manter como registo.
As duas equipas, entraram como era de esperar com os esquemas habituais; no Belenenses, Fellipe Bastos no lugar de Zé Pedro no onze, não na posição; no Paços, Baiano a lateral direito e Maykon a lateral esquerdo, já que o titular se encontrava lesionado.
Princípio morno, primeira parte muito monótona, sem grandes rasgos, em que o Paços aproveitou a primeira oportunidade para marcar, e transformá-la em golo, com sorte é verdade, quer pelo facto de ser a primeira, mas também por um ressalto ter traído Nélson. Se até aqui o Paços não tinha feito muito, a verdade é que a partir daqui como que começou a justificar a vantagem, a equipa soltou-se e criou mesmo mais duas oportunidades de golo, uma delas flagrante.
O Belenenses acusou o toque, e demorou a encontrar-se, quer dizer, porque desencontrado esteve sempre, e só no final da primeira parte, através de Freddy, é que a equipa criou uma situação de golo, e aqui a sorte não esteve connosco, num ressalto, a bola não entrou.
Na segunda parte um ar de graça, ou pilhas novas que infelizmente não eram Duracel, só duraram dez minutos, e o jogo estava mais aberto, e quer Belenenses quer o Paços, passaram a encontrar mais facilmente o caminho para a baliza.
Até que aos sessenta e oito minutos, num erro de Rodrigo Arroz, nasce o segundo golo do Paços, e a partir daqui o jogo ficou sentenciado, não sem antes Barge, numa clara arte de bem receber, tenha também ele oferecido o terceiro golo ao Paços.
A partir daqui a equipa desuniu-se ainda mais, e ainda teve tempo para se desentender na marcação de um Livre em que Gavilan, Freddy e Igor, deram um espectáculo deprimente, acabando por ser um dos homens do treinador (Ivan) a marcar o malfadado livre.
Agora e depois de uma crónica mais ou menos fiel ao que se viu em jogo, opinião pessoal, as ausências de Zé Pedro e Yontcha, não explicam tudo, pois quando há trabalho de campo (treino) as coisas podem não sair tão bem, mas os processos estão lá, o nosso meio campo pressiona com os olhos, e é lento a movimentar-se ofensivamente, ontem então, tirando Felipe Bastos, que tem alguma velocidade (não a sabe é usar), os jogadores são muito lentos, e isso faz-se sentir no resto da equipa.
João Carlos Pereira, voltou a mostrar que não sabe ler o jogo, e ontem apresentou mais uma «pérola», fez entrar Dani, um extremo esquerdo...que andou a jogar a dez, e à direita…é um Barge (faz tudo) ofensivo.
Ou seja, o homem anda perdido, não tem pulso no balneário, aquele livre já reportado, assim o mostra, não trabalha o suficiente, mexe sempre mal, não sabe ler o jogo, enfim uma nulidade como treinador, que nem em conferência de imprensa consegue assumir os erros, ou o que está mal, ao contrário do corajoso Nélson, que chamou os bois pelos nomes.
Sr. João Carlos Pereira, quando se perde por três bolas a zero, e o melhor jogador da equipa é o guarda-redes…é mesmo um drama!
Acabo como comecei...alguém viu o Belenenses?

Não percas a dignidade. Vai embora porque não te queremos no Belenenses!

"Não é nenhum drama, são três pontos. Não foi nada do que prevíamos, mas vamos atrás do nosso objectivo principal. Os próximos dias vão ajudar a limpar a cabeça para ir à procura de resultados positivos. Com apoio ou sem vamos fazer o nosso trabalho. Compreendo a ansiedade devido ao passado recente. Queremos mais eficácia, com trabalho vamos consegui-lo" (João Carlos Pereira à Sporttv)

«Lord» Nélson dixit.

“Temos uma equipa jovem, mas quem se esconde do jogo não pode ser jogador, temos de assumir responsabilidades, porque este era um jogo ao nosso alcance. A crítica é para todos, temos de assumir que podemos fazer mais e melhor, temos de ter orgulho em ser jogadores do Belenenses.”

De que serve um empate seguido de uma derrota?


