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Saravá Futsal (do ainda) C.F.B. Parabéns!

Nesta foto estão os rostos dos 20 elementos mais visíveis do grupo de trabalho que com muito trabalho e dedicação conseguiram colocar o Belenenses novamente na I Divisão, mas não são naturalmente os únicos. Ainda hoje um atleta do plantel júnior foi preponderante na nossa vitória, marcando um golo decisivo e actuando como tivesse muitos anos de sénior. Metade da nossa equipa júnior deslocou-se a Albufeira para apoiar os seniores, eles que durante a semana treinam com os mais velhos e fazem parte da mesma família. Temos ainda os dirigentes do Núcleo de Amigos do Futsal - NAF mas também os seccionistas e colaboradores que ajudaram, e de que maneira, para que o objectivo proposto fosse atingido. 

PS: Com devida vénia, aproveitei parte do texto expresso no fb pelo amigo Pedro Lourenço, só tirei o parágrafo referente aos "desertores", porque na vida e no desporto, não aceito desonestidade intelectual, nunca podemos estar com os dois pés cá e lá! À priori, enquanto vivos por desorientação     ou insolação na linha do Equador!? Mas na vida! Só mortos, e mesmo assim, apenas quando esquartejados...

JAN

Citações

"O nosso arrependimento não é tanto um remorso do mal que cometemos, mas um temor daquilo que nos pode acontecer"

François Larochefoucauld

Descubra as diferenças ...

A primeira figura chama-se Muhammed Saeed al-Sahaf e era ministro da Propaganda do Iraque aquando da 2ª Guerra do Golfo, o segundo dispensa apresentações ... Descubra as diferenças

Segunda, 22

Mais uma vez, tem que se abrir as portas, mais uma vez tem que se chamar as pessoas...
Mais uma vez estamos numa situação de aflição.

O jogo de Segunda frente à Briosa Académica, ganha contornos dramáticos, naquilo que pode ser o futuro imediato do Clube, na realidade, é vista por todos como a ultima oportunidade, para dar a tão desejada sapatada na vida pontual do plantel profissional, do nosso futebol.
As condicionantes estão à vista de todos, ultimo lugar, quiçá até com muito mérito, e com o tão desejado oxigénio a cinco pontos, torna-se vital a conquista dos três pontos, neste duelo, que se antevê desde já difícil.
É verdade, que o nível das ultimas exibições, mostram mais empenho, mais querer, mais atitude, faltando mais sorte, ou então temos uma equipa a sofrer de uma qualquer maldição, que por justiça divina, paga pecados de jogos anteriores, em que a entrega, foi no mínimo a roçar o vergonhoso.
Mas para nós, sofredores, sócios adeptos ou até simples simpatizantes, o momento, não é de ficar a pensar em tudo o que de errado se passa, mas sim de apoiar, não que se esqueça… Nada disso, as responsabilidades têm de ser apuradas, mas neste momento, está algo mais importante, e que deveria ser sempre o mais importante, em jogo.
O que está em jogo, é o futuro do Clube de Futebol "Os Belenenses", e esse futuro, tem de passar obrigatoriamente, pela manutenção na Liga principal do futebol português.
Posso evocar várias razões, como por exemplo o lugar histórico, conquistado por mérito próprio, que apenas de coaduna com a primeira Liga, o lado financeiro, o descalabro que seria, enfrentar uma Liga de água, sem condições nem retorno financeiro.
O alerta, há muito que foi dado, também há muito que se prefere o fugir, o assobiar para o lado, o desconhecimento…a dar a cara, o participar activo naquilo que são as “obrigações de sócio”, pagar as cotas, e comparecer aos eventos onde aquela que é a razão do nosso ser enquanto amantes do fenómeno desportivo, participa.
Se o clube está esvaziado por dentro, o que dizer da visão que tem por fora, Segunda certamente saberemos, qual a visão.
O dia e a hora a que se realiza o jogo, vai certamente afastar muita gente, no entanto, aqueles que sofrem, aqueles que independentemente do tempo, da hora, do jogo, esses que sempre lá estão…Vão mais uma vez dizer presente.
Agora tem a haver com a consciência de cada um, o Belenenses precisa de todos, pode-se voltar as costas a tudo, aos jogos, aos atletas, aos dirigentes, mas à Instituição Clube de Futebol "Os Belenenses" não, pois a verdade é que todos os referidos anteriores, passam... mas a Instituição fica.
E sob pena de esta Instituição, ficar ferida de morte, o que vamos fazer ficar sentados, agir como a Orquestra do Titanic, que continuou tocando enquanto o barco afundava?
Não!!!! É hora de unir esforços em torno de um bem maior, o Clube de Futebol "Os Belenenses".
Eu lá estarei... como sempre.

