
Há coisas difíceis de explicar num Adepto Desportista Ferrenho? Há!
A Paixão, por exemplo...,
o Orgulho,....,
a Alma, ......,
a Fé, ....,
a Fidelidade, ...,
os Sacrifícios suportados, .....,
o Amor eterno.
E há formas estúpidas e alegres de derrubar uma Instituição Centenária? Há!
Escancarar-se as portas a todos os bem “educados”, por exemplo, ....,
não participar activamente na vida do Clube, ....,
endeusar os demagogos das assembleias. .....,
acreditar-se piamente, em híbridos, .....,
aceitar-se, a mediocridade como bitola, ....,
elegerem-se continuadamente, calímeros, mas “salvadores”, ......,
fazer-se sempre de conta, que está tudo bem.
E há receitas rápidas e astuciosas para exterminar Adeptos Militantes? Há!
Primeiro, mata-se-lhes o orgulho,
depois, corta-se-lhes a paixão,
a seguir, fere-se-lhes a alma,
todos os dias, abalamos-lhes mais um pouco, a fé,
tomam-se medidas estapafúrdias, e atingimos-lhes a fidelidade,
favorecimentos internos, questionam os sacrifícios suportados,
mas gritamos que a culpa é dos outros! E adeus?! activo amor eterno.
Mas há fórmulas conhecidas para inverter este perigoso plano inclinado? Há!
-Incentivar, motivar e alimentar a paixão a outros jovens por esse mundo fora, como ao João Barbosa de 25 anos (de Gaia), que nunca assistiu a um jogo no Restelo e não tem antecedentes familiares Belenenses, ....,
-agradecer, mas secar as lágrimas de orgulho do Tiago Maurício (Feira / Aveiro), que sente as desditas Belenenses como ninguém, devolvendo-lhe sorrisos francos e continuados...
-pedir desculpa a João Basílio e aceitar o seu plano de recuperação e fidelização de sócios, com 50 patrocinadores dispostos a suportar os custos, projecto apresentado ao JPA , e desprezado, ....
-idem para o Nuno Gomes, no tocante a este assunto, e outros, ....,
-agraciar António Estrelado pelo seu empenho pessoal e dedicação, cumprindo o acordado com a BelenInvest, em tempo, ....,
-reunificar toda a família Belenense, devolvendo-lhe a chama e o brilho, ....,
-enterrar de vez “o estigma do Velho do Restelo”, naquela que deve ser a primeira e grande medida profiláctica, indício, de que teríamos finalmente Adeptos, Sócios e Dirigentes, compenetrados da grandeza e do futuro que se deseja e é possível construir, no ainda, Clube de Futebol "Os Belenenses".
Leia a Política de Comentários e Princípios «Belém Livre»
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Saravá, Belém do Futuro..........
Publicado por JAN @ 9.6.11 Etiquetas: 7, Belem Século XXII, Gestão Moderna da Treta, JAN, Registos Para Memória Futura
Série Gran Putada - III
Publicado por JAN @ 28.4.11 Etiquetas: 7, JAN, Marcelo Adnet, Pernas de Pau Mercenários, Registos Para Memória Futura, Série Gran Putada
Série Gran Putada - II
Publicado por JAN @ 28.4.11 Etiquetas: 7, JAN, Marcelo Adnet, Pernas de Pau Mercenários, Registos Para Memória Futura, Série Gran Putada
Série Gran Putada - I
PS : Qualquer semelhança entre este putativo candidato e outros cá do burgo, é mera coincidência e diferenciação de semântica;
Publicado por JAN @ 28.4.11 Etiquetas: 7, JAN, Marcelo Adnet, Partido da Sinceridade, Regabofe na República, Registos Para Memória Futura, Série Gran Putada
Descobrir Portugal - III
Publicado por JAN @ 27.4.11 Etiquetas: 25 Abril 74, 7, Banqueiros, BCE, Descobrir Portugal, Divida Soberana, FEEF, FMI, JAN, Max Keiser, Regabofe na República, Registos Para Memória Futura
Descobrir Portugal - I

Eu conheço um país que em 30 anos passou de uma das piores taxas de mortalidade infantil (80 por mil) para a quarta mais baixa taxa a nível mundial (3 por mil).
Que em oito anos construiu o segundo mais importante registo europeu de dadores de medula óssea, indispensável no combate às doenças leucémicas.
Que é líder mundial no transplante de fígado e está em segundo lugar no transplante de rins.
Que é líder mundial na aplicação de implantes imediatos e próteses dentárias fixas para desdentados totais.
Eu conheço um país que tem uma empresa que desenvolveu um software para eliminação do papel enquanto suporte do registo clínico nos hospitais (Alert), outra que é uma das maiores empresas ibéricas na informatização de farmácias (Glint) e outra que inventou o primeiro antiepilético de raiz portuguesa (Bial).
Eu conheço um país que é líder mundial no sector da energia renovável e o quarto maior produtor de energia eólica do mundo, que também está a construir o maior plano de barragens (dez) a nível europeu (EDP).
Eu conheço um país que inventou e desenvolveu o primeiro sistema mundial de pagamentos pré-pagos para telemóveis (PT), que é líder mundial em software de identificação (NDrive), que tem uma empresa que corrige e detecta as falhas do sistema informático da Nasa (Critical) e que tem a melhor incubadora de empresas do mundo (Instituto Pedro Nunes da Universidade de Coimbra).
Eu conheço um país que calça cem milhões de pessoas em todo o mundo e que produz o segundo calçado mais caro a nível planetário, logo a seguir ao italiano.
E que fabrica lençóis inovadores, com diferentes odores e propriedades anti-germes, onde dormem, por exemplo, 30 milhões de americanos.
Eu conheço um país que é o «state of art» nos moldes de plástico e líder mundial de tecnologia de transformadores de energia (Efacec) e que revolucionou o conceito do papel higiénico (Renova).
Eu conheço um país que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial e que desenvolveu um sistema inovador de pagar nas portagens das auto-estradas (Via Verde).