Hoje é o primeiro dia do resto da tua vida

E vem-nos à memória uma frase batida, pode-se utilizar bem e bastante este pequeno trecho (invertido), naquilo que é a vida e a antevisão para o jogo de hoje, com o Paços de Ferreira.
Na realidade em muitas ocasiões, na nossa vida como clube, temos tido muitos momentos destes (quase sempre desperdiçados), e hoje é apenas mais um.
De facto e após termos tido durante nove jornadas, defrontado todos os adversários, teoricamente e alguns efectivamente mais fortes, eis que chega a fase do campeonato, em que vamos defrontar os nossos adversários mais directos, numa luta de igual por igual, para ficar à tona de água.
Não me lembro, de conjuntura, tão favorável em termos de calendário, como o desta época, nos próximos sete jogos, cinco serão em casa, e penso que oportunidades não podem (ou devem) ser desperdiçadas, sob pena de ficarmos mesmo numa situação de corda na garganta.
Até aqui, uma vitória, (Naval), empates moralizadores (Alvalade e Dragão), e o não perder com equipas do mesmo campeonato (Nacional e Braga, não fazem parte dele infelizmente), mas todo o capital de confiança conseguido na ultima jornada no Dragão, não pode agora ser deitado borda fora, nos jogos onde temos de assumir, e onde temos mesmo de vencer, de que vale um ponto no Dragão, se com quem medimos forças directas não vencemos? Certamente não iremos acabar o Campeonato empatado em pontos com o FC Porto, por isso e apesar da importância do ponto, não serão esses jogos que nos irão decidir o trajecto no campeonato.
Começamos um ciclo favorável, mas com uma situação dificultada, por ausências de peças importantes e influentes, Yontcha e Zé Pedro à cabeça, realmente o cérebro e o finalizador, estão de fora, se na finalização, Lima começa a aparecer com um nível já interessante, na organização, o caso já é diferente, e a falta de Zé Pedro, irá por certo sentir-se.
Vamos defrontar uma equipa, que procura ainda encontrar-se com os processos, de um novo treinador, Ulisses Morais, substituiu Paulo Sergio, entretanto saiu para Guimarães, ser á também o regresso ao Restelo, de três jogadores, Roncatto, Baiano e Maykon, estão nos convocados.
Até que ponto não fariam falta no actual plantel, se Roncatto tinha contra si saídas nocturnas, tacticamente era exemplar, e o que dizer de Baiano, com uma margem de progressão tremenda, Maykon neste esquema de losango, possivelmente seria uma boa solução para a interior esquerda.
Equipas de Ulisses Morais, não costumam ter muitos segredos, 4X3X3, fechadas, e saídas rápidas para o contra-ataque, e perigosas em lances de bola parada, Cristiano é jogador a merecer uma atenção especial, pois todo o processo ofensivo passa por ele, Baiano com Paulo Sergio, jogava numa posição mais avança, vamos ver com Ulisses Morais, qual será a sua posição se lateral direito, se uma posição ofensiva na ala direita.
Na nossa equipa, resta saber quem irá fazer o Lugar de Zé Pedro, Ivan tem jogado de início, por isso, deverá ser Filipe Bastos, simplesmente porque não acredito na aposta de JCP, em André Almeida logo no alinhamento inicial.
A outra preocupação que tenho, tem a haver com a atitude, que atitude teremos hoje, na montra do Dragão, todos a tiveram certa, e hoje? Com os holofotes da ribalta direccionados para eles, comportaram-se condignamente, resta saber hoje em mais um jogo fantasma do nosso Campeonato, como a equipa se irá comportar.
Termino como termina a música :
E entretanto o tempo fez cinza da brasa
e outra maré cheia virá da maré vazia
nasce um novo dia e no braço outra asa
brinda-se aos amores com o vinho da casa
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida.

As «cabazadas» da semana...

Campeonato Nacional de Rugby (3ª. Jornada)

CDUP, 0 - BELENENSES, 56

3º. Torneio César Branco (Andebol A1)

Belenenses, 35 - Sporting, 22

A mascote: Proposta de André Oliveira

O Belenenses precisa de uma mascote.
Ser “Pastel” é um orgulho mas este símbolo, que acompanhará para sempre o Belenenses, dificilmente conseguirá ser materializado em mascote. Seria ridículo ver alguém com um fato em forma de Pastel de Belém a promover o Clube.
O golfinho (que felizmente não vingou) não era claramante adequado para mascote do Belenenses. É um símbolo do Sado que é identificado com o clube da região e para além disso, entre leões, águias e dragões, o golfinho assume um papel demasiado simpático, faltando-lhe a força e a garra que uma mascote precisa de ter no universo clubístico português.

As “conquistas de além mar” que enchem de orgulho todos os portugueses, estão também desde sempre relacionadas com o nosso Clube. Pelos símbolos, pelos feitos e pela localização geográfica da nossa “casa”.

