Il premio per viltà Queiroziana


Quando se nasce cobarde e poltrão, morre-se cobarde.

Não levamos cinco ou seis porque tivemos um guarda redes Herói, este merdas deste queirozinho, vaidoso, pavão e inimputável, levou um baile de bola (60 contra 40% de posse de bola), foi um dos jogos mais cobardes que vi a selecção efectuar nos últimos tempos, a saída de Hugo Almeida é digna dum fim à Alfred Histcok. Paz à sua alma e do merdas do putanheiro mandamil, figurinha da banda desenhada do Gato Negro, ali para os lados da Praça da Alegria.

Certamente vai ser num futuro muito próximo, ministro ou director geral deste país de mentecaptos, há sempre um prémio para os cobardes e poltrões! Foi-se a alegria do povo.

"puta"-que-os-pariu.

PS 1Na década de 80, foi-me pedido que intercedesse junto do pai do nosso juvenil Tony Richard, trazido por mim do CDM, nascido no Canadá, mas filho de Portugueses de Leiria, para que requeresse a dupla nacionalidade, afim de servir as selecções jovens de Portugal (este atleta jogou no Juventude de Belém);

PS 2 Na altura fiz ver a Nélo Vingada e Carlos Queiroz que a dupla nacionalidade poderia levar o miúdo à tropa, receio justificado dos pais para resistirem ao desejo dos seleccionadores. O Tony Richard acabou por ir a dois treinos da selecção e ser despedido sem explicações, quando os seus substitutos eram inferiores, quer do ponto de vista técnico, atlético ou mental, apesar do "canina" Tony Richard ser um Dez Reis de Gente;

PS 3A falta de carácter é uma merda que vem no adn dos sem vergonha;