O Belenenses tem várias equipas. As principais ao olho do adepto, são as que estão presentes nos campos de competição desportiva e têm por obrigação defender o prestígio e operacionalidade das modalidades que representam. A maioria delas até consegue.
Há outras equipas. Algumas não trabalham como equipa e pelos vistos actuam com independência. Aliás no caso em questão, é mesmo assim que deve ser. Mas com o mínimo de entendimento, antes de fazerem demonstração de desarticulação.
Isto é o que se está a passar no nosso clube. Ninguém de ânimo leve deve tomar partido pelas opiniões definidas em comunicado, pela Direcção ou pelo Conselho Fiscal e Disciplinar do clube. Os que como eu acompanharam a discussão das alterações aos Estatutos do C.F. “Os Belenenses, bem como os demais, não podem garantir se as razões estão correctas dum lado ou do outro.
Isto porque não está tornado público perante os associados, o conjunto de alterações desses Estatutos, aprovados em Assembleia do clube (em condições deploráveis, mas aprovados) e segundo se sabe já publicados em Diário da República há tempo q.b. Ou seja, não sabemos que leis regem o clube.
O comunicado da Direcção, agora emitido, merece tanta credibilidade como outros compromissos assumidos pela mesma e com os resultados invisíveis por todos reconhecidos.
Esta equipa, de que fazem parte a Direcção e o Conselho Fiscal, concorreu no mesmo barco às últimas eleições. E ainda lá estão! Também não vou questionar as razões apresentadas pelo Conselho Fiscal, mas perante os nossos olhos está bem visível uma cisão que vem angustiar ainda mais os que voluntariamente ou democraticamente aceitaram e acederam apoiar o comando desse barco.
A verdade é que o nosso clube está em maus lençóis. Basta que a mais representativa modalidade, porque está no nome oficial do clube e muito deu à dignidade dele em tempos que já lá vão, esteja em estado deplorável e vergonhoso.
Esse estado é ofensivo a todos que têm orgulho dum Belenenses, senhor do desporto português, no futebol no primeiro plano de presenças no maior escalão do Futebol de Primeira, no qual tem quatro estrelas de campeão.
Honestamente não sei o que poderá ser feito. Ou melhor sei, mas não vejo como, pelo menos a curto prazo. Se os vícios, “as capelas”, as sociedades secretas paradoxalmente à vista de todos, continuarem a sugar a dignidade dum nobre de noventa anos, triste e injusto fim ele terá.
Gostaria de ver renascer uma unidade no Belenenses. Gostaria de ver naquele tapete verde do estádio mais bonito do país, a mesma simbiose entre equipa de campo e equipa de apoio na bancada. Tal como nos acostumámos a ver no Pavilhão Acácio Rosa ou nos pavilhões visitados onde sempre há belenenses.
Urgentemente precisa-se união. Mas lamento dizer que muito dificilmente isso será possível se não se inverter a história presente, aquela que vivemos, desconsolada e inoperante. Quando duas unidades eleitas na mesma lista se digladiam…E o que é mais grave é que os resultados estão à vista (ou mais acertadamente a falta deles). A equipa principal de futebol está na segunda divisão por demérito próprio. As carências e dificuldades às modalidades ganhadoras que as há como todos sabem, tornam-nas vulneráveis e susceptíveis de fracassarem em qualquer momento de sobressalto e falhanço da entidade principal, definitivamente incapaz e incompetente para segurar o leme. E isto apesar dos sacrifícios e dedicação dos responsáveis dessas modalidades.
Que ninguém tenha ilusões quanto ao retorno e à entrada de novos sócios. Quem terá empenho em se associar a um clube onde a própria direcção não faz o mínimo esforço para captar a sua adesão? Onde as promessas eleitorais se esfumaram entre menos verdades prometidas? Onde o entendimento entre os próprios corpos responsáveis deixa muito a desejar?
Pobre e querido clube. Não merecias nada disto ao fim de noventa anos.
Leia a Política de Comentários e Princípios «Belém Livre»
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Tragicomédia em um só acto
Publicado por Nuno Gomes @ 3.3.10 »« Comente (2) Etiquetas: Vitor Gomes
A mascote: Proposta de Vitor Gomes
Apresento o “Restelito”.
Ele é um «Rapaz da Praia».
Pôs chapéu de almirante,
Calçou botas de nobreza,
E fez-se, de peito feito, à luta com iguais.
A sua história passada assim o conta.
Publicado por Nuno Gomes @ 4.11.09 »« Comente Etiquetas: CFB - Concurso Mascote, Vitor Gomes
A mascote
Tenho a perfeita consciência que existem no Belenenses problemas muito mais importantes que aquele que venho narrar.
No íntimo, considero que há questões que diminuem em grande escala a situação em causa. Admito no entanto que há coisas que não devem ficar caladas quando reflectem um estado de anarquia e de desrespeito para com a própria instituição. Refiro-me como o título indica, ao tão falado concurso de ideias para a futura mascote do Belenenses.