Este simbolismo tem que se manter. A isto, temos que acrescentar uma ideia de força, de vontade e de garra. Conforme referido no briefing para o desenvolvimento da proposta, temos que infundar respeito e consideração aos nossos adversários. Como tal...

O caminho a seguir:

ASSOCIAÇÃO AO MAR + FORÇA + GARRA + RESPEITO


Mas uma mascote também tem que ser simpática e divertida, por isso...


Apresento-vos o SHARKY


Trata-se de uma nova espécie de tubarão, o Tubarão Pastel!

Deriva do tubarão azul mas é mais simpático e divertido que os seus antecessores de espécie.

Preza muito o fair-play mas não deixa de mostrar os dentes aos adversários quando é preciso impor respeito.

E mais importante que tudo isto, é do Belenenses desde pequenino!

Luís André de Matos Sequeira Oliveira
Sócio nº 3018

A mascote: Proposta de Vitor Gomes

Apresento o “Restelito”.


Ele é um «Rapaz da Praia».

Pôs chapéu de almirante,

Calçou botas de nobreza,

E fez-se, de peito feito, à luta com iguais.


A sua história passada assim o conta.

Troféu «Jogador do Ano - Futsal 2009/10»: Figura do Jogo, Classificação à 8ª jornada

Eis que à oitava jornada, surge, alguém que se isola, na classificação de figura do jogo, Angelo, recebe a nomeação, pela segunda vez esta época, um golo de belo efeito e uma exibição segura, sempre que esteve em campo, fizeram pender a balança, para o seu nome, na escolha.

A Figura do Jogo 1: Paulinho

A Figura do Jogo 2: Côco

A Figura do Jogo 3: Paulo Henrique

A Figura do Jogo 4: Marcelinho

A Figura do Jogo 5: Ângelo

A Figura do Jogo 6: Jardel

A Figura do Jogo 7: Pedro Cary

A Figura do Jogo 8: Ângelo
________________________________
Regras:
(1) As distinções da jornada são da responsabilidade do autor.
(2) O «Belém Livre» institui 3 troféus, um para cada das seguintes modalidades: Futebol, Andebol e Futsal
(3) No final da época o jogador vencedor do respectivo troféu é convidado de honra da cerimónia de atribuição do troféu, em local e em condições a designar.

A mascote

Tenho a perfeita consciência que existem no Belenenses problemas muito mais importantes que aquele que venho narrar.
No íntimo, considero que há questões que diminuem em grande escala a situação em causa. Admito no entanto que há coisas que não devem ficar caladas quando reflectem um estado de anarquia e de desrespeito para com a própria instituição. Refiro-me como o título indica, ao tão falado concurso de ideias para a futura mascote do Belenenses.

Em Julho de 2009 foi publicado pela primeira vez no site oficial ,o convite à participação de todos os sócios na criação duma ideia para esse efeito. Foi repetido inúmeras vezes e ainda hoje lá está, estupidamente esquecido com as datas super ultrapassadas.
Como Belenenses e com o sentido de colaborar nas iniciativas do meu clube, como alguns mais o fazem, enviei por e-mail em 12 de Agosto, o boneco da minha proposta de mascote para o endereço referido no apelo: mascote@osbelenenses.com.

Como devem ter reparado nos programas das iniciativas do 90º aniversário, figurava entre outras a divulgação da famigerada mascote. Ainda hoje pode ser vista a sua referência no bloco alusivo àquelas. Chegou a ser publicitada a sua divulgação na festa do Casino. Repentinamente desapareceu o anúncio da sua conclusão. Em "90 anos: Programa de comemorações" do passado dia 28 de Outubro publicado no referido site oficial, nem uma palavra sobre o assunto.

Como tive o cuidado de escrever no início desta peça, o Belenenses tem problemas mais importantes a resolver. Um deles por exemplo, é a falta de verdade em iniciativas propaladas e não realizadas. Como exemplos, o placard publicitário, a restauração dum site condigno representativo do nosso Belenenses, os dois milhões, as Salésias, a dinamização da Loja Azul, o renascimento da mística do CFB, a “Fundação Belenenses”, a campanha de angariação de sócios (sabendo nós que existe um trabalho feito e apresentado mas não implementado nem sequer discutido), etc., etc., etc..

Como alguém disse há tempos, a verdade anda escondida, há muitos porquês sem resposta, a verdade não é negociável. Acrescentarei da minha parte que há mais Pinóquios no Belenenses do que julgávamos.