Eu conheço um país que revolucionou o sector da distribuição, que ganha prémios pela construção de centros comerciais noutros países (Sonae Sierra) e que lidera destacadíssimo o sector do «hard-discount» na Polónia (Jerónimo Martins).
Eu conheço um país que fabrica os fatos de banho que pulverizaram recordes nos Jogos Olímpicos de Pequim, que vestiu dez das selecções hípicas que estiveram nesses Jogos, que é o maior produtor mundial de caiaques para desporto, que tem uma das melhores selecções de futebol do mundo, o melhor treinador do planeta (José Mourinho) e um dos melhores jogadores (Cristiano Ronaldo), que teve Matateu, Vicente, Pepe, Eusébio, Coluna e Chalana.
Eu conheço um país que tem um Prémio Nobel da Literatura (José Saramago), uma das mais notáveis intérpretes de Mozart e Chopin (Maria João Pires) e vários pintores e escultores reconhecidos internacionalmente (Paula Rego, Júlio Pomar, Maria Helena Vieira da Silva, João Cutileiro).
Tem 3 dos melhores arquitetos do mundo: Carlos Ramos, Siza Vieira e Souto Moura.
Tem o maior e mais bonito Estádio do Mundo...
Este país é Portugal.
Tem tudo o que está escrito acima, que tem ainda muito mais ... Um povo maravilhoso.
Um sol maravilhoso, uma luz deslumbrante, praias fabulosas, óptima gastronomia.
...Mas que não pode ter tudo bom !!!...tem a pior e mais corrupta classe política que se conhece a seguir aos países de 3º Mundo !!
Bem-vindo a este país que não conhece: PORTUGAL
PS: Buchas a puxar a nossa sardinha....
Publicado por JAN @ 27.4.11 Etiquetas: 25 Abril 74, 7, Descobrir Portugal, JAN, Nicolau Santos - Expresso, Regabofe na República, Registos Para Memória Futura
Descobrir Portugal - II
Publicado por JAN @ 27.4.11 Etiquetas: 25 Abril 74, 7, Descobrir Portugal, Heróis Quotidianos, JAN, Registos Para Memória Futura, Sónia Morais Santos, Vencer a Genética
O Álibi

por MANUEL MARIA CARRILHO
Ao ver as reportagens do Congresso do PS, a pergunta que mais frequentemente me ocorreu foi como é que os Portugueses, na angustiante situação que vivemos, olhariam para aquele espectáculo.
Um espectáculo que exibia uma incómoda exuberância de meios ao mesmo tempo que revelava uma montagem atenta ao mais ínfimo pormenor (com música, abraços e lágrimas). Mas de onde, na verdade, não brotava uma só ideia, uma só preocupação com o País, uma só proposta para o futuro...
Onde, pelo contrário, era bem visível a obsessão com o poder e a preocupação em bajular o líder no seu bunker, seguindo um guião e repetindo "ad nauseam" um só argumento, com uma disciplina de fazer inveja ao PCP!...
Ter-se-á atingido aqui o lúgubre apogeu do "socialismo moderno", esse híbrido socrático que ficará na história por ter esvaziado o Partido Socialista de quase todos os seus valores patrimoniais e diferenciadores, reduzidos agora a um mero videoclip.
Como na história ficará também a indigência intelectual e o perfil ético de tantos "senadores" do PS que subiram ao palco para - com completo conhecimento de causa sobre o gravíssimo estado do País - acenar cinicamente aos militantes e aos Portugueses, por puro e interessado calculismo político.
O Congresso assumiu a estratégia de Sócrates que é, há muito, clara: ignorar os factos e sacudir as responsabilidades. Inventando uma boa história, que seja simples, que hipnotize as pessoas e, sobretudo que as dispense de olhar para os últimos seis anos de governação, para os números do desemprego, do défice, da dívida ou da recessão. Ou de pensar nas incontornáveis consequências de tudo isto no nosso futuro. Eis o marketing político no seu estado mais puro, e mais perverso.
Esta história começou a ser preparada logo em Janeiro, quando era por demais evidente o que se iria passar com o nosso endividamento e com as nossas finanças públicas. Sócrates lançou então o slogan "Defender Portugal", insinuando subliminarmente que os adversários do PS só podiam ser adversários de Portugal.
Montado o cenário, faltava apontar os vilões. Primeiro, o inimigo externo, e para isso diabolizou-se o FMI, qual dragão que paira ameaçadoramente sobre as nossas cabeças, e contra o qual o herói luta com denodo. Um pouco mais tarde, com o chumbo do PEC IV, estava encontrado o inimigo interno. Um inimigo que "tira o tapete" ao nosso herói, exactamente quando este "ia salvar Portugal". Ferido, o herói não sai de cena. Ei-lo que se reergue, determinado, para mais uma batalha. Desce o pano, e agenda-se o segundo acto para dia 5 de Junho.
Há que reconhecer: tudo isto foi muito bem planeado, teatralizado e concretizado, de modo a que esta fábula funcione não só como um álibi para Sócrates mas, também, como uma "cassete" de campanha.
Montada a história, trata-se agora de repeti-la. É como se todos os dirigentes socialistas passassem a falar pelo teleponto do próprio Sócrates, como se todos tivessem esse teleponto dentro da própria cabeça - e isso, como vimos, funciona, pelo menos em mundos como o da "bolha" do Congresso de Matosinhos.
A força da história avalia-se pelo modo como deforma os factos e maquilha a realidade. Em Matosinhos, ela foi muito eficaz para esconder aquilo que na verdade mais perturba os socialistas: esta é a terceira vez que o FMI é chamado a intervir em Portugal, e, sendo verdade que veio sempre a pedido de governos liderados pelo PS, esta é a primeira vez em que vem devido a erros de governação do próprio PS.
Isto nunca tinha, de facto, acontecido: em 1977/78 o FMI veio por causa dos "excessos" revolucionários, e em 1983/84 para corrigir os deslizes do governo de direita, da Aliança Democrática. Em ambas as situações o PS apareceu, com a coragem de Mário Soares, a corrigir os erros de governações anteriores e a defender o interesse nacional. Desta vez é diferente: o FMI é chamado a Portugal justamente devido à acção de um governo do PS, dirigido pelo seu secretário-geral.
