Quando o Mar Enrola, Quem se Lixa é o Pobre do Mexilhão!

Num estado de direito, onde as leis são para se cumprir e iguais para todos, há muito que certos personagens já estavam engavetados e a pagar o preço das suas artimanhas à sociedade. Neste jardim de Abril, o sol ainda é só para alguns, não importa se são traficantes contumazes ou ladrões de colarinho branco.

Estas lérias servem tanto a sociedade civil como a desportiva, dado que o regabofe serve todos os chico espertos que pululam em ambos os lados e vão montando os respectivos elevadores de "glória", pouco se importando que os cadernais onde desmultiplicam a energia saloia, se vão esboroando uns atrás de outros, até as caixas de pandora se espatifarem nos respectivos pátios da verdade.

São tempos, onde os políticos para não variar, também seguem estes brilhantes exemplos!

Como o "mexilhão" tem a memória curta, e ainda não se paga imposto sobre as cantatas, há-de aparecer esquina após esquina, sempre mais um pregador de promessas nulas.

O pior é quando começa a soprar sueste e está maré cheia, aí o mar enrola, sacode os marujos de água doce, que regra geral desatam a chamar o gregório, mas quem se lixa outra vez, é o pobre do mexilhão.