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"Maravilhas" no País das Alicinhas ...

Muito se fala dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, muito ruído, muita poeira, muitas sombras, muita politiquice à mistura, muita estultícia e escândalos protegidos ...

Ainda há pouco, o buraco devido aos estado (finanças, ss e afins), era de + 50 Milhões de contos (contos, anjinhos!!!), fora os juros ...

Naquela casa era tudo um regabofe com algumas administrações!!! Quinze ordenados por/ano+telemóvel+carro (vitalícios)!?!?!? E eram eles que se auto-aumentavam (rica vida, normalmente ex-reformados de outras áreas do estado)..., fundo de pensões dos ENVC (fundos saídos dos nossos impostos).

Só que os estaleiros ao longo dos anos haviam herdado "vícios" terríveis, sabiam como ninguém construir cascos em ferro ou aço (desde que viesse o projecto bem delineado), mas armar o navio (passar cabos, decorar e super estructuras), tá quieto..., contratava-se a termo, ao exterior.

Gabinete de arquitectura e construção naval, era mentira (não havia), porque se calhar, não interessava ... (a quem?).

E houve tanto dinheiro da cee (deles), esbanjado por esse país fora, para reclassificação profissional e mordomias várias (até para eleger um presidente da república=1M€), os restantes €500 mil foram para netos e filhos de funcionários da citada empresa brincarem aos up grads ...

Aquando do contrato da compra dos submarinos, o "delícias do mar" tentou que o estaleiro ficasse a zeros, investisse no necessário gabinete de arquitectura e construção naval, após o que os amigos da flácida adquiririam a pechincha a patacos e lá construiriam os submarinos, como fizeram na Grécia e noutras repúblicas das bananas. Assim, as surdas e/ou contrapartidas, seriam mais subtis e menos detectáveis!!!

Bem! No meio disto tudo, a MGP andou a arder longos anos com 80M€ para a construção dos mais que necessários patrulhões (para garantir a soberania e fiscalização da nossa rica zee de 400 milhas), que baloçaram de braço dado muitos anos (cascos repletos de cracas e limpos de vez em quando), sem motores, rejeitados pela inspecção da MGP, porquê!?   (recepcionados e mantidos ao ar livre com oxidações múltiplas, limalhas de aço nos seus interiores e manivelas das embraiagens desassimétricas), porque encomendados num manhoso cantieri da camorra de nápoles, não reconhecido pela rolls royce naval (nem sei se alguma vez pagos) ... e ainda por lá anda o NRP Figueira da Foz, não se sabendo até quando.

Apesar do Sr. Presidente Anibal Cavaco e Silva exortar constante às oportunidades do grande cluster do mar!!! Logo, são necessários meios para proteger a nossa ZEE, a não ser que numa economia ditada pelos fmis, subcontratem os ex-piratas somalis agora reformados, no que até tinha a sua piada ...

Há mais de um ano que os trabalhadores recebem os ordenados e nada fazem graças à inércia de várias conjugações de interesses cruzados ou mal esclarecidos, curiosamente onde pontifica um denominador comum, o administrador da Empordef, do Arsenal do Alfeite e dos ENVC, o sr. engº. Camões...

Numa altura em que se fala tanto em optimizar recursos técnicos de relevo para elevar-se o nível produtivo do país, quer-se desmantelar a indústria de defesa nacional, eliminando sem justificação ou razoabilidade técnica, o Arsenal do Alfeite, onde pontificam altos quadros técnicos, qualificados nos melhores e mais diversos aerópagos  internacionais, graças aos nossos impostos, em carreiras imprescindíveis para os desafios de futuro sustentado que a nação exige e necessita, e que a serem dispensados numa lógica agarotada  de agradar aos amigos da flácida merklas, prenhes de interesses inqualificáveis em todo o mundo, no que toca a abocanhar a florescente indústria pesada e de defesa, é política de avestruz.

Voltaremos a este assunto proximamente, porque o país precisa de decisores de cabelo branco, mas inteligentes e patriotas, vender, desbaratar ou alienar património imóvel ou humano, e a pataco! É crime! É traição! É deslealdade! É ir contra a constituição da República Portuguesa.