Para grandes males, grandes desculpas? É o que parece. Esta história inventada pelos conselheiros de Sócrates vai fazendo o seu caminho. Espalha-se com mais desenvoltura que um programa eleitoral, e consegue fazer com que muita gente, sem dar por isso, acredite no inacreditável: num dia o nosso primeiro-ministro estava "quase a conseguir salvar-nos", e no dia seguinte o chumbo do PEC IV abriu um buraco de 80 mil milhões de euros...
Não consigo conformar-me com este modo de "fazer política". Sofro, como milhares de socialistas, e certamente muitos mais portugueses, com este tipo de comportamento que joga no "vale tudo" para permanecer no poder. Ao arrepio de todos os valores, ignorando as mais elementares regras da ética, transformando a política num mero exercício de propaganda que se avalia por um único resultado: continuar no poder.
O Partido Socialista ficou reduzido ao álibi de Sócrates. Um secretário-geral que deu sem dúvida provas como candidato eficaz, mas que também já as deu como governante medíocre, conduzindo o País à bancarrota e à mais grave crise que o País já conheceu desde o 25 de Abril de 1974.
Foi com estes dados que o PS saiu do Congresso, à espera de um milagre eleitoral no próximo dia 5 de Junho. Mário Soares falava prudentemente, aqui no DN de anteontem, no risco de um duche gelado que entretanto o PS corre. Mas mesmo que tal não aconteça, não haja ilusões: ganhe ou perca, no dia seguinte às eleições este PS do álibi vai estar como estava na véspera - com uma mão-cheia de nada e outra de coisa nenhuma. Talvez, finalmente, a olhar para o abismo onde nos conduziu. E quanto a Portugal, o que será de nós?
Publicado por JAN @ 26.4.11 Etiquetas: 7, DN, José Sócrates, Manuel Maria Carrilho, PS, Regabofe na República
37 Anos a "Cimentar" Abril ...

Neste trigésimo sétimo aniversário de Abril de 74 que convém dizer ou assinalar?
Que os portugueses em geral vivem melhor?
Que a justiça é célere e racional para todos?
Que Portugal passou a país mais respeitado em todo o mundo?
Que legaremos aos nossos filhos e netos um futuro mais risonho?
Que os portugueses em geral estão mais esclarecidos quanto às questões nucleares do país?
Que há mais civismo nas estradas?
Que os políticos profissionais respeitam quem dizem representar?
Dúvidas que assaltam os espíritos e que nem precisam de respostas, tal a evolução do regabofe a que fomos alegremente conduzidos por esta democracia representativa e musculada do centrão, que não é mais que a conjugação dos interesses do "tresaddam" tetas-ricamente- espetadas-sempre-à-disposição-dos-adorados-muchachos..., mesmo na maior crise de tesura por eles criada.
Mas talvez seja preferível falar-se de 7 histórias "desconhecidas e incontáveis", vividas naquelas 72 horas e seguintes, de muita entrega sã, conjugadas com traições e aproveitamentos vários.
1 - Do célebre comandante da fragata NRP "Gago Coutinho", que andou em manobras evasivas no Tejo ameaçando Salgueiro Maia e Andrade e Silva! Poucos saberão que o célebre homem da ponte se chamava Cdt. Louçã! Esse mesmo, pai do actual "camarada" Chico ....
2 - Que o jovem tenente que o prendeu e sublevou a guarnição, evitando que a tradição revolucionária da MGP fosse manchada, foi depois perseguido, preterido nas promoções e teve de abandonar a marinha, para ter um futuro digno...
3 - Que Salgueiro Maia com a sua sensatez e inocência quanto a quezílias partidárias, foi o principal responsável pelo não derramamento de sangue e a chamada, Revolução dos Cravos!? Bastava ter corrido com Supico Pinto e rejeitar o pedido do Prof. Marcelo Caetano (que "exigia" só entregar o poder a um general) e o "ter entregue em Acto Revolucionário e Genuíno ao General Povo, em actividade frenética frente ao quartel do Carmo ...
4 - Que o General que sempre esteve com o MFA era Costa Gomes e não outros, como Kaúlza de Arriaga, Silvério Marques e Galvão de Melo (que à vez tentaram controlar o movimento)...
5 - Que a pide na António Maria Cardoso era o objectivo destinado à Companhia de Comandos, que a deveria dominar e ocupar, tendo o seu comandante Jaime Neves considerado não consentâneo com a capacidade de uma força de elite...
6 - Que a sigla PC, vezes sem conta difundida e falada naqueles momentos, queria dizer Posto de Comando e não Partido Comunista, como alguns democratas de 26, 27 e dias seguintes, tanto temiam...
7 - Que Salgueiro Maia, verdadeiro anti - herói, foi desprezado ainda em vida por alguns daqueles que colaboraram com a pide, e mais tarde o "honraram" a título póstumo...
Talvez seja por todas estas contradições ainda toleradas, que o grupo do "tresaddam" faz o que quer dos Portugueses, sobretudo dos que trabalham e labutam honestamente por ter uma vida melhor e um país mais digno.
Publicado por JAN @ 25.4.11 Etiquetas: 25 Abril 74, 7, JAN, Registos Para Memória Futura
Verdades que doem, a muito analfabeto intelectual

Portugal atravessa um dos momentos mais difíceis da sua história que terá que resolver com urgência, sob o perigo de deflagrar crescentes tensões e consequentes convulsões sociais.
Importa em primeiro lugar averiguar as causas. Devem – se sobretudo à má aplicação dos dinheiros emprestados pela CE para o esforço de adesão e adaptação às exigências da união.
Foi o país onde mais a CE investiu "per capita" e o que menos proveito retirou. Não se actualizou, não melhorou as classes laborais, regrediu na qualidade da educação, vendeu ou privatizou a esmo actividades primordiais e património que poderiam hoje ser um sustentáculo.
