Farto de números de mau trapézio e de "luíses de matos" de 5ª. categoria, não resisto a contar como aconteceu "o provérbio" de Singapura.
Ex-"Reino" do desenrasca e das jabardices de toda a ordem, esgoto social e político de antanho, antro de bandidagem por excelência, hoje, potência regional desenvolvida, sem dívidas ao FMI e à diva Merkel, estradas e varedas seguras, justiça actuante e políticos corruptos com direito a uma última foto junto da guilhotina, enfim, uma ditadura miserável..., mas boa para quem vive do suor do seu rosto, sem esquemas paralelos!
Se gosto de ditaduras? Não! Cresci numa e estive em armas voluntariamente no 25 de Abril! Para quê? Pensando estar a contribuir para dar um melhor futuro aos meus filhos e netos, puro engano! Chulice atrás de chulice, tudo a bem da democracia "dos eleitos desde o berço para nos governarem"! Retirem-se deste saco as poucas referências que resistiram a fuçar no pote do mel até Á MORTE, e aos que ainda resistem e continuam a clamar no deserto da indiferença.
A história recente deste país, não é pacífica, repor justiça e ordem, há-de ir sempre contra os senhores da gleba, seja aqui ou no Quimbustão.
Por isso, um janota de caqui e palmo de cara limpa, farto de esquemas, decidiu acabar com os reis da cortiça lá do sítio, não os remetendo para as vielas para continuarem a fecundar o passante incauto, mas para as trevas, passagem de ida direita ao mafarrico.
Conta-se que em poucos meses, de cerca de 500 mil presidiários restaram + / - 50 (até pode ser exagero), mas todos os passarões confessos foram para o reino dos céus, com uns gramas de chumbo nas asas.
Todos os servidores públicos corruptos (políticos, polícias, juízes, etc) foram igualmente no TGV celestial, face às provas existentes, igualmente os empresários esquemáticos seguiram em carruagem idêntica ou fugiram para Kuala Lampur, tal como os "doentes" que dormiam nas ruas e aterrorizavam passantes e incautos para sustentar o vício.
Mensagens eram difundidas avisando que o país estava doente e o cancro tinha de ser extirpado.
Depois da limpeza efectuada e reorganizado o sistema político, judiciário e penal, o mestre de caqui convocou eleições directas e candidatou-se a presidente, vencendo naturalmente.
Hoje, Singapura é um dos países mais seguros para viver-se, e na fronteiras virtuais, aos visitantes, é distribuída uma ficha de desembarque, ALERTANDO para o "DEAD" (morte), bem grande e a vermelho, explicando as penalidade sobre o transporte e posse de drogas.
Com zero virgula nada de cocaína encontrada, o sujeito ou é sumariamente fuzilado, ou é condenado a prisão perpétua e a trabalhos forçados.
E não adianta choramingar inocência, mesmo para os mais mais criativos, tipo surfista que tenta entrar em Singapura com prancha de recheada de cocaína, aparecendo depois a mamãe a pedinchar ao tio Lula para interceder pelo rapaz.
Nos hotéis, os "Guias da Cidade" tem uma página explicando que a polícia de Singapura garante a integridade física de qualquer mulher 24 horas por dia (na antiga Singapura, sem lei e ordem, as mulheres que saíam sozinhas raramente livravam-se de serem incomodadas, quando não eram estupradas).
O chiclete é proibido pelo simples facto de que sujam as calçadas da cidade e colam-se aos sapatos dos mais distraídos.
Não rara vezes, alguns visitantes e habitantes ocasionais são seguidos pela polícia de trânsito, sendo brindados no final das respectivas viagens, com cheques de 100USD, dada a sua impecável condução! O contrário, multas pesadíssimas e expulsão do país também ocorrem! Stop é para obedecer, nem que esteja plantado no meio do deserto...
Todos os servidores públicos corruptos (políticos, polícias, juízes, etc) foram igualmente no TGV celestial, face às provas existentes, igualmente os empresários esquemáticos seguiram em carruagem idêntica ou fugiram para Kuala Lampur, tal como os "doentes" que dormiam nas ruas e aterrorizavam passantes e incautos para sustentar o vício.
Mensagens eram difundidas avisando que o país estava doente e o cancro tinha de ser extirpado.
Depois da limpeza efectuada e reorganizado o sistema político, judiciário e penal, o mestre de caqui convocou eleições directas e candidatou-se a presidente, vencendo naturalmente.
Hoje, Singapura é um dos países mais seguros para viver-se, e na fronteiras virtuais, aos visitantes, é distribuída uma ficha de desembarque, ALERTANDO para o "DEAD" (morte), bem grande e a vermelho, explicando as penalidade sobre o transporte e posse de drogas.
Com zero virgula nada de cocaína encontrada, o sujeito ou é sumariamente fuzilado, ou é condenado a prisão perpétua e a trabalhos forçados.
E não adianta choramingar inocência, mesmo para os mais mais criativos, tipo surfista que tenta entrar em Singapura com prancha de recheada de cocaína, aparecendo depois a mamãe a pedinchar ao tio Lula para interceder pelo rapaz.
Nos hotéis, os "Guias da Cidade" tem uma página explicando que a polícia de Singapura garante a integridade física de qualquer mulher 24 horas por dia (na antiga Singapura, sem lei e ordem, as mulheres que saíam sozinhas raramente livravam-se de serem incomodadas, quando não eram estupradas).
O chiclete é proibido pelo simples facto de que sujam as calçadas da cidade e colam-se aos sapatos dos mais distraídos.
Não rara vezes, alguns visitantes e habitantes ocasionais são seguidos pela polícia de trânsito, sendo brindados no final das respectivas viagens, com cheques de 100USD, dada a sua impecável condução! O contrário, multas pesadíssimas e expulsão do país também ocorrem! Stop é para obedecer, nem que esteja plantado no meio do deserto...
Como diria o Fernando Pessa: ...e esta, hein!
Também acho que o nosso país tem potencialidades únicas para ser um oásis, quer na justa redistribuição da riqueza nacional, quer na tranquilidade e ordem públicas! Tal como o nosso Clube! O Clube de Futebol "Os Belenenses". Mas primeiro expulsem para bem longe todos os parasitas sociais, apenas porque fomos o primeiro país da Europa a abolir a pena de morte, ...só por isso...


