
Têm vidinhas de caca,
certos cobardes do teclado,
colunas bífidas, sem alma,
valentões do boato.
Cresceram comendo fava,
furtada em cavalaria 7,
quando a noite ia alta,
e já trabalhava a plebe.
São despojos duma seita,
de pirralhos e rachados,
postados na doca-pesca,
roubando qualquer pescado.
Chicos expertos, vadios,
nobres da cheta furada,
coirões doutros navios,
cobras, de pele listada.
Não fora o Vadinho,
ser Belém, ter coração,
e comeriam sardiniscas,
apanhadas do alcatrão.
Esqueceram as origens,
os trapeiros afidalgados,
sem comida nas barrigas,
mal paridos e inchados.
o conde, bexigoso,
o visconde, d´alzheimer!
o marquês, merdoso,
o gordo, barriga dágua.
Certa tarde nas Salésias,
o Manel matou-lhes a fome,
ao piolhoso das lérias,
a Mariana, deu-lhe nome.
Conde, não foi de certeza!
Visconde? Também não!
Marquês? Só da baixeza!
Bronco? Tótó? Aldrabão!
O fala barato da roca,
ex-reisinho das procurações,
borra-se temendo a próstata,
a esquizofrenia, perturbações.
O dedo dos urologistas,
as hemorróides saídas,
dores e mais varizes,
pobres cruzes, parafinas.
Faz-te falta o confusões?
Dos telefonemas trocados!
Oito meses de procurações?
E perderam os tachos!
Triste e pobre realeza,
tão permissiva e incerta,
aceita qualquer punheta,
sem linhagem e palerma.
Certa tarde na horta seca,
enfardaste de verdade,
o tipo era careca!
Mas fez-te a vontade...
Por isso toma cuidado,
daqui só levas bananas!
Se continuares com fome?
O zoológico ou o tanas!
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Macaquinhos à Nora...
Publicado por JAN @ 23.3.10 Etiquetas: "Internautas", JAN, Rimetas