Os dinheiros foram encaminhados para auto estradas, estádios de futebol, constituição de centenas de instituições publico - privadas, fundações e institutos, de duvidosa utilidade, auxílios financeiros a empresas que os reverteram em seu exclusivo benefício, pagamento a agricultores para deixarem os campos e aos pescadores para venderem as embarcações, apoios estrategicamente endereçados a elementos ou a próximos deles, nos principais partidos, elevados vencimentos nas classes superiores da administração publica, o tácito desinteresse da Justiça, frente à corrupção galopante e um desinteresse quase total das Finanças no que respeita à cobrança na riqueza, na Banca, na especulação, nos grandes negócios, desenvolvendo, em contrário, uma atenção especialmente persecutória junto dos pequenos comerciantes e população mais pobre.
A política lusa é um campo escorregadio onde os mais hábeis e corajosos penetram, já que os partidos cada vez mais desacreditados, funcionam essencialmente como agências de emprego que admitem os mais corruptos e incapazes, permitindo que com as alterações governativas permaneçam, transformando – se num enorme peso bruto e parasitário. Assim, a monstruosa Função Publica, ao lado da classe dos professores, assessoradas por sindicatos aguerridos, de umas Forças Armadas dispendiosas e caducas, tornaram – se não uma solução, mas um factor de peso nos problemas do país.
Não existe partido de centro já que as diferenças são apenas de retórica, entre o PS (Partido Socialista) que está no Governo e o PSD (Partido Social Democrata), de direita, agora mais conservador ainda, com a inclusão de um novo líder, que tem um suporte estratégico no PR e no tecido empresarial abastado.
Mais à direita, o CDS (Partido Popular), com uma actividade assinalável, mas com telhados de vidro e linguagem publica, diametralmente oposta ao que os seus princípios recomendam e praticarão na primeira oportunidade.
À esquerda, o BE (Bloco de Esquerda), com tantos adeptos como o anterior, mas igualmente com uma linguagem difícil de se encaixar nas recomendações ao Governo, que manifesta um horror atávico à esquerda, tal como a população em geral, laboriosamente formatada para o mesmo receio.
Mais à esquerda, o PC (Partido comunista) vilipendiado pela comunicação social, que o coloca sempre como um perigo latente e uma extensão inspirada na União Soviética, oportunamente extinta, e portanto longe das realidades actuais.
Assim, não se encontrando forças capazes de alterar o status, parece que a democracia pré – fabricada não encontra novos instrumentos.
Contudo, na génese deste beco sem aparente saída, está a impreparação, ou melhor, a ignorância de uma população deixada ao abandono, nesse fulcral e determinante aspecto. Mal preparada nos bancos das escolas, no secundário e nas faculdades, não tem capacidade de decisão, a não ser a que lhe é oferecida pelos órgãos de Comunicação.
Ora e aqui está o grande problema deste pequeno país; as TVs as Rádios e os Jornais, são na sua totalidade, pertença de privados ligados à alta finança, à industria e comercio, à banca e com infiltrações accionistas de vários países.
Ora, é bem de ver que com este caldo, não se pode cozinhar uma alimentação saudável, mas apenas os pratos que o "chefe" recomenda. Daí a estagnação que tem sido cómoda para a crescente distância entre ricos e pobres.
A RTP, a estação que agora engloba a Rádio e Tv oficiais, está dominada por elementos dos dois partidos principais, com notório assento dos sociais democratas, especialistas em silenciar posições esclarecedoras e calar quem lenta o mínimo problema ou dúvida. A selecção dos gestores, dos directores e dos principais jornalistas é feita exclusivamente por via partidária. Os jovens jornalistas, são condicionados pelos problemas já descritos e ainda pelos contratos a prazo determinantes para o posto de trabalho enquanto, o afastamento dos jornalistas seniores, a quem é mais difícil formatar o processo a pôr em prática, está a chegar ao fim. A deserção destes, foi notória.
Não há um único meio ao alcance das pessoas mais esclarecidas e por isso, "non gratas" pelo establishment, onde possam dar luz a novas ideias e à realidade do seu país, envolto no conveniente manto diáfano que apenas deixa ver os vendedores de ideias já feitas e as cenas recomendáveis para a manutenção da sensação de liberdade e da prática da apregoada democracia.
Só uma comunicação não vendida e alienante, pode ajudar a população, a fugir da banca, o cancro endémico de que padece, a exigir uma justiça mais célere e justa, umas finanças atentas e cumpridoras, enfim, a ganhar consciência e lucidez sobre os seus desígnios.
(Prosa esclarecedora do conhecido sociólogo e filosofo francês, Jaques Amaury, professor na Universidade de Estrasburgo, publicou recentemente um estudo sobre "A crise Portuguesa", onde elenca alguns caminhos, tendentes a soluciona – la.)
PS : Qualquer semelhança entre o povo deste país e alguns adeptos do CFB, é mera coincidência...;
Publicado por JAN @ 25.4.11 Etiquetas: 7, Dívida Soberana, Eusinhos, Gestão Moderna da Treta, JAN, Jaques Amaury, Regabofe na República, Registos Para Memória Futura
Vamos Perder ou Reconquistar As "Nossas" Praias Azuis ...???

Parece que os auditores da troika já estimaram o buraco dos swaps governamentais contínuos durante 7 anos em +410MM€!!! Era impossível Teixeira dos Santos fazer constante rollover nos mercados internacionais e não levantar suspeitas, apesar das meiguices do menino Constâncio. E ainda não chegaram aos fundilhos da marosca??? Murmuram assustados (durante o seus breves breakfast wiht bacon an eggs, porque há ainda muito trabalho pela frente), mas longe da CS...
Também parece que anda para aí um movimento de personalidades que quer um pacto de regime antes das eleições!!! E foram entregar ao sôr Silva (ex-patrono das célebres e longas AE a 5M€/km), a sua petição!!!
Otelo Saraiva de Carvalho diz que está na altura de outro levantamento pra-pular!!! Ou será de rancho???