Algo que nos alegre ...

Troféu «Jogador do Ano - Futebol 2009/10»: Classificação Jornada 17

Bruno Vale - Nota 5: Não teve culpa, no golo sofrido, evitou outro feito, no entanto não se percebe tanta lentidão na reposição da bola em jogo

Mano - Nota 5: Com a entrega do costume, as dificuldades maiores passaram-se do outro lado da defesa, no entanto o lance do golo partiu do seu lado .

Musthafa - Nota 5: Os centrais ainda denotam algum entrosamento o que é normal, muito ingénuo num lance na segunda parte em que permitiu que o avançado adversário galgasse terreno sem que atacasse a bola.
Marcos António - Nota 5: O mesmo que o colega do lado, no entanto tirou inclusivamente um golo feito, será uma boa dupla de centrais para o resto do campeonato

Miguelito - Nota 4: Entrou mal no jogo, e experimentou muitas dificuldades, também por estar bastante desapoiado, foi melhorando aos poucos, terminou já ao seu estilo habitual.

Gabriel Gomez - Nota 3: Desconcentrado, e perdido, uma falta idiota valeu-lhe o amarelo, uma mão,podia ter dado o segundo,com um árbitro mais rigoroso, bem substituído ao intervalo

Zé Pedro - Nota 3: Pior que a exibição, até porque todos têm dias maus, foi a atitude frouxa, mole, que pelos vistos contagiou os restantes colegas .

Cândido Costa - Nota 4: Os mesmos erros de sempre, corre muito e mal, algumas faltas desnecessárias, esteve no melhor da primeira parte com um remate, bem substituído

Freddy - Nota 3: Muito individualista, e a decidir quase sempre mal, mais um daqueles dias em que nada saiu bem, em que nada decidiu bem .

Lima - Nota 5: Agora já não é nenhum estranho, e as equipas, já sabem como joga, e a Naval conseguiu quase sempre travá-lo, mesmo assim um bom remate e uma oportunidade de golo, falhada.

Yontcha - Nota 4: Preso no meio dos centrais nunca conseguiu fugir da marcação nem nunca teve jogo suficiente para fazer algo mais, substituído ao intervalo, por estar tocado.

Celestino
- Nota 6: O melhor Belenenses em campo, e só jogou 45', logo no primeiro lance ofereceu o golo a Lima, e no final atirou bem perto da baliza, foi o mais perigoso, e o que foi segurando o meio campo, na segunda parte.

Fajardo - Nota 4: Não entrou bem, mas foi subindo de produção, acabou em alta.

André Almeida - Nota 3: Sem tempo para se mostrar muito, valeu pela atitude no final do jogo, ao chamar os restantes colegas para agradecerem ao público.

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Regras:
(1) As notas são atribuídas na escala de 0 a 10 e são da responsabilidade do autor.
(2) O «Belém Livre» institui 3 troféus, um para cada das seguintes modalidades: Futebol, Andebol e Futsal
(3) No final da época o jogador vencedor do respectivo troféu é convidado de honra da cerimónia de atribuição do troféu, em local e em condições a designar.