Em Julho de 2009 foi publicado pela primeira vez no site oficial ,o convite à participação de todos os sócios na criação duma ideia para esse efeito. Foi repetido inúmeras vezes e ainda hoje lá está, estupidamente esquecido com as datas super ultrapassadas.
Como Belenenses e com o sentido de colaborar nas iniciativas do meu clube, como alguns mais o fazem, enviei por e-mail em 12 de Agosto, o boneco da minha proposta de mascote para o endereço referido no apelo: mascote@osbelenenses.com.
Como devem ter reparado nos programas das iniciativas do 90º aniversário, figurava entre outras a divulgação da famigerada mascote. Ainda hoje pode ser vista a sua referência no bloco alusivo àquelas. Chegou a ser publicitada a sua divulgação na festa do Casino. Repentinamente desapareceu o anúncio da sua conclusão. Em "90 anos: Programa de comemorações" do passado dia 28 de Outubro publicado no referido site oficial, nem uma palavra sobre o assunto.
Como tive o cuidado de escrever no início desta peça, o Belenenses tem problemas mais importantes a resolver. Um deles por exemplo, é a falta de verdade em iniciativas propaladas e não realizadas. Como exemplos, o placard publicitário, a restauração dum site condigno representativo do nosso Belenenses, os dois milhões, as Salésias, a dinamização da Loja Azul, o renascimento da mística do CFB, a “Fundação Belenenses”, a campanha de angariação de sócios (sabendo nós que existe um trabalho feito e apresentado mas não implementado nem sequer discutido), etc., etc., etc..
Como alguém disse há tempos, a verdade anda escondida, há muitos porquês sem resposta, a verdade não é negociável. Acrescentarei da minha parte que há mais Pinóquios no Belenenses do que julgávamos.
Voltando à famigerada mascote e para terminar, acrescento que admito muito naturalmente a desistência dessa iniciativa mas com a devida informação aos concorrentes e aos sócios em geral. Mesmo assim e com a devida correcção, enviei na semana passada o protesto/ pedido de explicação para o endereço acima referido, com cópia para : presidencia@osbelenenses.com.
Dado o facto de aqui estar relatada esta história, fácil é depreender o desinteresse e a “preocupação” com que quem de direito procurou atenuar a falta de elegância e decoro manifestada.
PS: Para que o infeliz boneco não fique desiludido com o Belenenses, prometo em breve apresentá-lo.
Publicado por Nuno Gomes @ 3.11.09 »« Comente Etiquetas: CFB - Concurso Mascote, Vitor Gomes
A poeira nas obras da minha terra
Porque escolhi este título, nem eu saberei com toda a verdade. Julgo no entanto, e talvez com muito mais malícia que certeza que tal passando-se a muitos quilómetros do nosso Restelo, desdobrando estradas e melhorando vias, hoje delicadamente empoeiram o local onde vivem milhares de pessoas, eu incluído. Adiante!
O post que foi colocado com a maior acuidade pelo meu amigo Miguel Taveira, desencadeou uma verdadeira tormenta de opiniões contraditórias, no espaço que lhe foi dado ocupar. O que me irrita é que a maioria das opiniões escritas, pouco ou nunca referem em directo a questão em título. O que aliás é muito habitual. Palavra puxa palavra e tão à boa moda portuguesa, se começamos a falar em alhos acabamos em bugalhos, para não referir o “elegante” termo do post anterior, prova cabal de que este é realmente um Belém Livre. Voltando a coisas dignas, na maioria das vezes nem se retorna à ideia inicial. Interessa sobretudo, destilar o que vai por dentro.
Contrariando isso, eu volto ao ponto da partida, não ao pó de obras, mas às declarações de um treinador que foi um fiasco, não sei se por incúria induzida ou se por pura incompetência. Vindo especialmente da parte de quem é considerado “um terra á terra” que mereceria a maior consideração dos que nele quiseram acreditar, eu mesmo incluído. Aliás recordo no primeiro pisar de relva contra o Estoril, o JP teve um claro apoio da assistência que será sempre desejável a quem entra no nosso clube , mesmo vindo dum declarado inimigo.
A revelação tardia e abstracta, mede-se pelos resultados e pelas acções em campo. Um bom e popular treinador não se confina aos agradecimentos de meia dúzia de adeptos em Setúbal, deslocados do resto das hostes mas que não hesitaram em clamar pela pessoa em quem confiavam, mesmo que no meio de ambiente hostil do adversário.
Obrigado JP pelo esforço(?) mas não me venhas falar em eleições e derrocadas. Aquelas, as eleições, não te serviam para nada porque ninguém no seu inteiro juízo te manteria depois de tanta borrada.
Houve até uma candidatura que com muita coragem afirmou que logo no dia seguinte ao escrutínio, não te sentarias no banco para comandar o Belenenses. Não penses que com o teu actual palavreado vens induzir que o teu “carrasco” foi aquele ou o outro. Pelo trabalho apresentado pelas tuas falhas de “menino de coro”, no mínimo para não dizer outra coisa, a tua missão teve o resultado dum mau debutante.
