Ano 2008.
Estamos em pleno século XXI.
Já ninguém se lembra quem inventou a fibra óptica e quase nos esquecemos que existiram aparelhos VHS.
Mas ainda existe um Clube – os gauleses de Goscinny não estão sós! - Que vai resistindo, desesperada e amadoramente lutando contra as nocivas forças da globalização desportiva.
Qualquer dia, orgulhosamente sós, numa espécie de limbo embalsamado, onde só nas empoeiradas páginas dos velhos manuscritos da Torre do Tombo se encontrará a história dum Clube que já foi Magno.
E porquê?
Porque os Homens…
No fim de mais um triste ciclo, torna-se absolutamente essencial deslocarmo-nos na máquina do tempo, seja a hybrido seja a biodiesel, com perspicácia e competência, mas determinados a fazer renascer, qual Fénix, o nosso Grandioso CLUBE DE FUTEBOL “OS BELENENSES”.
Precisamos, como o pássaro dourado da mitologia grega, de uma auto-flagelação, de uma auto-combustão, para regressarmos mais fortes?
Sim, decerto.
Precisamos de renascer renovados, sobretudo dos Homens.
Não queremos mais molduras sem brilho na Sala de Troféus.
Precisamos eliminar “tecidos mortos”, quebrar ramificações, porque, se o não fizermos não conseguiremos nunca mudar a plumagem, reaparecer de facto resplandecentes. Se o não fizermos seremos apenas uma clonagem, aparente, mas sem fulgor.
A Fénix renascida
No início de mais um ciclo, suspensos na trémula herança e na escassez de fé, pede-se aos candidatos ou aos candidatos a candidatos que tracem os seus próprios caminhos, que façam a rotura com o passado e os seus peregrinos, imunes ás pressões do tipicamente lusitano factor “C”.
Não é possível sorrir a Deus (seja ele qual for ou mesmo nenhum) e abraçar o Diabo*(ver Fábula de Esopo em rodapé)
Pede-se mudança das mentalidades, dos conceitos.
Pede-se know-how, savoir-faire ,nas várias áreas.
Pede-se visão, projecção, optimização, mas não utopia.
Pede-se controlo orçamental mas investimento na formação, na prospecção, na procura de mais-valias.
Pede-se paixão.
Viva o C.F.”Os Belenenses”
*O velho, o rapaz e o burro
Um homem ia com o filho levar um burro para vender no mercado.– Ó homem, o que você tem na cabeça para levar um burro estrada fora sem nada no lombo enquanto você se cansa? – disse um homem que passou por eles.Ouvindo aquilo, o homem montou o filho no burro, e os três continuaram seu caminho– Ó rapazinho preguiçoso, que vergonha deixar o seu pai, um velho, andar a pé enquanto vai montado! – disse outro homem com quem cruzaram.O homem tirou o filho de cima do burro e montou ele mesmo. Passaram duas mulheres e uma disse para a outra:– Olhem só que egoísta! Vai o homem no burro e o filhinho a pé, coitado...Ouvindo aquilo, o homem fez o menino montar no burro na frente dele. O primeiro viajante que apareceu na estrada perguntou ao homem:– Esse burro é seu?O homem disse que sim. O outro continuou:– Pois não parece, pelo maneira como o senhor trata o bicho. Ora, o senhor é que devia carregar o burro em vez de obrigar a carregar com duas pessoas.
Na mesmo momento, o homem amarrou as pernas do burro num pau e lá foram pai e filho, aos tropeções, carregando o animal para o mercado. Quando chegaram, toda a gente desatou a rir, a rir tanto que o homem, enfurecido largou o burro, pegou no filho pela mão e voltou para casa. [Fábula de Esopo]
Moral da história:
Quem quer agradar a todos não agrada a ninguém !
Estamos em pleno século XXI.
Já ninguém se lembra quem inventou a fibra óptica e quase nos esquecemos que existiram aparelhos VHS.
Mas ainda existe um Clube – os gauleses de Goscinny não estão sós! - Que vai resistindo, desesperada e amadoramente lutando contra as nocivas forças da globalização desportiva.
Qualquer dia, orgulhosamente sós, numa espécie de limbo embalsamado, onde só nas empoeiradas páginas dos velhos manuscritos da Torre do Tombo se encontrará a história dum Clube que já foi Magno.
E porquê?
Porque os Homens…
No fim de mais um triste ciclo, torna-se absolutamente essencial deslocarmo-nos na máquina do tempo, seja a hybrido seja a biodiesel, com perspicácia e competência, mas determinados a fazer renascer, qual Fénix, o nosso Grandioso CLUBE DE FUTEBOL “OS BELENENSES”.
Precisamos, como o pássaro dourado da mitologia grega, de uma auto-flagelação, de uma auto-combustão, para regressarmos mais fortes?
Sim, decerto.
Precisamos de renascer renovados, sobretudo dos Homens.
Não queremos mais molduras sem brilho na Sala de Troféus.
Precisamos eliminar “tecidos mortos”, quebrar ramificações, porque, se o não fizermos não conseguiremos nunca mudar a plumagem, reaparecer de facto resplandecentes. Se o não fizermos seremos apenas uma clonagem, aparente, mas sem fulgor.
A Fénix renascidaNo início de mais um ciclo, suspensos na trémula herança e na escassez de fé, pede-se aos candidatos ou aos candidatos a candidatos que tracem os seus próprios caminhos, que façam a rotura com o passado e os seus peregrinos, imunes ás pressões do tipicamente lusitano factor “C”.
Não é possível sorrir a Deus (seja ele qual for ou mesmo nenhum) e abraçar o Diabo*(ver Fábula de Esopo em rodapé)
Pede-se mudança das mentalidades, dos conceitos.
Pede-se know-how, savoir-faire ,nas várias áreas.
Pede-se visão, projecção, optimização, mas não utopia.
Pede-se controlo orçamental mas investimento na formação, na prospecção, na procura de mais-valias.
Pede-se paixão.
Viva o C.F.”Os Belenenses”
*O velho, o rapaz e o burro
Um homem ia com o filho levar um burro para vender no mercado.– Ó homem, o que você tem na cabeça para levar um burro estrada fora sem nada no lombo enquanto você se cansa? – disse um homem que passou por eles.Ouvindo aquilo, o homem montou o filho no burro, e os três continuaram seu caminho– Ó rapazinho preguiçoso, que vergonha deixar o seu pai, um velho, andar a pé enquanto vai montado! – disse outro homem com quem cruzaram.O homem tirou o filho de cima do burro e montou ele mesmo. Passaram duas mulheres e uma disse para a outra:– Olhem só que egoísta! Vai o homem no burro e o filhinho a pé, coitado...Ouvindo aquilo, o homem fez o menino montar no burro na frente dele. O primeiro viajante que apareceu na estrada perguntou ao homem:– Esse burro é seu?O homem disse que sim. O outro continuou:– Pois não parece, pelo maneira como o senhor trata o bicho. Ora, o senhor é que devia carregar o burro em vez de obrigar a carregar com duas pessoas.
Na mesmo momento, o homem amarrou as pernas do burro num pau e lá foram pai e filho, aos tropeções, carregando o animal para o mercado. Quando chegaram, toda a gente desatou a rir, a rir tanto que o homem, enfurecido largou o burro, pegou no filho pela mão e voltou para casa. [Fábula de Esopo]
Moral da história:
Quem quer agradar a todos não agrada a ninguém !