D. José Policarpo, Digníssimo Cardeal de Lisboa, completou 75 anos a 26FEV passado e lá ditou para o Pio que está farto de ver riquezas desnecessárias no berço da igreja e fome sobre quase todas as mesas. Saravá D. Policarpo. Vai um copo de tinto reserva 2005 da Herdade do Meio? Que o Belmiro ajudou a foder depois de sabiamente cumprir o dec. lei arquitectado?
O ex-bispo de Setúbal, D. Manuel Martins já anteriormente dissera que se considerava chocado: "...com a miséria extrema actualmente existente em Portugal, que só os governantes não enxergavam, apesar de quase toda a CS desmascarar vezes sem conta..."? Saravá Homem! Muito Homem!!!
Alexandre Soares dos Santos, presidente da holding Jerónimo Martins, talvez o melhor e mais sério empresário português, diz que para sair da crise é preciso dar cordas aos sapatos!!! Entretanto o governo de alguns portugueses queria taxar os resultados da sua empresa na Polónia, país que também é membro dos 27 tristes da europa, alguns de tanga, que já o haviam legitimamente taxado!!! Dá para acreditar??? Só porque a holding está sediada em Portugal??? Tentar Sacar em duplicado a quem tem visão empresarial e sensatez, pratica solidariedade social activa no grupo e fora dele, produz riqueza como poucos e depois será sempre o alvo predilecto dos vigaristas que aterram de para-quedas na administração fiscal para os amigalhaços poderem viver à grande e à conta dos nossos impostos!!! este mesmo homem que com os filhos ofertou 1M€ para os fundo da catástrofe Madeirense, enquanto outros que roubam o país assobiavam convenientemente para o lado!!! Claro que ASS não pode ser uma figura benquista, quando afirma : "...só deviam poder ir para a política pessoas devidamente habilitadas e com reconhecido CV validado pela sociedade civil antes de..."!!! E que trabalho daríamos aos ratos políticos profissionais Companheiro ASS??? Quem é que fazia depois os buracos do gigantesco queijo gruyere que é esta dívida soberana, e não só a portuguesa??? Saravá Alexandre dos Santos. Dá-lhes Falâncio...
O FMI parece que quer cobrar juros mais baratos a Portugal que BCE e FEEF!!! Embora fique também a ganhar com os juros dos resgastes!!! Mas que merda é esta??? Agora percebem o regabofe que por aí anda com flácidas e anões, chernes e minões e outros poltrões amigalhaços, cujos rostos não convém aparecer, e que na prática são quem alavanca e ganha com toda esta estrumeira? Que redeiam as agências de rating por eles sustentadas a seu belo prazer? Cujos directores também sacam particularmente porque antecipam negócios nas bolsas mundiais com informações financeiras previlegiadas?
Pois calculem que a troika numa das medidas mais espectaculares que irá impor para mais rapidamente reaver o seu pilim é "vender as nossas praias!!!
Porreiro pá! Bom para o Belenenses!!! Ainda não perceberam? Eu explico: - ...os gajos só querem "vender" ou melhor, cobrar os acessos às praias com bandeira AZUL, como se faz em boa parte da estranja onde os zézes camarinhas da chunga não metem as patas..., a não ser cas gajas sejam meninas finas e endinheiradas, tipo, paris dos hiltons, mas muito porcas, os arreboquem lá pra dentro...!!!
Ainda não entenderam?! Pombas, que são de compreensão retardada...Bandeira Azul! Lol!!! Isso mesmo!!!
Como só azuis, somos nós, os do Belenenses! Tamos safos, o FMI veio dar-nos finalmente a paridade com a estarolagem que sucessivos governos e câmaras nos negaram, ajudando-nos a vencer a crise, também à conta de todos os portugueses que gostam de praia!
Assim livra-mo-nos de vez de todos aqueles que sem ideias e escrúpulos querem vender ou abocanhar os 12,8 htc. do Restelo. Temos é de dar corda aos sapatos e registar na loja do cidadão mais próxima, a marca "bandeira-azul-é-do-CFB-só". Sugiro a inaugurada esta semana em Gondomar, de certeza que nos safamos..., se persistirem dúvidas?! Chamem o léllo ...
Claro que este feito foi conseguido graças aos extraordinários esforços do nosso dedicado ex-agente anteriormente infiltrado nas seitas das fífias, aquando do caso Mateus, e que o promovemos a agente infiltrado de novo, agora no FMI, visto já prevermos a crise financeira que iríamos também provocar! Trata-se, como claramente é claro de ver-se, uma distinção e promoção conseguida pela nossa influência sécular em todo o mundo.
Estamos a falar do Poul Thomsen, Nosso Homem de Olhos Azuis No Exterior. Que não passam de reles lentes de contactos da multiópticas fornecidas por nós para não o conectarem com a fífia. Chiuuuuuuuuuu, para ninguém desconfiar. Porque o coxo malhado João Rodrigues, é muito ciumento e vingativo....
Apostilha: Timo Soini, o filandês de extrema direita que emergiu nestas recentes eleições, lá vai bolsando que é católico, gosta de futebol e de Figo, e que até viu ao vivo o recente Real - Barcelona, repleto de portugueses, mas no que toca ao empréstimo europeu a Portugal, a Filândia apenas diz, emprestem, façam com que haja cortes de 20 e 30% nos salários desses gajos, mas nós não pagamos nada! Registado, cabeça de porco nº. 251.
No Japão, os franciús que venderam o veneno, leiam-se centrais atómicas, foram manter a mama murcha, mas a pingar, entregando tecnologia para "reciclar" água despejada a esmo e radioactiva, Dassss. Que já foram erros maiores que em Charnobil. A ganância do lucro extremo não tem cartilha de honra.
Paulo Portas, de forma sóbria, inteligente e responsável, acaba de dizer em directo para quem o quis ouvir, que está preocupado com a situação de Portugal e dos portugueses mais desfavorecidos, que impôs aos homens da troika o não agravamento das condições de vida destes. Pareceu-me sincero e atitude de grande estadista. Aguardemos pela distribuição dos tachos no futuro desgoverno.
