Primeiro era : pá. O símbolo que identificava o alfacinha malandro. Depois, em cada duas palavras metia-se o: portanto. A seguir apareceu o: de que. Ultimamente não se dispensava o: então. Eis quando chega abruptamente : os pressupostos!?
Já me esquecia, ainda houve uma época dourada da : perspicácia e irreverência (saudoso jornalista desportivo) e o: na minha terra (saudoso Açoriano e conversador nato).
Hoje discute-se o pressuposto do Clube de Futebol Os Belenenses ainda poder existir em 2046. Não o pressuposto de uma SAD despesista e irresponsável existir naquela altura…
Tudo em nome “da união”? Tudo em nome do "presente"? Que não em nome “do futuro”! Que não de algumas consciências responsáveis pelo descalabro, mas sempre envoltas no diáfano manto da transparência regimental.
Mas que pressupostos futuros terá uma instituição que suplica aos seus autorização para antecipar receitas? Que Autoridade moral terá alguém que governa com o dinheiro dos eventuais futuros netos?
Certamente a ruína! Quando se passam cheques do clube para pagar responsabilidades da sad, à revelia do financeiro, que curiosamente também estava indigitado para responsável das finanças da sad!
Já me esquecia, ainda houve uma época dourada da : perspicácia e irreverência (saudoso jornalista desportivo) e o: na minha terra (saudoso Açoriano e conversador nato).
Hoje discute-se o pressuposto do Clube de Futebol Os Belenenses ainda poder existir em 2046. Não o pressuposto de uma SAD despesista e irresponsável existir naquela altura…
Tudo em nome “da união”? Tudo em nome do "presente"? Que não em nome “do futuro”! Que não de algumas consciências responsáveis pelo descalabro, mas sempre envoltas no diáfano manto da transparência regimental.
Mas que pressupostos futuros terá uma instituição que suplica aos seus autorização para antecipar receitas? Que Autoridade moral terá alguém que governa com o dinheiro dos eventuais futuros netos?
Certamente a ruína! Quando se passam cheques do clube para pagar responsabilidades da sad, à revelia do financeiro, que curiosamente também estava indigitado para responsável das finanças da sad!
Os tais 700 ou 800 mil servem ou servirão para quê? Esconder a verdade por mais quantos dias? Chegarão a meses? E depois? Lá virá a história do coxo, que não o era, mas sim mentiroso compulsivo, e acabou por ser irremediavelmente desmascarado.
Na ardilosa e distante França, no tempo do Absolutista Luís XV era tudo mais fácil, e todos mais felizes, para além dum extenso rol de amantes oficiais (Mmes de Châteauroux, de Pompadour e du Barry), ainda tinha os seus pacatos mijadeiros, onde descarregava frequentemente os seus ataques de fúria e frustração, através do direccionamento do “jacto” mictório, não às vasilhas dependuradas aos pescoços dos moços, mas sim directamente à cara do infeliz que circulasse por perto, sempre que não apanhava a jeito o seu inefável inspector de finanças, Mons. Colbert, mais polido e ineficaz, certamente, mas menos fogoso que o economista, Ricardo Ferreira.



