O corno retorcido,
acordou,
sentiu a cama fria,
e bolsou.
A .uta fugira?
Indagou?
Acabara a preguiça,
imaginou!
O silêncio,
apavora-o,
a qualquer chulo,
aliás.
Quando não se trabalha,
não há paz,
só incertezas,
e temor!
Mas a .uta, arguta,
voltou ao lar.
fora ao Monsanto,
vender "amor",
trazer o pilim,
pró sustentar,
o corno retorcido,
sossegou...
Postou-se frente ao espelho,
e monossilabou,
a cobardia era o crachá,
da heroicidade,
há muito que perdera
a mocidade,
agora só o vómito,
cacarejante.
Desprezado pela .uta,
sem poder entrar na luta,
o inútil, desesperou!
E a morte desejou.
Aos cornudos retorcidos,
que lhes hei-de fazer!
Dar-lhes outro par,
de cornos?
Ou desconsertar-lhes,
as fuças...
Nunca gostei,
de fedelhos.
De .utas,
ainda menos,
Tolero alguns,
"velhos",
filhos de puta!
Nem vê-los...
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