Voltando à famigerada mascote e para terminar, acrescento que admito muito naturalmente a desistência dessa iniciativa mas com a devida informação aos concorrentes e aos sócios em geral. Mesmo assim e com a devida correcção, enviei na semana passada o protesto/ pedido de explicação para o endereço acima referido, com cópia para : presidencia@osbelenenses.com.
Dado o facto de aqui estar relatada esta história, fácil é depreender o desinteresse e a “preocupação” com que quem de direito procurou atenuar a falta de elegância e decoro manifestada.

PS: Para que o infeliz boneco não fique desiludido com o Belenenses, prometo em breve apresentá-lo.

Vale a pena recordar Antchouet


Fonte: henriantchouet.blogspot.com

Troféu «Jogador do Ano - Futebol 2009/10»: Classificações, Jornada 9

Nélson-------------------------61 Pontos
Barge--------------------------49 Pontos
Gavilan------------------------49 Pontos
Mano---------------------------46 Pontos
Diakité-------------------------45 Pontos
Fredy---------------------------43 Pontos
José Pedro------------------41 Pontos
Celestino---------------------35 Pontos
Rodrigo Arroz--------------33 Pontos
Yontcha-----------------------33 Pontos
Lima----------------------------31 Pontos
Fellipe Bastos--------------24 Pontos
Ivan Santos------------------24 Pontos
André Pires-----------------19 Pontos
Beto-----------------------------15 Pontos
Pelé-----------------------------13 Pontos
Tiago Gomes-----------------12 Pontos
André Almeida--------------11 Pontos
Igor--------------------------------8 Pontos
Freddy Adu--------------------6 Pontos
Cândido Costa---------------6 Pontos
Devic-----------------------------5 Pontos
________________________________________
Regras:
(1) As notas são atribuídas na escala de 0 a 10 e são da responsabilidade do autor.
(2) O «Belém Livre» institui 3 troféus, um para cada das seguintes modalidades: Futebol, Andebol e Futsal
(3) No final da época o jogador vencedor do respectivo troféu é convidado de honra da cerimónia de atribuição do troféu, em local e em condições a designar.

Comunicado da Fúria Azul

1. Na passada 6ª feira, dia 30 de Outubro, disputou-se no Estádio do Dragão um jogo entre as equipas do Futebol Clube do Porto e do Clube de Futebol Os Belenenses.

2. A Fúria Azul, que apoia as equipas do Belenenses desde há 25 anos, organizou uma viagem autocarro, por si alugado e suportado, para permitir que os seus membros e outros sócios do clube se deslocassem desde a zona da Grande Lisboa até ao local onde o jogo decorreu.

3. Apesar de nenhum material da Fúria Azul ter quaisquer “sinais com mensagens ofensivas, violentas, de carácter racista ou xenófobo, intolerantes”, fomos previamente avisados de que, por a Fúria azul não ter efectuado o registo a que refere o artº 15º da Lei nº 39/2009, de 30 de Julho (e, anteriormente, a Lei nº 16/2004, de 11 de Maio), os membros do grupo não poderiam entrar no Estádio do Dragão com faixas ou estandartes com o símbolo da Fúria Azul.

4. Não obstante nos repugnar o conteúdo discriminatório, anti-democrático e anti-constitucional dessas Lei e dessa exigência, não nos apresentámos no Estádio do Dragão com faixas ou estandartes onde estivessem inscritos quaisquer palavras ou símbolos alusivos à Fúria Azul.

5. Foi, portanto, com bastante surpresa e revolta que nos vimos confrontados com a recusa de entrar com faixas que tinham, unicamente, os símbolos, as cores e o nome do Clube de Futebol Os Belenenses.

6. Essa recusa obstinada e prepotente, por parte de uma qualquer autoridade “invisível”, que só por telefone contactava com agentes policiais a quem dava ordens (apesar da estupefacção de alguns destes), manteve-se, apesar da prolongada argumentação de elementos da Fúria Azul.

7. Consideramos gravíssimo que cidadãos sejam impedidos de entrar num recinto desportivo com o nome ou símbolos do seu clube.

8. Mais grave ainda é esta situação, quando em jogos decorridos no mesmo período temporal, como o F.C.Porto – Académica ou o Sporting de Braga – Benfica, o procedimento foi totalmente diferente, entrando símbolos de grupos que também não se registaram. Note-se que não contestamos essa entrada mas, somente, a discriminação, a desigualdade de tratamento.

9. Num jogo televisionado, em canal aberto, visto por largas centenas de milhares de pessoas, a impossibilidade de ser visualizada, nas bancadas, a marca registada do Belenenses e respectivo símbolo, constitui um grave prejuízo para o clube, inclusive em termos financeiros, não podendo deixar de ser evocado o artº 22º da Constituição da República Portuguesa.