A isto tudo que diz a tutela? Assobia para o lado! Claro, quando nem vontade política há para impor ao Governo Açoreano a aceitação do buque que faz menos 1 milha náutica de velocidade máxima contratualizada, talvez porque não interesse acabar com os contratos  dos buques contratados ao parceiro de partido miguel de sousa.

Este é mais um dos nababos madeirenses, a quem os parentes deixaram as ruas empedradas para passear, mas desde que entrou na política insular, inchou e segue as pisadas do inefável jaime das raminhas, o pobre cabo kripto, a quem o generoso Alferes Gomes pagava o aluguer do quartinho e morfos na outra banda, seguindo o exemplo de seu pai, que ia emprestando algum na ilha, para o pai ramos pagar ordenados e calotes a credores (fornecedores dos acessórios para wc comercializados na altura em cima de jerico) ...

Porque a continuar assim, dizemos não ao primado das golpadas sob o olhar "atento" dos mais altos magistrados da nação!!!

PS: Caricatura do Jornal Expresso;

Conversa de Ursos (Prestes a zarparem) ...








Não Abram a Pestana! Não ....

Era impensável para muitos portugueses menos atentos, a desgraça que se abateu de há 10 anos a esta parte sobre o país que amam (mas não o preservam e honram devidamente), decorridos 38 anos do poético Abril/74.

Recordo as últimas palavras (de resistente à tirania económica e social de então, saído propositadamente do tarrafal para poder morrer com alguma dignidade em casa, alguns dias após chegar, bolsando bocados de fígado e pâncreas, naquele que foi um dos últimos actos piedosos dos avós e paizinhos dos neo liberais que nos desgovernam hoje), momentos antes de falecer: - “ ... parto com a plena consciência de que os sacrifícios da minha geração serão recompensados .... , ... lembrem-se que quando ocorrer o verdadeiro reviralho, serão poucos os candeeiros e árvores do Rossio ...”.

Nada mais poético para quem sofreu na pela a tirania e ferocidade dos senhores da gleba, enquanto “os verdadeiros democratas pós 74”, tão adorados pela populaça ignorante, bebiam bom vinho e comiam paletes de lagosta em Cabo Verde, e/ou nos intervalos, entretinham-se a rasgar símbolos nacionais por essas estranhas e patéticas capitais duma europa ora corrupta e xenófoba, ora multirracial e solidária.

O que quer dizer, que nada aprendemos nem retivemos sobre erros e erros de décadas passadas, decorrentes dos diversos abrolhos e reviralhos ocorridos, em que rapidamente adormecemos sobre as espúrias conquistas “alicerçadas” nos extensos areais desta movediça ocidental praia lusitana.

Bordalo conseguiu imortalizar essa atitude de passividade e dormência intelectual, através da constante crítica mordaz, daí o subsequente boneco, que ilustrou à data, e continua bem actual, o habitual desleixo cívico das sucessivas gerações de encalacrados.

Alguma consciência colectiva ou mais vivida, imortalizou os ditados de santa bárbara e do dentista, “legendas” que dizem tudo sobre a mentalidadezinha e habitual chorinho nacional, daí a miséria franciscana da proclamada conquista de Abril, o tal SNS, sério na sua génese e cheio de alçapões na sua eficácia (onde os amigos dos amigos entravam céleres e saíam satisfeitos, restando aos pobres da vida a sorte de encontrarem um profissional sério pela frente ou andarem de seca para meca), negócio que encheu a mula a muito galfarro financiador do centrão (leia-se ps, ppd/psd e cds/pp).

Lembro-me bem de alguns desses parasitas sociais “comprarem” bens de luxo com dinheiro vivo, transportado nas bagageiras dos “lavados automóveis adquiridos com projectos públicos inacabados, mas bem financiados pela europa dos respectivos clães”.

E chegamos ao estado actual de miséria extrema, graças à mais completa falta de lucidez duma classe política mandante e corrupta, ignorante, desleal e manifestamente incompetente.