Retomando a ideia de princípio, não é surpresa para ninguém que o descarregar de opiniões, é na maioria dos casos um desabafo necessário a uma serenidade do espírito. É tudo tão mau que o simples facto de dizer mal de alguém é um alívio. Mas não pode ser. Os comentários que ocuparam o espaço do artigo, pendularam do correcto absorvente ao imbecil e até desprezível. Que cada autor encontre o seu galho.
Estou com a serenidade suficiente para recordar que pertencemos a um clube muito grande, quase centenário, com uma história que nada apagará , com muitos metros quadrados de troféus expostos e, especialmente com um lema que é uma digna verdade: Um belenenses é do Belenenses até morrer.
Adeus Raul Solnado, belenenses confesso e declarado como muitos outros noutros campos celebrizados. Obrigado por teres sido dos nossos, não vais morrer nunca, entraste no espaço dos que da morte se libertam.
Publicado por Anônimo @ 9.8.09 »« Comente Etiquetas: Vitor Gomes
Primeiro Discurso do Jantar de Homenagem a Alípio Matos
Abaixo reproduzimos o primeiro de dois discursos lidos no Jantar de Homenagem a Alípio Matos e ao Futsal do Belenenses. Este discurso que agora damos a conhecer é da autoria do nosso estimado e militante consócio Vítor Gomes, o mentor da iniciativa que ontem, agradavelmente, decorreu no Hotel Turim, em Lisboa.
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O motivo porque estamos hoje aqui reunidos, foi atempado e bem explícito : Homenagem a Alípio Matos e ao futsal do Belenenses.
Tenho a maior satisfação por esta iniciativa partir dum comentário meu nos blogs , sugerindo um merecido convívio entre os artistas do lado de dentro e os do lado de fora que somos nós. Estes não se pouparam no apoio aos heróis do lado de dentro que só não foram campeões por razões que transcendem a pureza das coisas.
A verdade é que a sugestão pegou e aqui estamos, poucos mas bons, a homenagear a força que quase nos fez campeões. O motivo porque não o fomos, é uma velha mancha já habitual na pouca dignidade dos responsáveis do desporto no nosso país.
A indignação que nos esmaga, tem origem na forma tosca e irresponsavelmente desabrida como o espectáculo está montado.
Tal como muitas vezes foi afirmado, o objectivo campeão estava traçado com prévio destinatário. A este no entanto , foi-lhe duro de roer a última côdea, talvez porque em meu entender, pela primeira vez nesta fase final, tivemos uma arbitragem equilibrada .
Todo o programa venenoso foi desenrolado nos primeiros jogos. Era impensável para os donos da modalidade que o campeão fosse outro que não o previamente eleito, nem que para isso fossem utilizadas todas as artimanhas tipo CIA inteligentemente programadas.
Mestre Alípio, a sua cirúrgica e estratégica expulsão, nunca aconteceria em sentido contrário. Sem si no comando, cara a cara face aos nossos jogadores, ( sem desmérito para quem arcou com essa responsabilidade ) perdemos um jogo no domingo que em circunstâncias normais , seria para depenar as galinhas.
Tenho pena de não estarem aqui hoje, todos os jogadores a quem nos habituámos àquele abraço no final do jogo. As razões dessas ausências são mais que óbvias e todos estão perdoados.
Esta reunião/ convívio de, arrisco cerca de 10% de entusiastas em número médio no nosso Pavilhão, tem um valor simbólico negativo pouco salutar para o amor próprio da família Belenenses. O cartaz oficioso do evento , publicitado no blog Belém Livre em 2 deste Julho e mais tarde repetido foi muito claro : Jantar de homenagem a Alípio Matos e ao futsal do Belenenses.
Mestre Alípio, não acreditamos nem queremos que vá abandonar o futsal, como já sugeriu. Nem deixe o Belenenses, onde os artistas o estimam como um pai e nós, retaguarda barulhenta, o consideramos um irmão.
Obrigado a si porque nos deu mais orgulho e auto-estima, obrigado a toda a equipa técnica e jogadores, obrigado à direcção da secção que sabemos fazer milagres e, porque não, obrigado aos que aplaudem e vibram sempre que o nosso querido Belenenses joga no Restelo ou nos espaços adversos.
Termino com um apelo a 3 vivas. Viva o futsal do Belenenses, Viva Alípio Matos, Viva o BELENENSES.
Publicado por Unknown @ 11.7.09 »« Comente Etiquetas: Belém Livre, Vitor Gomes
Novo livro de Ana Linheiro
Cerca de quatro meses após o lançamento do seu primeiro livro “Datas e factos memoráveis de 1919 a 1999”, a nossa Ana Linheiro vai apresentar um novo livro. O tema desta nova obra focaliza-se exclusivamente na modalidade em que a autora foi incontestada rainha: a natação.