Ground Zero

O que pode levar uma equipa, a ter de vencer, e a entrar da maneira que entrou o Belenenses no jogo da Figueira?
Eu percebia, se sentisse que haviam jogadores com medo de ter a bola nos pés, mas não, entrada amorfa, sem nervo, sem vontade, enfim um completo desastre.
Primeiros vinte minutos, não para esquecer, mas para serem bem lembrados, porque aquilo que se assistiu, não foi digno de profissionais que usam uma camisola, que para eles pode ser uma qualquer… Mas que é uma camisola com um símbolo, com uma história, e que tem de ser respeitada a todo o minuto de jogo, em todo o metro que se corre, em todo o lance que se disputa. E isso na Figueira da Foz não aconteceu.
Equipa remodelada, com uma defesa praticamente toda ela estreante, mas não foi pela defesa que veio mal ao mundo, se bem que Miguelito, experimentou muitas dificuldades, principalmente na primeira parte, mais por desapoio, que por inércia sua.
No meio campo, é que esteve em grande parte o busílis, da questão, Gavilan, completamente desconcentrado e sozinho na cobertura ao meio campo adversário, Cândido muito igual a si mesmo, entrega inútil e exagerada por vezes, e pouco eficaz com a bola nos pés, Zé Pedro, para ele nem tenho palavras, esperamos sempre que algo saía do seu pé esquerdo, mas o grande problema é os espaços que abre por preguiça defensiva.
No ataque Fredy, Yontcha e Lima, Fredy que não deve de ter bola suficente durante os treinos semanais, quando a tem não a dá a ninguém, Yontcha, um pouco perdido e sem jogo suficiente para fazer estragos, Lima a entrega do costume.
Posto isto, primeiros vinte minutos miseráveis, onde inclusivamente sofremos o golo, e podíamos ter sofrido mais um (pelo menos), restante primeira parte, com a táctica do arrasta… Ou seja, deixa andar.
Segunda parte para melhor, mas não muito, as alterações operadas tiveram algum efeito, Celestino no lugar de Gavilan, acabou mesmo por ser o melhor Belenense, Fajardo no lugar de Yontcha, demorou a encontrar-se, primeira oportunidade de golo, por Lima logo no inicio, e a Naval, cá atrás confortavelmente à espera, do erro alheio, para conseguir algo mais.
No entanto o grave da situação, foi ver a apatia psicológica que a equipa apresentou, ou seja o deitar a toalha ao chão, o deixar rolar, que o que interessa é isto acabar, esta mentalidade é que preocupa.
António Conceição bem esbracejava, bem gritava lá para dentro, mas por incrível que pareça ninguém o ouvia, numa segunda parte que foi decorrendo de feição ao adversário e em que nós nem o desespero de chegar ao empate demonstrámos, tendo um pequeno esgar no final da partida com um livre, de Celestino.
A dor da derrota sentia-se nas bancadas, mas no rectângulo de jogo, parecia ser indiferente, tão indiferente ao ponto de nem sequer estar nos planos, vir agradecer aos poucos adeptos presentes, não fosse o menino André Almeida a chamar os colegas para tal, os adeptos nem do agradecimento de metade da equipa tinha tido direito.
Aqui entramos ainda noutro ponto, Zé Pedro, é o capitão de equipa, tem uma responsabilidade acrescida, dentro do plantel, como tal, não pode simplesmente demitir-se da sua função e não arcar com o peso que a sua posição tem dentro do grupo, ele deveria ter sido o primeiro a chamar os colegas, mas não retirou-se e assim todos o seguiram.
O Capitão é para o bom e para o mau, tem as responsabilidades bem definidas, e tem de as assumir perante o grupo, tem de chamar á pedra quem tem de ser chamado e tem de dar a cara quando as coisas não estão a correr pelo melhor.

Troféu «Jogador do Ano - Futebol 2009/10»: Classificação Jornada 16

Bruno Vale - Nota 5: Estava a ser o melhor em campo, até ao lance do segundo, em que saiu em falso, no entanto tirou pelo menos três golos feitos

Mano - Nota 5: Correu, deu profundidade ao lado direito, no resto não se pode pedir mais .

Devic - Nota 2: Como é possível que alguém com a sua altura não ganhe um único lance de cabeça? Culpado no terceiro golo.

Diakité - Nota 0: Se não queria jogar dizia, vinte e seis minutos de disparates consecutivos, e onde prejudicou e muito a equipa, entrada assassina no primeiro amarelo, entrada no mínimo estúpida no lance do penalti

André Pires - Nota 3: Regresso á titularidade, nervoso, acusou a responsabilidade, tem capacidades técnicas, mas tem de ser trabalhado psicológicamente.

Gabriel Gomez - Nota 5: O mais esclarecido, quando jogámos com dez, traído por Devic no lance do terceiro golo.

Zé Pedro - Nota 4: Falhou o penalti que não podia mesmo falhar, seria um tónico para a equipa, está muito mal fisicamente ainda .

Cândido Costa - Nota 4: A nota negativa tem a haver com a cabeça perdida quando a equipa ficou a perder, completamente perdido no campo, na segunda parte conseguiu ser dos mais esclarecidos.

Celestino - Nota 3: Mexer-se é mentira, apesar de estar melhor fisicamente, marcou uns livres e pronto .

Lima - Nota 6: O único a merecer palmas, corre procura jogo, remata constrói, pena os outros dez não lhe ligarem nenhuma.

André Almeida - Nota 4: Entrou mal, mas foi melhorando, e acabou a primeira parte como um dos mais esclarecidos, substituído ao intervalo.

Pelé - Nota 3: Entrou para fazer de terceiro central, cumpriu e ainda subiu algumas vezes a preceito.