Mas que esperar duma governação! Quando:

1. O primeiro poder (apenas constitucional), é só o pai, tio e avô deste crise actual (embora sistémica), com alguma aceitação política entre os muitos beneficiados dos cheques fáceis de bruxelas, esbanjados a eito, numa mais que discutível política de empobrecimento futuro das nossas seculares e ultrapassadas estruturas produtivas não competitivas, não sabendo explicar os vários ganhos pessoais conquistados, alguns não em negociação normal bolsista, mas sim em silenciosos e discutíveis diálogos directos com companheiros de route, alguns dos quais ainda não se conseguiu distanciar, mantendo um embaraçoso silêncio sobre factos dolorosos e públicos, altamente lesivos do empobrecido pib do rincão, muitos ocorridos e ocultados/branqueados nos seus mandatos de PM;

2. O Segundo (apenas por ordem regimental), lacaio dos ex patrões e actuais interesses europeus, ex-ciumento de cantorias em quarteto, com lábia populista adquirida a chefiar claques de putos desempregados mas avençados na colagem de cartazes, licenciatura acabada aos 37, em entidade privada, porque as faculdades públicas são muito exigentes quanto aos calinas, relativamente aos competentes e aplicados que naturalmente se licenciam com distinção;

3. A Terceira (também e apenas por determinação do regimento), privilegiada e antecipada reformada da nomenclatura de bruxelas (com ligeira passagem pela AR), é mais uma demonstração da insensatez institucionalizada destas maiorias convergentes, mas dissonantes para o apregoado bom êxito das políticas neo-liberais rumo ao futuro;

4. O quarto, e mais sinistro, o verdadeiro sustentáculo deste governo, o selo de garantia dos interesses de bruxelas e da flácida gauleiter merkel e demais associados políticos e financeiros, o tareco ilusionista gaspar, pobre encantador de moribundos e adormecidos, mas incompetente nos seus projectos e ajustes financeiros, cujos rácios de satisfação aldraba e esconde, debaixo daquela máscara amarelenta de patriota austero e rigoroso, complementado com a arrastada voz de falsete que teima em utilizar e abusar;

5. O quinto (quando na verdade é/são, o primeiro), um conjunto pequeno de famílias “tradicionais” (ligadas à alta finança, negócios intocáveis e estratégicos do país), cujo estatuto de sugadores oficiais mor do nossos impostos, levam a que decretos e legislação seja aprovada para seu uso exclusivo, através de serventuários instalados nas mais diversas instâncias do poder, alguns escancarada mente no actual poder legislativo;

6. O sexto, um tal moedas, digno figurante a 5º. secretário duma qualquer telenovela de cordel brasileira, que apesar de meia leca e estrábico, tem o topete de querer ofender o tecido empresarial deste país (que ainda ousa criar riqueza num protectorado secular e oligárquico, sem rigor e códigos estáveis para um investimento sério), só porque lhe devolveram em uníssono e em tamanho gigante, o supositório TSU que pretendeu abusivamente receitar;

7. O sétimo, um salta pocinhas habitual e ocasional, portas estreitas de acesso condicionado aos corredores do poder, com alguma habilidade para se intrometer nos actos governativos, enganando à vez todos os enrascados sem maioria (ora liberais, ora sociais democratas de extrema direita), mas cujos desvios comporta mentais decorrentes da absoluta necessidade de visibilidade pública e partidária eleitoralista, o levam a muitos slalons e flic-flaques inusitados que enfraquecem as coligações que o aceitam, como convém para entreter os assalariados desmotivados do partido, desesperando os verdadeiros barões, levando os seus investidores empresariais a estrangularem e rarearem futuras entregas;

Ora que povo podia e pode resistir com eficácia a um sacana de país atreito a tantas malfeitorias!? Talvez um país cuja população maioritariamente aprenda a ser mais solidária entre si, dado que os respectivos problemas e interesses, têm um máximo denominador comum.

Recado aos Cheira Cus da Flácida ...


Senhor Primeiro-ministro, depois das medidas que anunciou sinto uma força a crescer-me nos dedos e
raiva a nascer-me nos dentes. Também eu, senhor Primeiro-ministro. Só me apetece rugir!…

O que o Senhor fez, foi um Roubo! Um Roubo descarado à classe média, no alto da sua impunidade política! Por isso, um duplo roubo: pelo crime em si e pela indecorosa impunidade de que se revestiu. E, ainda pior:

Vossa Excelência matou o País!

Invoca Sua Sumidade, que as medidas são suas, mas o déficite é do Sócrates! Só os tolos caem na esparrela desse argumento.

O déficite já vem do tempo de Cavaco Silva, quando, como bom aluno que foi, nos anos 80, a mando dos donos da Europa, decidiu, a troco de 700 milhões de contos anuais, acabar com as Pescas, a Agricultura e a Industria.