“Datas, factos e fotos de 1926 a 1970 da natação” é o título desta publicação em que se privilegiam a fotografia (115). A recolha de informação e elementos documentais foi, tal como a sua primeira obra, um exaustivo trabalho compensado pelo carinho de guardar recordações do seu desporto favorito e, em especial, do seu Belenenses.
Teve uma carreira brilhante, voluntariamente curta, mas largamente medalhada quer nos campeonatos Nacionais quer nos campeonatos de Lisboa.
Em 4 de Outubro de 1945, o jornal “A Bola” publicou uma entrevista aquando da sua despedida como nadadora do clube.
O lançamento do livro, onde estarão presentes antigos nadadores, será efectuado no Restelo, num cocktail a realizar na sala VIP, já no próximo sábado dia 4 de Julho, pelas 12 horas.
Tal como sucedido quando do lançamento do seu primeiro livro estão para o efeito convidados todos os Belenenses sendo desejada a sua presença.
A autora apela também à muito desejada presença de antigos nadadores dos quais não tem o contacto pessoal. O meu desejo pessoal, querida amiga, é que tenha um êxito ainda maior que aquele obtido como seu primeiro livro.
Publicado por Anônimo @ 29.6.09 »« Comente Etiquetas: Vitor Gomes
OS SÓCIOS SÃO QUEM MAIS ORDENA?
Foi publicado no Portal Oficial do Clube tal como mandam as regras, uma Convocatória para Assembleia Geral Extraordinária para o dia 03 de Junho de 2009 . Os termos da lei referidos estão correctos face aos Estatutos ainda em vigor. O mesmo não garanto quanto ao prazo de convocatória que me parece ser de 9 dias e deveria ser de 10.
Admito no entanto estar confuso e isso deve-se à essência da questão em causa.
Assim sendo esse prazo assunto de somenos face ao que resta acrescentar, é muito mais importante e grave, sob o meu ponto de vista, a pouca loquacidade do texto convocatório que apenas se refere a uma proposta da Direcção para aprovação de Contrato de Arrendamento a celebrar com a Mc Donalds.
Na minha, pelos vistos curta, visão em negócios “explosivos”, os sócios que são quem manda nas resoluções das Assembleias do Clube, deveriam no mínimo saber previamente “ pequenos pormenores” tais como : onde é que a referida entidade vai instalar o seu negócio? No parque da Repsol, no bar do Rugby recentemente arrendado, no topo norte aproveitando a saída do estaleiro lá instalado, junto à estátua do Pepe, ou no relvado do campo nº 1 ?
É sem dúvida elementar que estas questões sejam de imediato esclarecidas para a agenda do debate . Sendo provavelmente uma maior valia para os proventos do clube, ainda que eu deteste esse sistema de alimentação, seria assim uma fonte de receita. Só que as coisas não se devem tratar assim. Senhores eleitos, Direcção e Assembleia em especial, o ganhar eleições não é o quanto baste.
Há que agir com ponderação, com o devido respeito aos sócios que terão nas suas mãos uma encomenda que não fizeram e que deveriam ponderadamente analisar. Eles poderão e terão todo o direito para isso, de chumbar um negócio feito nas suas costas. Ou seja, nos tempos graves que nos rodeiam, poderemos ter um tigre a saltar-nos às ditas, encomendado levianamente por quem garantiu ter razões para não o temer.
Publicado por Anônimo @ 27.5.09 »« Comente Etiquetas: Vitor Gomes
Momentos de reflexão
Quando em 1679 o físico Denis Papin inventou a marmita, que mais tarde seria promovida a panela, estava a utilizar um sistema que desde a antiguidade até aos dias actuais é profusamente utilizado em todos os recantos da actividade humana: a pressão.
Esta palavra de dimensão curta mas de incomensuráveis efeitos, substantivo que indica estado físico ou metafísico, tanto atende às necessidades de artesãos e donas de casa como às de políticos e outros oportunistas, engenheiros e a todos os que duma maneira ou outra a utilizam para forçar a vontade a entrar no conceito que entendam ser o da verdade.
Indo directamente a um tema que nos deverá interessar mais que qualquer outro, poderei dizer que o Belenenses cada vez mais está submetido a esse inevitável estado/sistema. Estamos, e de que maneira, sobre forte pressão classificativa no futebol maior, estamos sob pressão sempre que um árbitro nos procura amortalhar e estaremos sempre sob pressão face ao que nos poderão vir a fazer.
Quando a pressão é externa, seria lógica a união de esforços para construir e se possível reforçar uma muralha defensiva. Todos sabemos que infelizmente não é assim no nosso querido clube. Antes pelo contrário. Sem querer ser derrotista e muito menos desestabilizador, acredito que esse detestável modo de ser, lamentavelmente sempre nos acompanhará, enquanto não mudarem as mentalidades rudimentares e masoquistas.