Fredy - Nota 3: Correu, sempre desacompanhado, e algumas vezes correu mal.

Yontcha - Nota 5: Ultima opção (por não a primeira???), marcou um golo, fez o seu papel, estando ainda com uma enorme deficiência de ritmo.

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Regras:
(1) As notas são atribuídas na escala de 0 a 10 e são da responsabilidade do autor.
(2) O «Belém Livre» institui 3 troféus, um para cada das seguintes modalidades: Futebol, Andebol e Futsal
(3) No final da época o jogador vencedor do respectivo troféu é convidado de honra da cerimónia de atribuição do troféu, em local e em condições a designar.

Com tantas a”Judas”

Assim se deve ter sentido, António Conceição no final do jogo, com “amigos” destes, não preciso de “inimigos”.
Ficou provado, por A+B, que temos definitivamente (se não) a pior equipa da Liga (uma das piores), quando temos dois jogos consecutivos em casa, com os nossos adversários mais directos, e desperdiçamos (é maneira de falar) oportunidades de conquistar os três pontos a que teríamos acesso em caso de vitória.
Mas voltemos ao confronto com a equipa do mar, porque afinal quem meteu bastante água fomos mesmo nós.
Esquema táctico idêntico ao de segunda-feira com as novidades a serem as inclusões de Zé Pedro, André Almeida e André Pires, um lado esquerdo completamente renovado.
A equipa não entrou bem, mas aos poucos foi subindo de rendimento, e quando estava por cima, recebeu a primeira “traição”, Diakité aos vinte e seis minutos, num lance de contra ataque adversário, fez sinal a Vale, que tinha tudo controlado, apercebi-me depois que tinha mesmo, pois sabia perfeitamente onde ia dar a pantufada, mesmo no melhor sitio, na perna…há e dentro da área, lance no mínimo imbecil, ainda por cima já com um cartão amarelo, recebeu ordem de expulsão.
Equipa a jogar com dez, nervosismo instalado, jogadores como Cândido Costa experientes completamente perdidos, o menino André Pires, uma autêntica pilha de nervos.
Gavilan recuou para central, e ficámos a jogar praticamente em 3X3X3
Final da primeira parte, num claro sopro de inspiração, o Belenenses chega à área adversária, Mano consegue cavar um penalti, e aqui a segunda “traição”, Zé Pedro (Também tu, Brutus?), falha o penalti de maneira infantil, não me lembro de um penalti do Zé Pedro tão mal marcado como este.
Segunda parte, António Conceição, decidiu mexer, retirou juventude, se bem que no caso de André Pires se percebe, não estava a lidar com a pressão e já tinha um cartão amarelo (que quase foi vermelho), no caso do André Almeida, penso que foi errado, pois durante a primeira parte o André foi dos melhores em campo, com uma exibição em crescendo, e colocou... Juventude, Fredy e Pelé.
O esquema manteve-se, a equipa continuou a dar espaços e eis que surge mais uma “traição”.
Vale, até aí o melhor em campo, analisa mal a jogada sai-se em falso…e dá origem ao segundo golo leixonense.
A partir daqui acabou, a equipa desapareceu e apenas alguns rasgos de Cândido Costa, com passes longos, e o único jogador a merecer o nosso aplauso durante o jogo de ontem, Lima, o Belenenses lá mexia.
Mas a verdade é que não íamos ficar por aqui e Devic, decidiu, num lance simples comportar-se de forma desinteressada, e também ele fez a sua “traição”… Mais um golo, mais um balde de água fria.
Até ao final, assistiu-se ao passar penoso dos minutos, bolas que nunca mais acabava aquela tortura, um golo nos descontos de Yontcha para atenuar a diferença, mas que não atenuou a dor.
Estamos em ultimo lugar, e pode-se dizer que com todo o mérito.

Antevisão da Jornada: O jogo que temos mesmo de vencer

O jogo frente ao Leixões, ganhou uma importância extra, depois da vitória do Olhanense frente à Naval e o empate do Setúbal em Guimarães, não podemos adiar os três pontos de uma vitória por muito mais tempo.

Para relembrar, e inspirar, as imagens da ultima conseguida para o campeonato.

Golo de Yontcha


Golo de Ivan


Pode não ser um jogo de tudo ou nada, mas já era hora de ficarmos com o TUDO, em vez de nos agarrarmos ao NADA

Troféu «Jogador do Ano - Futebol 2009/10»: Classificação Jornada 15

Bruno Vale - Nota 5: Sem muito trabalho efectivo, e com algum nervosismo inicial, a verdade é que mesmo perigoso o Vitória raramente acertou na baliza

Mano - Nota 6: Possivelmente o nosso melhor jogador na defesa, mesmo com o lance em que acabou por levar amarelo, por duas falhas seguidas .