Publicado por JAN @ 19.4.11 Etiquetas: 7, Alexandre Soares dos Santos, BCE, D. José Policarpo, D. Manuel Martins, Dívida Soberana, Eusinhos, FEEF, FMI, JAN, Otelo Saraiva, Regabofe na República, Registos Para Memória Futura
O Paradoxo do Nosso Tempo - Carta de George Carlin
Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.
Rapidamente multiplicamos os nossos bens, mas reduzimos os nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente e odiamos frequentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.
Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fazemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não o nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planeamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de carácter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".
Um momento de muita coisa na vitrina e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre.
Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.
PS: George Denis Patrick Carlin nasceu em N. York a 12 Maio de 1937, faleceu em Santa Mónica aos 71 anos, a 22 de Junho de 2008, uma semana depois da sua última representação no Orleans Hotel e Casino de Las Vegas. Ateu convicto, crítico acérrimo das religiões, nomeadamente quanto ao sentido da culpa e do descontrolo social, defendia valores mais humanizados e seculares, humorista, actor, autor e pioneiro, com Lenny Bruce, no humor de crítica social. A sua maior polémica rotineira chamava-se "Sete Palavras que não se podem dizer em Televisão", causadoras nos anos setenta de dissabores e inúmeras idas ao cárcere e a tribunal, sempre que as proclamou em palco. Até meados da década de 60, Carlin manteve uma imagem tradicional, com fato e cabelo curto. Depois, ao escrever novo acto, decidiu deixar crescer o cabelo e a barba, sendo apelidado de ícone da contracultura. Aplaudido por vários colegas, como Lewis Black e Bill Maher, George Carlin chegou ainda a participar em vários filmes e séries de tv, dobrando também alguns filmes de animação;
Publicado por JAN @ 5.4.11 Etiquetas: 7, Cobardes EUsinhos, George Carlin, Regabofe na República
Rezemos Todos Juntos e em Voz Alta...
Publicado por JAN @ 4.4.11 Etiquetas: 7, Cobardes EUsinhos, JAN, Regabofe na República, Registos Para Memória Futura
Dívida Às Costas de "Todos Nós", Graças a Todos Estes...
Publicado por JAN @ 4.4.11 Etiquetas: 7, Dívida Soberana, Geração à Rasca - 2010, JAN, Partidos, Portugal 2011, Regabofe na República, Registos Para Memória Futura
Sejam Sérios Pelo menos Uma Vez na Vida...

Estamos neste estado lamentável por causa da corrupção interna - pública e privada com incidência no sector bancário - e pelos juros usurários que a Banca Europeia nos cobra.
Sócrates foi dizer à Sra. Merkle - a chanceler do Euro - que já tínhamos tapado os buracos das fraudes e que, se fosse preciso, nos punha a pão e água para pagar os juros ao valor que ela quisesse.
Por isso, acho que era altura de falar na Islândia, na forma como este país deu a volta à bancarrota, e porque não interessa a certa gente que se fale dele).
Não é impunemente que não se fala da Islândia (o primeiro país a ir à bancarrota com a crise financeira) e na forma como este pequeno país perdido no meio do mar, deu a volta à crise.
Ao poder económico mundial, e especialmente o Europeu, tão proteccionista do sector bancário, não interessa dar notícias de quem lhes bateu o pé e não alinhou nas imposições usurárias que o FMI lhe impôs para a ajudar.
Em 2007 a Islândia entrou na bancarrota por causa do seu endividamento excessivo e pela falência do seu maior Banco que, como todos os outros, se afogou num oceano de crédito mal parado. Exactamente os mesmo motivos que tombaram com a Grécia, a Irlanda e Portugal.
A Islândia é uma ilha isolada com cerca de 320 mil habitantes, e que durante muitos anos viveu acima das suas possibilidades graças a estas "macaquices" bancárias, e que a guindaram falaciosamente ao 13º no ranking dos países com melhor nível de vida (numa altura em que Portugal detinha o 40º lugar).
País novo, ainda não integrado na UE, independente desde 1944, foi desde então governado pelo Partido Progressista (PP), que se perpetuou no Poder até levar o país à miséria.
Aflito pelas consequências da corrupção com que durante muitos anos conviveu, o PP tratou de correr ao FMI em busca de ajuda. Claro que a usura deste organismo não teve comiseração, e a tal "ajuda" ir-se-ia traduzir em empréstimos a juros elevadíssimos (começariam nos 5,5% e daí para cima), que, feitas as contas por alto, se traduziam num empenhamento das famílias islandesas por 30 anos, durante os quais teriam de pagar uma média de 350 Euros / mês ao FMI. Parte desta ajuda seria para "tapar" o buraco do principal Banco islandês.
Perante tal situação, o país mexeu-se, apareceram movimentos cívicos despojados dos velhos políticos corruptos, com uma ideia base muito simples: os custos das falências bancárias não poderiam ser pagos pelos cidadãos, mas sim pelos accionistas dos Bancos e seus credores. E todos aqueles que assumiram investimentos financeiros de risco, deviam agora aguentar com os seus próprios prejuízos.
O descontentamento foi tal que o Governo foi obrigado a efectuar um referendo, tendo os islandeses, com uma maioria de 93%, recusado a assumir os custos da má gestão bancária e a pactuar com as imposições avaras do FMI.
Num instante, os movimentos cívicos forçaram a queda do Governo e a realização de novas eleições.
Foi assim que em 25 de Abril (esta data tem mística dupla) de 2009, a Islândia foi a eleições e recusou votar em partidos que albergassem a velha, caduca e corrupta classe política que os tinha levado àquele estado de penúria. Um partido renovado (Aliança Social Democrata) ganhou as eleições, e conjuntamente com o Movimento Verde de Esquerda, formaram uma coligação que lhes garantiu 34 dos 63 deputados da Assembleia). O partido do poder (PP) perdeu em toda a linha.
Daqui saiu um Governo totalmente renovado, com um programa muito objectivo: aprovar uma nova Constituição, acabar com a economia especulativa em favor de outra produtiva e exportadora, e tratar de ingressar na UE e no Euro logo que o país estivesse em condições de o fazer, pois numa fase daquelas, ter moeda própria (coroa finlandesa) e ter o poder de a desvalorizar para implementar as exportações, era fundamental.