O nosso momento actual é eruptivo e , consequentemente, de enorme pressão. O acto eleitoral que se destina a definir e determinar o caminho futuro, está já ali ao virar da esquina, numa plena e grave crise económica e de péssimos contornos técnicos, os quais desde há meses arrastam a principal modalidade por vergonhosas ruas de amargura.
Os sócios eleitores que se subdividem em indecisos, em incrédulos, em desconfiados e, felizmente, naqueles que sabem o que querem, têm direito a uma atitude positiva , séria e transparente de quem pretende administrar o Belenenses. Têm também o direito de exigir mudanças no “regime”. Mudanças que se configurem em atitudes firmes que não sejam mais do mesmo, a que os já demasiados anos de mandarins nos habituaram sem os resultados que todos desejam.
Como já tive oportunidade de referir em ocasião anterior, o processo eleitoral arrancou sob o signo da suspeição, face a insólitos e inadmissíveis acontecimentos que terminaram em bem, mas na balança ponderada da justiça.
Em termos de campanha não é segredo para ninguém, a opção de processos eleitoralistas utilizando velhos métodos salazarentos de oferecer passeio e lanche ao Zé Povinho. O sistema é eficaz só pecando por delapidar os já muito agonizantes recursos financeiros do clube, mesmo que se diga que quem manda actualmente tem o direito de “animar a malta”. Bonito seria se fosse o candidato a pagar do seu bolso como fazem outros. Na mesma linha de aproveitamento estão as borlas no Restelo. Afinal parecemos um clube rico que nem precisa de um par de euros que poderia ser cobrado sem contestação por cada entrada, a bem do clube.
As tais já referidas atitudes firmes, também dificilmente poderão vir a ser encontradas em redutos Wagnerianos, por muito que uma respeitada Valquíria entoe o nobre e a seu ver, meritório acto da continuidade.
Tudo afinal está sob a sombra cinzenta dessa continuidade, personificada nas eminências que governam o reino e mandam nos “Luíses”. Os cardeais, pardos mas influentes, não têm admitido que perturbem a sua ceia que vai longa e pretensiosamente durável. Das decisões que como conselheiros naturalmente distribuíram, há inegavelmente saldo positivo, mas também em lastimável número, situações que lamentavelmente travaram o progresso do nosso clube. Estaria certamente na altura de fazerem um derradeiro brinde e terminar a ceia.
Não é surpresa nenhuma para ninguém, o apego que nestes últimos escritos tenho dedicado à candidatura da lista C. Afinal estou a ela intimamente ligado e integrado. Pelas pessoas que a compõem , pela personalidade e determinação do candidato a presidente e, muito especialmente pelo programa corajoso, o qual mostrando-se arredado da referida influência situacionista, oferece ao Belenenses aquela possibilidade de ser outro, personalizado e obviamente melhorado.
Digo isto em conceito metodológico e desejo, bem do fundo do coração, a concretização de tantos anseios em corações azuis como o meu e o de tantos mais que todos sabemos existirem. Isso estará certamente nas nossas mãos na altura do voto.
Publicado por Anônimo @ 6.5.09 »« Comente Etiquetas: Vitor Gomes
Recordar as Salésias
Há quase três anos foi publicado no extinto e saudoso blog «Belenenses Sempre», um artigo meu sobre a nossa antiga casa, o Estádio José Manuel Soares nas Salésias.
O misto de saudade e de tristeza pelo estado de miserável abandono em que o local se tornou, assaltou-me novamente quando há dias por lá passei perto, mas sem entrar no antro em que se tornou o que já foi o melhor estádio do país. Decidi propor a reedição desse artigo, agora que muito eleitoralmente tanto se fala do local das nossas glórias passadas.
Na altura tive o grato prazer de receber sentidos reconhecimentos pelo que apresentei, pelo que recordei e pelo que dei a conhecer. Dessas manifestações de fervor clubista destaco e recordo, sem desprimor para os restantes, as palavras de dois leitores: do meu filho, o Nuno Gomes e de alguém por quem tenho a maior consideração e que me permito transcrever,
Companheiro e mestre Vítor Gomes
Uma chapelada bem elevada por esta bela aguarela.
Infelizmente a paleta que se segue, mostra que o discurso dos nossos dirigentes e políticos é ziguezagueante e não passa de blá, blá de circunstância.(...)
Para as Salésias voltarem ao CFB será necessário um grandioso levantamento de adeptos Azuis s/riscas. (...)
Muito obrigado por mais esta “Paleta de Emoções”
Um abração
José António Nóbrega
Da parte de quem agora, noutro contexto, se lembrou que as Salésias são nossas, nunca ouvi antes uma única referência a esse facto, o que aliás entendo ser lamentavelmente natural.
Passo ao artigo em questão, não sem referir antes que a pequena aguarela que a ilustrou está, com muita honra minha, exposta na nossa Sala de Troféus entre as recordações de dois símbolos do Belenenses, Pepe e Matateu.