Beto - Nota 4: Que coisa, o terreno estava pesado, ele está pesado, juntou-se a fome á vontade de comer e pronto jogo mau, se juntar-mos a isto os passes transviados que fez durante todo o jogo.

Diakité - Nota 4: Diakité, ao contrário do colega do lado, tem vontade, mas isso nem sempre chega e umas quantas asneiras ao longo do jogo, que nos podiam ter custado caro

Tiago Gomes - Nota 4: Regresso á titularidade, que não foi muito feliz, ainda á procura de ritmo, e de posição muita vez, no final uma “maldade” de António Conceição que não o substituiu, mesmo lesionado, fez com que o seu flanco fosse uma autêntica avenida para os adversários.

Gabriel Gomez - Nota 5: Seguiu a evolução da equipa, enquanto esteve bem fisicamente, esteve bem…depois desapareceu e cometeu erros de palmatória.

Barge - Nota 5: Correr é com ele, está e todo o lado, e ainda ia marcando um golo, realmente é uma pena a falta de capacidade técnica, para desenvolver um futebol mais objectivo .

Cândido Costa - Nota 6: Longe da zona de choque, e no meio campo, Cândido é outro jogador, esteve muito bem, o melhor da nossa equipa, depois faltou pernas.

Celestino - Nota 4: A melhor oportunidade de todo o jogo com um míssil do meio da rua a bater com estrondo na barra adversária, sentiu falta de capacidade física no final, e caramba, não acertou um canto .

Lima - Nota 5: Continua a ser o atacante mais perigoso, continua a trabalhar bastante, bons pormenores e sentido de baliza… mas quando pode atacar a mesma… estava sempre relativamente longe.

Fredy - Nota 5: Melhorou, em relação aos últimos jogos, tentou sempre jogar com os colegas em vez de sozinho, agora tem de saber dosear, ás vezes temos mesmo de ir para cima do adversário.

Yontcha - Nota 3: Entrou para dar poder de fogo ao ataque, mas as munições já não chegavam lá, um pouco perdido, e ainda á procura de ritmo.

Dani - Nota 2: Entrou tão mal… Tomou sempre as decisões erradas, nada lhe saiu bem, enfim…tem potencial… mas não pode desperdiçar oportunidades, como esta.
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Regras:
(1) As notas são atribuídas na escala de 0 a 10 e são da responsabilidade do autor.
(2) O «Belém Livre» institui 3 troféus, um para cada das seguintes modalidades: Futebol, Andebol e Futsal
(3) No final da época o jogador vencedor do respectivo troféu é convidado de honra da cerimónia de atribuição do troféu, em local e em condições a designar.

Tudo a nú

O jogo frente ao Vitória de Setúbal, serviu, para de uma vez por todas colocar tudo a nú, daquilo que é a verdadeira capacidade e qualidade deste plantel.
De facto, ontem e mais uma vez, viu-se e bem todas as lacunas que este plantel que foi pensado, de forma errada, desde a escolha do técnico, a erros claros de casting.
O que se viu, e isso há que dar mérito, foi uma equipa, com mais vontade, com mais querer, sem medo de ter bola, se bem que ela nos foi servida de bandeja, pela equipa adversária.
Alteração do esquema táctico, foi evidente, adeus, losango, alinhámos em 4X3X3, que passava a 4X5X1 a defender com os homens das faixas laterais ofensivas, a baixarem para cobrir e garantir assim maior capacidade de recuperação.
E durante a primeira parte uma exibição…longe de boa, mas conseguida com o jogo sempre controlado e onde apenas por erros nossos o Setúbal conseguiu chegar á nossa área.
Posso dizer que ao intervalo era um homem, relativamente satisfeito, com a primeira amostra, o pior veio na segunda parte, quando o gás acabou…Também a treinar durante meia época apenas 50 minutos por dia, e quando havia treino.
Portanto para além das ideias, a parte física terá de ser algo a ser trabalhado por António Conceição.
A segunda parte, o Vitória que durante todo o jogo, esperou, pela mais que aguardada quebra física, do Belenenses, foi colocando velocidade do meio campo para a frente, aos poucos, fazendo perceber toda a atitude cínica na abordagem no jogo…enquanto o Belenenses, ia fazendo substituições para tentar ir mais além… mas a verdade é que as pernas, já tinham ido até ao balneário, o resto do corpo estava lá, mas o desgaste físico, já não permitia, que a cabeça desse correctamente a ordem ao resto do corpo.
Assim e de repente o jogo partiu, e aí a sorte acabou por proteger o Belenenses, a equipa de Setúbal, teve mais oportunidades de golo que os rapazes de azul, se bem que Celestino ainda tenha feito todo o Estádio vibrar com o autêntico míssil dirigido á barra vitoriana.
A António Conceição, uma pergunta, porque razão não retirar Tiago Gomes de campo, quando este se encontrava lesionado, e ainda por cima podendo fazer mais uma substituição?
A única explicação lógica, é que sofreu momentaneamente do, síndrome, João Carlos Pereira … Realmente é a única explicação lógica que encontro para o sucedido.
António Conceição, tem muito trabalho pela frente, uma tarefa digna de Hércules, mas esperemos, que seja ele o homem que nos vai tirar do marasmo que tem sido o nosso futebol neste ultimo ano e meio.
Em suma, viu-se algo mais… mas também se viu que não dá muito mais.