Foi assim que se iniciaram as reformas de fundo no país, com o inevitável aumento de impostos, amparado por uma reforma fiscal severa. Os cortes na despesa foram inevitáveis, mas houve o cuidado de não "estragar" os serviços públicos tendo-se o cuidado de separar o que o era de facto, de outro tipo de serviços que haviam sido criados ao longo dos anos apenas para serem amamentados pelo Estado.
As negociações com o FMI foram duras, mas os islandeses não cederam, e conseguiram os tais empréstimos que necessitavam a um juro máximo de 3,3% a pagar nos tais 30 anos. O FMI não tugiu nem mugiu. Sabia que teria de ser assim, ou então a Islândia seguiria sozinha e, atendendo às suas características, poderia transformar-se num exemplo mundial de como sair da crise sem estender a mão à Banca internacional. Um exemplo perigoso demais.
Graças a esta política de não pactuar com os interesses descabidos do neo-liberalismo instalado na Banca, e de não pactuar com o formato do actual capitalismo (estado de selvajaria pura) a Islândia conseguiu, aliada a uma política interna onde os islandeses faziam sacrifícios, mas sabiam porque os faziam e onde ia parar o dinheiro dos seus sacrifícios, sair da recessão já no 3º Trimestre de 2010.
O Governo islandês (comandado por uma senhora de 66 anos) prossegue a sua caminhada, tendo conseguido sair da bancarrota e preparando-se para dias melhores. Os cidadãos estão com o Governo porque este não lhes mentiu, cumpriu com o que o referendo dos 93% lhe tinha ordenado, e os islandeses hoje sabem que não estão a sustentar os corruptos banqueiros do seu país nem a cobrir as fraudes com que durante anos acumularam fortunas monstruosas. Sabem também que deram uma lição à máfia bancária europeia e mundial, pagando-lhes o juro justo pelo que pediram, e não alinhando em especulações. Sabem ainda que o Governo está a trabalhar para eles, cidadãos, e aquilo que é sector público necessário à manutenção de uma assistência e segurança social básica, não foi tocado.
Os islandeses sabem para onde vai cada cêntimo dos seus impostos.
Não tardarão meia dúzia de anos, que a Islândia retome o seu lugar nos países mais desenvolvidos do mundo.
O actual Governo Islandês, não faz jogadas nas costas dos seus cidadãos. Está a cumprir, de A a Z, com as promessas que fez.
Se isto servir para esclarecer uma única pessoa que seja deste pobre país aqui plantado no fundo da Europa, que por cá anda sem eira nem beira ao sabor dos acordos milionários que os seus governantes acertam com o capital internacional, e onde os seus cidadãos passam fome para que as contas dos corruptos se encham até abarrotar, já posso dar por bem empregue o tempo que levei a escrever este artigo.
(Por Francisco Gouveia, Eng.º
gouveiafrancisco@hotmail.com)
Apostilha : Não tarda muito teremos em Belém dezenas de milhares de pessoas, não para apoiarem o CFB, infelizmente, mas para dizerem a sua Exª. o Prof. Aníbal Cavaco e Silva, que a sua doutrina de contas estava e está errada, que estão fartos de políticas que governam para manterem o bem estar dos amigos e fregueses do costume, de políticos charmosos, mas corruptos. Que querem um governo de salvação nacional, com gente séria e com provas dadas profissionalmente e com percurso de vida pessoal inatacável, que reergam o país, mas com honra e rectidão. Que se acabe de vez com o despesismo de estado. Não tarda mesmo nada!!! Podiam começar já por acabar com esta eleição que não vão alterar nada, fechar a AR por tempo indeterminado (e desratizar tudo, a começar pelo departamento de viagens), diminuir o orçamento das casas da PR, Governos Civis e Fundações da treta. Nomear Jaime Gama Primeiro Ministro de um Governo de Salvação Nacional e 7 super ministros responsáveis e da confiança dos actuais partidos da AR. Isso sim, seria dar um sinal sério e eniquívoco de respeito pelo povo que sofre e pelos seus sagrados direitos, pequeninos gestos que a comunidade internacional que vive de forma séria e sensata, muito apreciaria, acreditando desta vez que estávamos a falar a sério;
Publicado por JAN @ 3.4.11 Etiquetas: 7, Crise de 2011, FEEF, FMI, Islândia, JAN, José Sócrates, PR, Regabofe na República, Registos Para Memória Futura
7 Garrafas de Amónia Azotada, Mas Não 7 Pacotes de Vida
Publicado por JAN @ 3.3.11 Etiquetas: 7, Eusinhos, Gestão Moderna da Treta, Registos Para Memória Futura, Sandra Pizarrello, Vida na Terra
A Flácida Levou a 1ª. de 7
Publicado por JAN @ 20.2.11 Etiquetas: 7, AM, Eusinhos, JAN, JetEUsinhos, Regabofe na República, Registos Para Memória Futura, UE
Maravilhemo-nos Com o Pousar das Aves...
Publicado por JAN @ 5.2.11 Etiquetas: 7, Belem Século XXII; JAN, Expo Shangai 2010
7 Histórias da Vida Quotidiana e Misticismos...

1ª. - história (Crendice Asiática)
Stanley Ho, Comendador de Portugal, 89 anos, 3 mulheres e 17 filhos conhecidos, doente e cansado de ganhar patacas, quer no entanto ganhar vários processos contra alguns dos seus familiares, que ameaçam retalhar a sua fortuna de 2MM$ (488 ranking The Forbes).
Correm várias histórias a seu respeito e à respeitável fortuna amealhada, uns dizem que começou realmente a enriquecer com a edificação do Hotel Casino Lisboa, em MACAU, outros apontam o dedo a velhos hábitos coloniais portugueses de premiar os mais próximos do pote do mel, lembre-se que a sua primeira mulher (e única com quem casou efectivamente), era de ascendência portuguesa, daí a eventual simpatia e o monopólio da concessão do jogo em MACAU pelas Autoridades da altura.