Vítor Gomes, 22 de Abril de 2009
_____________________________________________
Do livro Factos, nomes e números da História de Os Belenenses, Primeiro Volume de Acácio Rosa:
"Foi em 29 de Janeiro de 1928 que se realizaram no campo do Belenenses (Salésias) os primeiros jogos oficiais a contar para o campeonato de Lisboa, às 13 horas jogaram Bom Sucesso-Sporting e às 15 horas Belenenses-Carcavelinhos (...)
Eis a opinião de Ribeiro dos Reis sobre o campo:
Não obstante a chuva que caiu durante a noite, o terreno de jogo estava excelente, o que demonstra o cuidado que presidiu à sua construção. O rectângulo de jogo é amplo e desafogado. O plano inclinado para os peões é o mais vasto de todos os nossos campos e, quando devidamente acabado, deve, em dias de grandes enchentes, produzir um magnífico aspecto.
O campo ainda não tem bancadas. Provisoriamente foram utilizados para o efeito uns bancos corridos ao longo do «touch»."
Nove anos depois, em 24 de Abril de 1937, foi o campo das Salésias remodelado e melhorado com a construção de uma bancada coberta, balneários e dignas acomodações para os atletas e inovadoramente, relvado. Passou desde essa altura a chamar-se Estádio José Manuel Soares em homenagem ao desditoso Pepe.
Até à inauguração do Estádio Nacional em 1944 foi o principal estádio do país preferido para jogos internacionais e Taça de Portugal.
Já são poucos os belenenses que se recordam daquele estádio e das suas cores. Tal como outras glórias da história, hoje só restam ruínas que cortam o coração a quem as vê e mentalmente tenta reconstituir o que foi durante muitos anos o orgulho dos belenenses.
Há actualmente clubes da primeira liga que possuem campos em que se sentem importantes, mas que certamente teriam forte abatimento, quando comparados com aquele que foi há cinco décadas imolado às exigências duma urbanização que nunca se realizou.
Nunca deixei de sentir a saudade do prazer na romaria às Salésias. A esmagadora maioria dos belenenses eram da Ajuda, Pedrouços, Algés e obviamente Belém. Não havia problemas de estacionamento porque toda a gente ia a pé ou de eléctrico. Era um espectáculo ver aquelas ruas pejadas de gente, especialmente a antiga rua das Casas do Trabalho.
Eu não ia tantas vezes como desejaria, pois era um miúdo sem proventos. O meu pai ligava pouco ao desporto e ainda por cima era do Benfica. Ligeiramente, mas era. Mesmo assim fui às Salésias muitas vezes pela sua mão.
O meu apego ao Belenenses foi uma pura atracção, instinto de ligação com a aproximação da origem no ambiente que me rodeava. A minha escola primária distava pouco mais duma centena de metros das Salésias e as escassas escapadelas da miudagem eram para dar uns toques na bola de trapos no “ Pátio das Vacas” ou ir numa espreitadela ao nosso estádio.
Havia outras coisas que me colaram ao Belenenses. O facto de ver alguns jogadores com frequência (o Serafim passava à minha porta de e para o casalinho da Ajuda) e especialmente de quase todos à minha volta serem azuis. Só anos mais tarde com o estatuto de trabalhador-estudante e liberto de dependência financeira, entraria para sócio do Belenenses, logo a seguir à inauguração do Restelo.
Quando ia às Salésias era quase sempre para o peão, o qual tinha uma visibilidade perfeita dado o seu plano uniformemente inclinado, com piso de jorra e terra batida. E estava quase sempre cheio. Maioritariamente por belenenses. Rebentava pelas costuras quando lá iam o Sporting, Benfica ou Atlético.
Recordo a ansiedade de entrar no recinto e o receio instintivo de passar junto aos cavalos com GNR em cima, com as suas longas espadas e cara de poucos amigos. Eram diferentes da GNR de hoje. Afinal eram um dos braços armados do regime e não poucas vezes pisavam e atropelavam quem estivesse perto, à mais pequena manifestação de alvoroço.
Quando o estádio do Restelo foi inaugurado é inegável que houve um enorme sentimento de orgulho. Tínhamos também um estádio compatível com a dimensão do clube. Para os belenenses e para quem vinha de fora era sem dúvida o mais belo estádio dos quatro grandes.
As Salésias foram inevitavelmente esquecidas, até porque em breve ali haveria um complexo urbanístico que afinal nunca existiria até aos dias de hoje, 50 anos passados.
Anos mais tarde voltei a passar no local do nosso antigo estádio, mas não tive coragem de lá entrar. Um grande edifício escolar ocupa parte do parque desportivo. Foi o meu filho, há muito pouco tempo que me mostrou fotos das ruínas e da imundice em que nos dias de hoje agoniza aquele que em tempos foi o primeiro campo do país.
Lá fui, de máquina fotográfica deambulando com pranto íntimo pelo lixo, imundice e desleixo, naquela vasta área que era suposto ser, desde os anos 50, um conjunto harmonioso e confortável.