PS: Domingo há mais

Antevisão da Jornada: Toni, para ti, toda a sorte do mundo

Hoje a antevisão será algo de diferente, em vez de dissecar adversários, analisar fraquezas ou pontos fortes dos mesmos ... Vamos apenas desejar:
Que os Deuses do Olimpo estejam com António Conceição, e com o Belenenses.
Que finalmente a tão almejada vitória aconteça, de preferência já hoje ...

PS: Está frio, eu vou lá estar ... e você?

Troféu «Jogador do Ano - Futsal 2009/10»: Figura do Jogo, Classificação à 16ª jornada

No final da décima sexta jornada, Pedro Cary e Jardel, com três nomeações comandam a classificação deste troféu a atribuir no final da época pelo Belém Livre. Com duas nomeações seguem Marcelinho, Paulo Henrique e Diego Sol e Nuno Vieira [Côco].

Se na semana antes do Natal, Côco nos brindou com um poker, nesta, antes da paragem do campeonato, foi a vez do grande capitão, Jardel, nos brindar com uma exibição cheia de raça, de querer coroada com um grande golo.

A Figura do Jogo 1: Paulinho
A Figura do Jogo 2: Nuno Vieira [Côco]
A Figura do Jogo 3: Paulo Henrique
A Figura do Jogo 4: Marcelinho
A Figura do Jogo 5: Diego Sol
A Figura do Jogo 6: Jardel
A Figura do Jogo 7: Pedro Cary
A Figura do Jogo 8: Diego Sol
A Figura do Jogo 9: Marcelinho
A Figura do Jogo 10: Paulo Henrique
A Figura do Jogo 11: Jardel
A Figura do Jogo 12: Pedro Cary
A Figura do Jogo 13: Pedro Cary
A Figura do Jogo 14: Marcão
A Figura do Jogo 15: Nuno Vieira [Côco]
A Figura do Jogo 16: Jardel
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Regras:
(1) As distinções da jornada são da responsabilidade do autor.
(2) O «Belém Livre» institui 3 troféus, um para cada das seguintes modalidades: Futebol, Andebol e Futsal
(3) No final da época o jogador vencedor do respectivo troféu é convidado de honra da cerimónia de atribuição do troféu, em local e em condições a designar.

Resumo: Belenenses 4 SLOlivais 2

Comentários Moderados

Esperando, que com as festas os animos de alguns, que não sabem fazer critica construtiva tenham refreado, decidimos voltar a colocar a opção de comentários.
No entanto será alvo de moderação nesta primeira fase, pois o insulto barato e fácil, aqui neste espaço não tem lugar.

Esperemos, que o debate de ideias, seja efectivo e que se sobreponha ás tentativas loucas de conseguir chegar ao melhor insulto do ano.

Antevisão jornada 14: O que irá acontecer?

O que irá acontecer em caso de vitória em Leiria?

a) O "líder", sairá em ombros pelo resultado histórico
b) Será anunciada o fim da empreitada (a construção da equipa)
c) O "líder" irá atirar-se a todos os que o criticam

O que irá acontecer em caso de empate em Leiria?

a) A regularidade está mantida (empate fora, derrota em casa)
b) O "líder" passará um Natal descansado com emprego garantido
c) Provavelmente deveríamos ter subido as linhas...