10. Face ao exposto, e considerando a violação contudente dos artºs 2º, 13º, 18º, 26º, 37º e 45º da Constituição, a Direcção da Fúria Azul vem manifestar publicamente o seu mais vivo repúdio e protesto perante estas situações, esperando que o Clube de Futebol Os Belenenses tome as diligências adequadas para defender os legítimos direitos dos seus associados e, particularmente, de um dos seus Núcleos.

Lisboa, Belém, 1 de Novembro de 2009
A Direcção da Fúria Azul

Clemente

Photobucket

O nosso inimigo público e notório: Vitor Clemente

Sempre que apita jogos do Belenenses demonstra prepotência, arrogância e falta de isenção. Prejudica-nos sistematicamente, goza com os verdadeiros belenenses, desprestigia o trabalho dos nossos profissionais de futsal.
Ontem em Vila Verde foi uma vez mais uma escandaleira. O que terá contra nós?

Festejámos o Halloween em Vila Verde agora venha o Alpendorada

Invadimos Vila Verde apoiando os "Conquistadores" e vencemos!
Agora há que ganhar ao Alpendorada e à equipa de arbitragem!
Estão convocados todos os «pastéis» para abarrotar o Acácio Rosa!

Troféu «Jogador do Ano - Futebol 2009/10»: Classificações, Jornada 9

Nélson – Nota 8
Entrou mal no jogo com uma trapalhada que acabou por resolver a pontapé. Fez logo o sinal da cruz calçou as luvas do diabo e da combinação resultou uma exibição de mão cheia com punhos de aço. Só não deteve o golo de Farías porque o remate foi quase à queima roupa e nem lhe deu tempo de reagir.

Mano – Nota 7
Confiante, arrojado até, e regular o tempo todo. Segurou os adversários, empurrou-os, inclusivamente, enquanto teve oportunidade para isso. Um dos esteios da defesa.

Arroz – Nota 5
Saiu Lesionado. Quem sabe, em boa hora. Foi dos jogadores que estiveram mais sob pressão, o que teve mais deslizes...

Diakité – Nota 5
Para quem não é central de raiz saiu-se bem. Muito melhor a cortar as asas aos portistas e a sair com a bola jogável. Como um médio!

Barge – Nota 6
Lateral-esquerdo adaptado. Mas disfarçou bem as suas limitações, através do seu espírito combativo. E o passe que levaria Lima até à área adversária e ao golo foi da sua autoria.

Gavilan – Nota 7
Corajoso, sempre em jogo, à procura da bola e de filtrar o jogo do adversário. Um dos grandes obstáculos para os portistas.

José Pedro – Nota 5
O regresso do farol da equipa. Mas por pouco tempo, apenas 52 minutos. O suficiente para arrancar um amarelo a Rolando e desferir dois remates relativamente perigosos.

Celestino– Nota 6
Elo de ligação entre a linha média e um ataque entregue a dois elementos, mas mais a um: Lima. Ficou-se por povoar bem o meio-campo!

Ivan – Nota 5
Defendeu-se, defendeu bem. Afinal, o que a dado momento interessava.

Lima – Nota 7
Deveria jogar mais perto de Fredy, mas a realidade sobrepôs-se à estratégia e ficou-se mais pela linha média até... que logo no início da segunda parte surgiu mais à frente e marcou o 0-1. E um golo de grande classe.

Fredy – Nota 6
O mais inconformado, o mais isolado numa frente de ataque... inexistente. Ou quase. Valeu-lhe não olhar para trás, nem para os lados. Não chegou como queria à frente, arrastou algum jogo da sua equipa até próximo da área portista.

Devic
– Nota 5
Rendeu Rodrigo Arroz. E em boa hora para os azuis.

Felipe Bastos – Nota 5
Devolveu algum do fôlego perdido da equipa. Sobretudo, deu ânimo aos companheiros para susterem o assalto final dos dragões.

Cãndido Costa – Nota 2
Foi chamado para queimar tempo e algum do jogo dos portistas.
____________________________
Regras:
(1) As notas são atribuídas na escala de 0 a 10 e são da responsabilidade do autor.
(2) O «Belém Livre» institui 3 troféus, um para cada das seguintes modalidades: Futebol, Andebol e Futsal
(3) No final da época o jogador vencedor do respectivo troféu é convidado de honra da cerimónia de atribuição do troféu, em local e em condições a designar.