Nunca mais voltarei aquela lixeira, retrato desta república bananalizada. As fotos estão aqui. São o retrato do país que temos. Apenas quero manter viva dentro de mim a recordação dos meus tempos de menino em simbiose com aquela parte tão importante do meu amor ao Belenenses.
Publicado por Anônimo @ 22.4.09 »« Comente Etiquetas: Vitor Gomes
Afinal ainda há justiça?
A justiça mesmo a amarga não deixa de ser justiça. Mesmo fazendo doer o amor-próprio do nosso espírito belenenses. A suspensão do acto eleitoral é uma primeira justiça à candidatura do engº José Nóbrega, ainda incompleta, mas acima de tudo é um factor que se impunha na verdade das consciências.
Para quem não saiba, foram tentadas todas as formas de evitar levar o caso a tribunal, nomeadamente foi proposta uma solução de entendimento com as outras duas candidaturas, mediada pelo presidente da Assembleia em exercício, na qual o candidato Nóbrega se dispunha a não alterar a data das eleições, ainda que partindo com atraso face às campanhas já lançadas. A resposta foi um “nim”, não deixando portanto outra via alternativa à candidatura.
Em 27 de Março último escrevi um artigo de opinião sob o título “Watergate em tons de azul” que terminava precisamente com o lamento de que o prejuízo era todo para o Belenenses. Haverá certamente quem nos acuse desse facto. Quem o fizer, não admite a dignidade de quem está a ser espoliado e aceita de bom grado a inverdade causada por situações de incúria ou duvidosa honestidade.
O tribunal irá notificar o clube para esclarecimentos. Nestes serão certamente focadas deficiências no funcionamento dos serviços de secretaria, os quais deveriam correr sobre rodas. Se assim fosse não se sumiriam 17 assinaturas e respectivas cópias dos B.I. Muitos dos que neste momento lêem este artigo recordarão certamente casos pessoais de inegável negligência que lá lhes foi ofertada.
Numa apreciação muito pessoal, pergunto-me se as promessas e as ofertas já estarão esgotadas com os discursos dos últimos jantares. Ou será que ainda haverá coelhos na cartola para gáudio do “povo”? Provavelmente Richelieu e Mazarino, eminências pardas na sombra, ou não tanto, tratarão de puxar uns quantos pares de orelhas e exigir mais cuidado numa próxima epopeia, de forma a que quem não pertence ao sistema acabe na Santa Inquisição e não num Tribunal Cível.
Publicado por Anônimo @ 17.4.09 »« Comente Etiquetas: Vitor Gomes
Watergate em tons de azul
É muito importante que as pessoas de bom senso deste clube e, acredito que as há felizmente em boa quantidade, ponderem seriamente no que aconteceu logo no arranque do processo eleitoral do nosso C.F. Belenenses.
Conhecendo eu parte dos componentes da lista encabeçada pelo Eng.º José Nóbrega, sabedor dos propósitos dessa lista, aliás postos à disposição de quem os desejasse ler, não quero admitir que o processo de candidatura não tivesse sido apresentado com os devidos requisitos estatutários. As falhas detectadas em cinco proponentes são naturais num conjunto de 67 assinaturas, numa ponta final de entrega da candidatura. Para isso o conjunto ultrapassava confortavelmente o mínimo exigido. O que não é natural é esse conjunto ter sido reduzido dum dia para o outro em cerca de 25%.
A atitude do Sr. Presidente da Mesa da Assembleia-Geral em exercício é perfeitamente digna e séria, especialmente sendo ele um dos integrantes dessa candidatura. Não lhe restava aliás outra alternativa ao constatar as falhas nos 50 proponentes, posteriormente “promovidos” a 51.
O que está em causa e é muito mais grave do que aparentemente poucos querem admitir, é que no espaço físico/temporal que mediou a entrega do processo de candidatura na secretaria do clube até à sua análise pela Mesa da Assembleia, 16 proponentes saíram do naipe. Provavelmente uma bolsa plástica como as demais, com as respectivas assinaturas a completar o processo. Coloca-se em primeira caricata possibilidade, aliás já formulada por alguém, a existência de buracos no chão da Secretaria. Parece-me que ninguém aceitará essa possibilidade.
As tais pessoas de bom senso com que iniciei este artigo de opinião, acreditarão que em primeira instância o acto eleitoral deveria ser suspenso. Como me considero entre aquelas, partilho da mesma opinião. E acrescento que ontem já era tarde para o fazer.
É que queiramos ou não, esta situação que é aliás um caso de polícia, coloca várias personagens em simples conjectura. A quem não interessa este embaraçoso hiato na resolução do caso? Quem está por detrás das candidaturas aceites, quem não está na candidatura rejeitada? Conjecturas que podem ser injustas para muitos, mas que não deixam de o ser, se o caso não for solucionado.