O que irá acontecer em caso de derrota em Leiria?

a) Haverá finalmente coragem para despedir o "líder"
b) Faltou-nos sorte
c) Mais uma vez faltou eficácia

O que acontecerá se chover em Leiria?

a) Vamos perder por 3-0 por abandono
b) O "líder" irá falar com o arbitro para interromper o jogo
c) O "líder" irá pensar... "porque não fiz aquele treino teste na sexta-feira"

Troféu «Jogador do Ano - Futebol 2009/10»: Classificação Jornada 13

Nélson - Nota 7: Uma das figuras do jogo, primeiro, por mérito, pois impediu que o Vitória marcasse por mais que uma vez, depois pelo azar, num choque com Arroz, lesionou-se, aguentou até final, mas para a próxima jornada, não à Nelsón para ninguém .

Mano - Nota 5: Entrega, suor e se for preciso lágrimas, no entanto mais não se lhe pode exigir, cumpriu.

Beto - Nota 4: Neste jogo a sua experiência, não se fez sentir, no sentido de melhoria efectica para a equipa, e a lentidão, continua lá, mas a treinar o que se treina nunca vai adquirir outra velocidade e intensidade de jogo.

R. Arroz - Nota 3: Ligado negativamente ao jogo, por duas razões, primeiro no golo adversário onde tem culpas, assim como Barge, e depois lesionou Nelsón.

Barge - Nota 4: O pouco que se treina, começa a fazer-se sentir em Barge, pois o fulgor físico, está a esvair-se e assim o seu principal atributo (a entrega), fica aquém, e torna-se um jogador a roçar o banal.

Gabriel Gomez - Nota 5: Perdido, sem força mesmo assim o mais esclarecido e empreendedor do meio campo, podia ter marcado através de livre.

Pelé - Nota 4: Sabe jogar, não complicou, mas também não fez grande diferença, à velocidade que jogamos, também ele fica prejudicado.

Ivan
- Nota 2: Se a bola está na direita, ele está na esquerda, o mesmo acontece no sentido inverso, a defender é um inútil a atacar, pára ainda mais (é possível), completamente fora dela.

André Almeida - Nota 3: A noite já não lhe estava a correr bem, em termos de jogo, depois numa atitude irreflectida levou um cartão vermelho.

Lima - Nota 5: Continua a ser o atacante mais perigoso, bem continua a trabalhar bastante, e sempre que tem a bola nos pés espera-se que saía algo, a esperança desta vez foi em vão, apesar dos esforços.

Yontcha - Nota 4: Trabalhou, o que pôde, pois as condições físicas ainda não lhe permitem muito mais, no entanto só a sua presença é suficiente para que a equipa se estique mais no campo.

Fredy - Nota 4: Entrou para o lugar de Ivan, tirou da cartola, a jogada mais perigosa da segunda parte, para celestino desperdiçar de forma incrível.

Celestino - Nota 2: Falhou um golo feito... e marcou uns livres.

Devic - Nota 1: Entrou para manter o equilíbrio da equipa, pois com a saída de um central, e a um minuto do fim era necessário garantir o resultado pela margem mínima, ainda assim teve tempo para assistir um adversário para golo... Felizmente o adversário falhou .
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Regras:
(1) As notas são atribuídas na escala de 0 a 10 e são da responsabilidade do autor.
(2) O «Belém Livre» institui 3 troféus, um para cada das seguintes modalidades: Futebol, Andebol e Futsal
(3) No final da época o jogador vencedor do respectivo troféu é convidado de honra da cerimónia de atribuição do troféu, em local e em condições a designar.

A tradição já não é o que era...