Outros dizem que é verdade que o Senhor tem muito jeito para o negócio, mas que foi a sabedoria de ancestrais chineses que lhe permitiram continuar a aumentar o pecúlio. Com efeito, o segredo está em manter permanentemente em obras o seu Hotel Casino Lisboa. No dia em que pararem. Adeus patacas!
2ª. - História (Jovem pai aflito e sem comer para os filhos, conta histórias para os fazer dormir)
- Ó Pai....quem foi Salazar?
- Foi um Senhor que pôs correntes ao povo português durante 40 anos.
- Ó Pai.... e o Mário Soares, quem é?
- Esse, meu filho, foi o homem que tirou as correntes ao povo português.
- Ó Pai....e o que são as correntes?...
- Era aquela coisa de ouro que o teu avô trazia e usava no colete para segurar o relógio! ...
3ª. - história (Pensamento generalizado de quem aperta o cinto, farto de ladrões bem falantes)
Vivo num país cuja classe política actual, na sua grande maioria, é incapaz de colocar o país à frente dos seus interesses pessoais ou de grupo. Vivo num país com uma constituição que desde meados de 90 permitia reduzir o número de deputados para 180 e a maioria nunca mexeu uma palha. Vivo num país à beira do precipício, com ricos cada vez mais ricos e pobres em perigoso aumento exponencial. Vivo num país com condições únicas para ser um modelo respeitado no mundo, não fora a desorganização administrativa e tributária, que interessa a meia dúzia de famílias. Vivo num país que com menos 50 deputados pouparia por ano para aí + de 3,1M€. Vivo num país à beira da exclusão social e de nova revolução, mas desta vez sem cravos e sem bombinhas de Carnaval, ou de mau cheiro.
4ª. - história (Mou, "leva" o Real Madrid à final da Taça do Rei)
7 anos depois, parece que o Madrid volta a uma final desta competição pelas mãos de um português, que quer se goste ou não, ninguém consegue ficar indiferente, porque fala tanto como trabalha, ou se calhar fala até um pouco menos do que tão bem exerce.
5ª. - história (Pensamento de Adeptos fartos de visão maniqueísta, feudal e contas fraudulentas)
Em 2004 estávamos com as contas em dia, com o passivo controlado e a cumprir integralmente o plano Mateus, num desconforto que rondava os +/- 800.000,00 euros! Herói desta façanha? O humilde e valoroso Dr. Jaime Vieira de Freitas, último moicano das contas transparentes e certas ao nano-cêntimo! Como foi possível em 7 anos passarmos para um buraco de + de 30M€ (contas ainda não consolidadas) e melhor "expernadas e expernicadas", sem ninguém ir preso ou ser chamado a prestar contas?!
6ª. - história (ex-Aproveitador arrependido, notícia inserta nos jornais diários)
Parece que um dos investidores do bpn devolveu 16M€ recebidos indevidamente..., louve-se o acto de contrição tardio.
7ª. - história (Aguardam-se outros arrependimentos...)
... história em desenvolvimento ...
Publicado por JAN @ 3.2.11 Etiquetas: 7, JAN, JetEUsinhos, Regabofe na República, Registos Para Memória Futura
"Fascinate: Your 7 Triggers to Persuasion and Captivation"

A Autora, Sally Hogshead pode gabar-se de ter escrito um dos livros mais badalados dos últimos tempos! Serve sobretudo de guia saloio para candidatos a : pernadas, pernaltas, natas de vinte e Eusinhos (auto fascinados) e seus aduladores irresponsáveis.
Nós continuamos a pensar que o número correcto é o 8! Falta a oitava maravilha,
INOVAÇÃO. Embora parte significativa dos nativos aprecie, DESENRASCA. Depois admiram-se dos trambolhões que acontecem.
(Segue-se Excelente apreciação do economista Filipe Garcia no Jornal Económico).
"Tem estado presente em alguns "tops", dado o sucesso de vendas que conseguiu, e a autora é convidada frequente em seminários sobre marketing e comportamento do consumidor. Para tal, muito contribui o registo acessível da obra, sem perder acutilância e o cuidado na forma com que as ideias são apresentadas.
A ideia de base do livro é que tudo o que fazemos é provocado pelo fascínio de algum tipo. Compramos produtos, escolhemos serviços, desafios, carreiras, relações pessoais ou actividades com base no fascínio. O fascínio é o "driver" das nossas escolhas. A autora terá conseguido isolar sete gatilhos, ou atalhos, que explicam o processo de fascínio. Um gatilho leva a uma influência relevante e cada um provoca uma resposta diferente. Esses "triggers" são: "Poder", "Luxúria", "Mística", "Alarme", "Prestígio", "Vício" e "Confiança". Se formos capazes de usar estes gatilhos, poderemos ser mais influentes, persuasivos, recordados e os objectivos serão mais fáceis de alcançar.
O livro tem três partes. Na primeira explica-se o que é o fascínio e a sua importância. Passa-se depois à descrição, sempre exemplificada, de cada um dos "triggers", que merecem um capítulo cada. Finalmente, a autora tenta que o leitor aplique a técnica do fascínio na sua vida, de forma estratégica. Para tal, é necessário exercitar o autoconhecimento, havendo mesmo um teste online que ajuda cada um a perceber quais dos gatilhos já é mais perceptível pelos outros (ver em http://sallyhogshead.com/fscoreq1 ou na página de Facebook da autora).
Não deixa de ser curiosa a atracção pelo número "7" nestas listagens, desde os sete pecados aos sete hábitos, entre muitos outros. Por outro lado, a explicação do comportamento humano com base em conceitos imateriais é já bem conhecido no marketing e, a esse nível, "Marketing Metaphoria" de Zaltman parece ser mais conseguido. Ainda assim, "Fascinate" é uma obra muito interessante, cuidada e que não cai na inocência de pensar que não podemos, de forma sistemática, trabalhar de forma a fascinar (e influenciar) os outros."