Uma coisa verdadeiramente certa é o facto de tudo isto prejudicar e de que maneira o Belenenses. Quem acha que ele ainda não foi suficientemente prejudicado, desde arbitragens em campos de futebol á maledicência de alguns dos seus próprios associados, passando pela insolência de alguma comunicação social, fique pactuando com mais um caso que só nos envergonha.
Publicado por Nuno Gomes @ 27.3.09 »« Comente Etiquetas: CFB - Eleições 2009-11, Vitor Gomes
É HOJE lançado o livro novo de Ana Linheiro: «Belenenses “Datas e factos memoráveis de 1919 a 1999”»
O livro terá o seu lançamento HOJE ÀS 18:00 num cocktail com início na sala VIP ( por cima do Restaurante Varanda Azul ) no nosso estádio do Restelo. Todos os Belenenses estão convidados e a sua presença desejada.
É um conceito aclamado e o culminar da realização pessoal a tricotomia, plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro. Ainda que não pareça difícil, nem todos a alcançam facilmente e muitos não a realizam nunca.
Nós Belenenses, temos mais um motivo de orgulho em podermos agradecer a um dos já poucos monumentos vivos do nosso clube, a manifestação de que nunca é tarde para realizar a talvez menos vezes conseguida das três tarefas: Ana Diniz Linheiro, às oitenta radiosas primaveras, depois de há muito ter cumprido as duas primeiras, escreveu e publicou um livro.
Datas e Factos memoráveis de 1919 a 1999, é a sua obra que será apresentada ao publico em geral e aos Belenenses em espacial, no dia 26 de Fevereiro de 2009.
Depois de uma carreira brilhante na natação, largamente medalhada nos campeonatos de Lisboa e Nacionais despediu-se prematuramente, perdendo assim o Belenenses e o desporto nacional um valor crescente. Directora do clube em períodos conturbados, reservou até aos tempos actuais uma meritória actuação como organizadora e conservadora dos troféus do Belenenses. Não é de nenhuma maneira difícil, considerar esta grande senhora como um dos maiores vultos na história do nosso clube.

Tenho muita honra em a considerar e em especial, ser por ela considerado como um amigo. Daquelas amizades que nascem em espontâneo. Tenho como muitos, e congratulo-me por serem mesmo muitos, imenso orgulho em receber o seu sorriso quando nos encontramos. Sei que não é um sorriso de circunstância mas uma prova de apreço.
Obrigado, querida amiga pela sua amizade e obrigado por ser um dos muito poucos que vão colocar nas estantes de quem aprecia a verdade da história, o nome do nosso querido Belenenses.
Vítor Barbosa Gomes
Publicado por Anônimo @ 26.2.09 »« Comente Etiquetas: Vitor Gomes
Belenenses “ Datas e factos memoráveis de 1919 a 1999”
É um conceito aclamado e o culminar da realização pessoal a tricotomia, plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro. Ainda que não pareça difícil, nem todos a alcançam facilmente e muitos não a realizam nunca.
Nós Belenenses, temos mais um motivo de orgulho em podermos agradecer a um dos já poucos monumentos vivos do nosso clube, a manifestação de que nunca é tarde para realizar a talvez menos vezes conseguida das três tarefas: Ana Diniz Linheiro, às oitenta radiosas primaveras, depois de há muito ter cumprido as duas primeiras, escreveu e publicou um livro.
Datas e Factos memoráveis de 1919 a 1999, é a sua obra que será apresentada ao publico em geral e aos Belenenses em espacial, no dia 26 de Fevereiro de 2009.
Depois de uma carreira brilhante na natação, largamente medalhada nos campeonatos de Lisboa e Nacionais despediu-se prematuramente, perdendo assim o Belenenses e o desporto nacional um valor crescente. Directora do clube em períodos conturbados, reservou até aos tempos actuais uma meritória actuação como organizadora e conservadora dos troféus do Belenenses. Não é de nenhuma maneira difícil, considerar esta grande senhora como um dos maiores vultos na história do nosso clube.

Tenho muita honra em a considerar e em especial, ser por ela considerado como um amigo. Daquelas amizades que nascem em espontâneo. Tenho como muitos, e congratulo-me por serem mesmo muitos, imenso orgulho em receber o seu sorriso quando nos encontramos. Sei que não é um sorriso de circunstância mas uma prova de apreço.
Obrigado, querida amiga pela sua amizade e obrigado por ser um dos muito poucos que vão colocar nas estantes de quem aprecia a verdade da história, o nome do nosso querido Belenenses.
Vítor Barbosa Gomes
O livro terá o seu lançamento quinta-feira 26 de Fevereiro num cocktail com início ás 18 horas na sala VIP ( por cima do Restaurante Varanda Azul ) no nosso estádio do Restelo. Todos os Belenenses estão convidados e a sua presença desejada.
Publicado por Anônimo @ 19.2.09 »« Comente Etiquetas: Vitor Gomes