Mais uma vez brindados, por mais um grande feito, oferecido pelo nosso “líder”, depois de conseguir a primeira vitória frente à Naval, em jogos a contar para o campeonato, e de um empate em Alvalade, eis que…conseguimos, perder em casa com o V. Guimarães, algo que não acontecia à quinze anos.
Portanto, mais uma vez (arrisco-me a tornar repetitivo, mas é sempre de salientar o feito), fez-se história, no Restelo, e a tradição definitivamente já não é o que era.
Com um frio de rachar, menos de mil pessoas, nas bancadas, que fizeram sem dúvida nenhuma, mais uma vez (lá está), uma enorme pressão sobre os onze atletas que equiparam de azul, durante a partida.
Dadas as ausências, umas justificadas, outras, nem por isso, a equipa inicial, não fugiu, aquilo, que seria de esperar por parte do nosso “líder”, Arroz, no lugar de Diakité, o recuperado (será que estava mesmo) Ivan, no lugar de Celestino, e Yontcha ao lado de Lima, relegando Fredy para o banco.
Noite fria, e jogo gelado, a verdade é que nem mesmo o frio fez com que os jogadores, tivessem mais vontade de correr, os do Belenenses, porque não podem, os do Vitória (ganharam e tudo), por principalmente na primeira parte, não quiseram muito com o jogo.
Na verdade e mesmo com o Guimarães, apenas na expectativa, sem acelerações, nós aquilo que fizemos, foi… um remate á baliza…aos trinta e quatro minutos… e dois livres (um deles perigoso a terminar a primeira parte), de resto tudo muito lento, se fosse mais rápido, possivelmente o “líder” não conseguia ler o jogo (pode ser sempre essa a razão), muito jogo lateral, e muito jogo para trás.
Para a segunda parte, mais uma vez (desculpem, mas tem mesmo de ser), uma repetição, bons, quinze minutos, com duas boas possibilidades de marcar, mas aí o treinador Paulo Sérgio, achou que estava na altura de ganhar o jogo, e colocou mais um ponta de lança ficando agora a jogar com dois avançados em cunha.
O “líder”, sempre rápido a executar e a pensar, quando deu conta (se é que já deu), já estava a bola no fundo das nossas redes, lesto a pensar (quando se tem mérito, tem), achou então que estava na hora de a equipa ficar a jogar com onze jogadores finalmente, retirou Ivan e colocou Fredy.
Substituição que em termos posicionais nada alterou pois Fredy, foi jogar para o vértice mais avançado do losango…tendo um pouco de mais liberdade, de vagabundear pelo campo.
E a equipa tentou reagir, á adversidade, mas Celestino (entrou para o lugar de Pelé) no canto do cisne da equipa, desperdiça uma daquelas que nem lembra ao menino Jesus (elemento Natalício na crónica), baliza escancarada e ele decide, tentar acertar no… Tejo.
Diga-se que o Vitória sem fazer muito apanhou-se a ganhar, mas que após o golo, podia ter ampliado mais que uma vez a vantagem.
Até final, o que se viu, foi o André Almeida a estragar as contas ao “líder”, pois foi expulso e assim voltámos a jogar com dez… E a lesão de Arroz (substituído por Devic), num choque com Nelson, e vamos ver se não perdemos os dois, para Leiria.
Mas, aqui, na substituição do Arroz, o nosso visionário “líder”, que estava a perder por uma bola a zero, troca um central por outro, a um minuto de terminar o tempo regulamentar.
Eu até dou de barato a troca por troca… Mas Devic era para a frente que ia, e apostava-se na sua capacidade física, para o jogo aéreo… enfim ia tudo para o molho… sim ia, mas ao menos tentava-se alguma coisa…agora simplesmente segurar o um a zero para o adversário… Parece-me um pouco ousado…até para o “líder”.
No final, derrota, e mais uma vez (prometo que é a ultima) pérolas lançadas pelo nosso “líder”, fazendo com que finalmente, perceba o seu intuito enquanto treinador… Como o próprio dizia, o Campeonato é uma prova de regularidade, e nisso realmente, não podemos dizer que o “líder” não tem sido coerente, ou empata ou perde, normalmente alternado, sendo que aquele malfadado jogo com a Naval, em que os sacanas dos jogadores, decidiram ter um comportamento, altamente irregular…E, ganharam o jogo os malandros, não sei se não seria motivo para a Direcção pedir a repetição do jogo.
Mais uma vez (bolas, agora é mesmo a última), saímos desiludidos, tristes, porque … O “líder”, no fundo, é apenas uma pessoa, regular.

Antevisão da jornada: Vai uma aposta?

Vai uma aposta que … Vamos jogar em losango.
Vai uma aposta que … Vamos defender atrás da linha de meio campo.
Vai uma aposta que … Vamos pressionar a bola com os olhos.
Vai uma aposta que … O “líder” quer vencer para assim descarregar nos sócios.
Vai uma aposta que … Vamos jogar para o empate.
Vai uma aposta que … A ganhar vamos recuar no terreno.
Vai uma aposta que ... A perder vamos subir no terreno
Vai uma aposta que … Somos melhor equipa fora que em casa.
Vai uma aposta que … Nelson, será dos melhores em campo.
Vai uma aposta que … Barge vai fazer várias posições em campo.
Vai uma aposta que … O Lima será o elemento mais perigoso da nossa equipa.
Vai uma aposta que … Vamos levar com o “líder” até final do seu contrato.
Vai uma aposta que … Vamos esperar por numa jogada caída do céu.
Vai uma aposta que … O “líder” tem maus fígados.