Farisaicamente, Bruxelas pagava então, aos pescadores para não pescarem e aos agricultores para não cultivarem. O resultado, foi uma total dência alimentar, uma decadência industrial e investimentos faraónicos no cimento e no alcatrão. Bens não transaccionáveis, que significaram o êxodo rural para o litoral, corrupção larvar e uma classe de novos muitíssimo-ricos. Toda esta tragédia, que mergulhou um País numa espiral deficitária, acabou, fragorosamente, com  Sócrates. O déficite é de toda esta gente, que hoje vive  gozando as delícias das suas malfeitorias.

E você é o herdeiro e o filho predileto de todos estes que você, agora, hipocritamente, quer pôr no banco dos réus?

Mas o Senhor também é responsável por a crise. Tem as suas asas crivadas pelo chumbo da sua própria espingarda. Porque deitou abaixo o PEC4, de má memória, dando asas aos abutres financeiros para inflacionarem a dívida para valores insuportáveis e porque invocou como motivo para tal chumbo, o carácter excessivo dessas medidas.

Prometeu, entretanto, não subir os impostos. Depois, já no poder, anunciou como excepcional, o corte no subsídio de Natal. Agora, isto! Ou seja, de mentira em mentira, até a este colossal embuste, que é o Orçamento Geral do  Estado.

Vossa Eminência diz que não tinha outra saída. Ou seja, todas as soluções passam pelo ataque ao Trabalho e pela defesa do Capital Financeiro. Outro embuste.

Já se sabia no que resultaram estas mesmas medidas na Grécia: no desemprego, na recessão e num déficite ainda maior. Pois o senhor, incauto e ignorante, não se importou de importar tão assassina cartilha. Sem Economia, não há Finanças, deveria  saber o Senhor. Com ainda menos Economia (a recessão atingirá valores perto do 5% em 2012), com muito mais falências e com o desemprego a atingir o colossal valor de 20%, onde vai Sua Sabedoria buscar receitas para corrigir o déficite? Com a banca descapitalizada (para onde foram os biliões do BPN?), como traçará linhas de crédito para as pequenas e médias  empresas, responsáveis por 90% do desemprego?

O Senhor burlou-nos e espoliou-nos. Teve a admirável coragem de sacar aos indefesos dos trabalhadores, com a esfarrapada desculpa de não ter outra hipótese. E há tantas! Dou-lhe um exemplo: o Metro do Porto. Tem um prejuízo de 3.500 milhões de euros, é todo à superfície e tem uma oferta 400 vezes (!!!) superior à procura. Tudo alinhavado à medida de uns tantos autarcas, embandeirados por Valentim Loureiro.

Outro exemplo: as parcerias público-privadas, grande sugadouro das finanças públicas.
Outro exemplo: Dizem os estudos que, se V. Ex.ª cortasse na mesma percentagem, os rendimentos das 10 maiores fortunas de Portugal, ficaríamos aliviadinhos de todo, desta canga deficitária. Até porque foram elas, as grandes beneficiárias desta orgia grega que nos tramou.

Estaria horas, a desfiar exemplos e Você não gastou um minuto em pensar em deslocar-se a Bruxelas, para dilatar no tempo, as gravosas medidas que anunciou, para Salvar Portugal!

Diz Boaventura de Sousa Santos que o Senhor Primeiro-ministro é um homem sem experiência, sem ideias e sem substrato académico para tais andanças. Concordo! Como não sabe, pretende ser um bom aluno dos mandantes da Europa, esperando deles, compreensão e consideração. Genuína ingenuidade! Com tudo isto, passou de bom aluno, para lacaio da senhora Merkel e do senhor Sarkhozy, quando precisávamos, não de um bom aluno, mas de um Mestre, de um Líder, com uma Ideia e um Projecto para Portugal.

O Senhor, ao desistir da Economia, desistiu de Portugal! Foi o coveiro da nossa  independência.

Hoje, é, apenas, o Gauleiter de Berlim.

Demita-se, senhor primeiro-ministro, antes que seja o Povo a demiti-lo.

Cambada de Corruptos ... Filhos duma Pata Encardida ...


Para todos os anjolas que papam toda a merda que lhes dão para comer ...

Rath Denúncia Merkel e Estratégia Industrial Alemã para Subjugar o Mundo ...